28 de out. de 2014

ESSES CUBANOS.........


Um grupo de 94 profissionais da saúde cubanos foi para a África Ocidental nesta quarta-feira (22/10), para combater a epidemia do ebola. Eles se juntam aos 165 que já estão em Serra Leoa prontos para começar a atuar. Os médicos e enfermeiros cumprem um acordo assinado entre Havana e a Organização Mundial da Saúde (OMS) válido para os próximos seis meses.
Para José Luis Di Fábio, chefe do escritório da OMS na ilha há três anos, é importante que o mundo reconheça a “incrível capacidade de resposta de Cuba” diante de situações de crise.
Di Fábio ajudou a intermediar as negociações depois da solicitação feita pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e pela diretora da OMS, Margaret Chan.
Atualmente, mais de 4 mil médicos cubanos atuam na África – dois mil só em Angola. “Os países africanos carecem de recursos humanos, muitos presidentes já solicitaram ajuda ao país. Na Guiné, antes da epidemia do ebola, já havia uma brigada cubana e sem Serra Leoa também”, afirma Di Fábi, em entrevista à DW.
DW: Na opinião do senhor, por que esse chamado das Nações Unidas foi feito para Cuba?
José Luis Di Fábio: Em fins de julho, a diretora da OMS, Margaret Chan, esteve em Cuba para acompanhar a inauguração do Centro Estatal Médico para Controle de Medicamentos. Durante a visita, ela se emocionou, digamos assim, ao entender mais sobre a cooperação médica cubana, incluindo a educação médica do país para o exterior.
Ela esteve na Unidade de Cooperação Médica, onde há o registro histórico das cooperações em saúde, viu a preparação de médicos que já foram para o Haiti e participaram de outras missões e, realmente, entendeu e reconheceu a capacidade que Cuba tem de apoiar os países numa cooperação Sul-Sul.
Durante uma conversa sobre continuidade de cooperações, surgiu a ideia de que Cuba pudesse trabalhar formando equipes de resposta rápida em caso de desastres e outros tipos de emergências. E, há duas semanas, ela pediu então apoio a Cuba para combater o ebola.
Quantos profissionais estão a caminho da África e para onde seguem?
Segundo o acordo, serão 300 profissionais. Primeiramente, foram 165 a Serra Leoa, dos quais 62 são médicos. Depois, a pedido dos governos locais, foi decidido enviar mais 53 para a Libéria e 38 para a Guiné.
Eles já estão prontos para trabalhar?
Eles fizeram a primeira parte da capacitação em Cuba. Recebemos profissionais de Washington e especialistas que já haviam trabalhado em Serra Leoa, diretamente com pacientes. Eles explicaram sobre a doença, as condições de vida no local, como vestir-se adequadamente, os tipos de proteção pessoal. Foi muito importante poder ouvir desses profissionais quais são as rotinas diárias, os problemas que enfrentam no terreno.
Quando a equipe cubana chega à África, faz outras capacitações até chegar ao centro de tratamento. Ela já chegou, mas ainda não está trabalhando. Ainda estão sendo preparadas as condições para que possam atuar. Primeiro: precisavam do processo de capacitação e, enquanto isso, as instalações, os centros de tratamento de ebola, estão sendo montados.
A ideia é trabalhar em forma conjunta, não dispersar a equipe. Caso contrário, a capacidade de organização se perde. É preciso identificar onde é mais apropriado trabalhar. No caso de Serra Leoa, deve ser em Freetown, a capital, e talvez em Port Loko.
Outros países da América Latina ofereceram ajuda? Cuba é um caso especial?
Cuba é um caso especial, digamos, pela capacidade rápida de resposta que teve, pela vontade política e pela própria experiência dos médicos. Trata-se de profissionais de saúde que já estão acostumados a trabalhar em missões, muitos deles já estiveram inclusive na África. Não conhecem o ebola, mas conhecem o território.
A Venezuela já havia doado 5 milhões de dólares para apoiar a luta contra o ebola. E a ministra da Saúde no Equador acenou que iria apoiar com recursos financeiros a campanha contra a epidemia.
O Brasil apoiou com alimentos. Existe a parte médica, mas é preciso pensar que é preciso todo um processo de assistência. O Brasil mandou medicamentos, ajuda humanitária em alimentos de cerca de 5 milhões de dólares, segundo entendi. Mas isso não foi via Organização Mundial da Saúde, mas via Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas.
Com tantos médicos cubanos agora em ação na África, não há problema com falta de médicos em Cuba?
Não, não afeta os serviços e a população cubana. A população médica em Cuba é de mais de 80 mil.
Como funciona exatamente a parceria? Os médicos que seguem para a África recebem salário?
Eles estão contratados seguindo a forma de contrato comum da OMS, ou seja, como qualquer assessor que presta serviço. Normalmente, paga-se a passagem e uma diária. O valor depende do lugar onde o profissional vai atuar. A diária tem um componente de alojamento, alimentação e gastos pessoais.
De quanto é a diária?
Depende do local. É um valor estabelecido pelas Nações Unidas, que varia também em alguns meses, dependendo do câmbio da moeda. Por exemplo, em Havana, a diária é de 170 dólares. Em outros países, pode ser de 120. Creio que são 230 dólares por dia na África, mas 60% do valor é para cobrir estadia.
Qual é a importância da ajuda de Cuba?
É uma ajuda importante não só para a OMS, mas para todo o mundo. A ideia é apoiar os países da África Ocidental a conter a doença e exterminá-la na África. Mas, ao mesmo tempo, é uma barreira de defesa para o resto do mundo. Se não se controla o vírus na África, ele pode chegar a Estados Unidos, Alemanha, Brasil, Japão, etc.
Então, realmente, os cubanos estão protegendo as fronteiras. E são não houver mais países que ofereçam recursos humanos, seguirão sendo os únicos.
Mais países mostram interesse em apoiar a iniciativa da OMS na África Ocidental?
Eu represento a OMS em Cuba. Imagino que a solicitação tenha sido feita a todos os países. Na última segunda-feira (20/10), o médico David Nabarro, enviado especial do secretário-geral da ONU, disse que foi muito importante a ajuda de Havana. Ele disse que o total de 265 trabalhadores cubanos é maior que a soma de todos os outros países juntos. E que a partir dessa quarta-feira, dia em que chega o restante da equipe, o número passará a ser maior que o do Médicos Sem Fronteira ou da Cruz Vermelha, maior que o número de profissionais enviados por Estados Unidos, Reino Unido e China.
Como o mundo olha para Cuba depois dessa parceria com a OMS?
Acredito que poderia haver mais reconhecimento. É incrível o que Cuba pode fazer. A vontade política e a vontade humana da população. Quando houve um terremoto no Paquistão, em 2005, foram enviados 2 mil médicos em 48 horas. Foram os primeiros que chegaram ao Paquistão e os últimos a sair, estiveram lá quase seis meses. No Haiti também. Depois de 24 horas, profissionais cubanos já chegaram para ajudar, e continuam lá.

Mais: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/entrevista-e-incrivel-o-que-cuba-pode-fazer-diz-oms-sobre-ajuda-contra-ebola/

23 de out. de 2014

"HOJE É MAIS FAVORÁVEL À LIBERDADE DOS CINCO HERÓIS"


RADIO REBELDE

  O herói da República de Cuba, Fernando González Llort afirmou à Radio Rebelde que a conjuntura internacional para a causa dos Cinco o "leva a pensar que existem grupos de poder dentro dos Estados Unidos que se movem na direção de que é necessário realmente mudanças na política" 

VOLVERÁN !!!  TODOS !!!

IRMÃ DE TONY GUERRERO PEDE QUE SE REDOBRE O APOIO A ANTITERRORISTAS CUBANOS



        A irmã do herói cubano Antonio Guerrero, María Eugenia Guerrero  fez uma convocação para redobrar os esforços na batalha pela libertação incondicional e imediata dos lutadores antiterroristas.
      Em um encontro na embaixada de Cuba no Panamá, María Eugenia relatou os castigos e maus-tratos vividos pelos Cinco em cárceres dos EUA e as violações cometidas em seus processos judiciais.
     Da mesma forma, denunciou vários fatos concretos praticados pelas autoridades penitenciárias estadunidenses para dificultar o contato familiar com Tony, embora o caso de Gerardo seja pior, pois o mantém isolado de sua esposa.
          María Eugenia Guerrero também enfatizou o aspecto humanitário, moral e ético de um processo que o próprio governo norte-americano politizou. 



Texto original: http://www.radiorebelde.cu/cinco-heroes/pide-hermana-tony-guerrero-redoblar-apoyo-antiterroristas-cubanos-20141023/#.VEk9GSDghlM.facebook

21 de out. de 2014

AMOR IMENSO

  Iraida María Hernández Prado


      Esta segunda-feira 20 de outubro marcou 28 anos que um jovem conheceu uma moça que imediatamente roubou seu coração. O encontro teve como cenário uma parada de ônibus na Rampa, em Havana.
           O apaixonado insistiu, com versos e gestos amorosos, até conseguir conquistar o amor de sua vida. Ela é Adriana Pérez O'Connor e ele Gerardo Hernández Nordelo, um dos Cinco Heróis prisioneiros do império. 

          Gerardo está há mais de 16 anos preso em território estadunidense pelo único fato de defender sua Pátria do terrorismo que se organiza daquele país contra Cuba.
         Durante todo esse tempo os apaixonados não puderam se ver, pois Adriana não recebe permissão do governo norte-americana para visitar seu esposo, injustamente condenado a duas prisões perpétuas + 15 anos, em um julgamento manipulado realizado em Miami.


       Em 23 de setembro de 2012 foi publicada uma entrevista de Adriana no jornal Juventud Rebelde onde ela abre seu coração ao falar do amor de sua vida :
   ..." O que mais gosto nele são suas mãos e seu sorriso. Além disso, a voz de Gerardo transmite tudo o que se precisa. Hoje eu me conformo com a voz, mas sinto falta de Gerardo todo. Todo ".


Gerardo também reflete sua paixão nas cartas à amada:
         " Nós temos o mais importante, minha menina, temos um ao outro, temos este amor imenso que tem superado todas as provas..."



Texto original: http://www.invasor.cu/contra-el-terrorismo/1880-amor-inmenso


                        


NEW YORK TIMES: A IMPRESSIONANTE ATUAÇÃO DE CUBA CONTRA O EBOLA

Do Blog Solidários :    http://convencao2009.blogspot.com.br/
Montagem: blog Solidários
Por Vinicius Gomes na Fórum

Editorial do New York Times desse domingo (19) destaca que o envio de profissionais médicos faz com que Cuba “tenha o papel mais robusto entre os países procurando conter o vírus ebola”. Segundo o jornal, Cuba possui “uma longa tradição” de enviar médicos, médicas, enfermeiros e enfermeiras para áreas de desastre em diversos lugares do mundo, como nos terremotos do Paquistão e do Haiti.  Ao citar esse outro país caribenho, o New York Times reconhece a coragem dos cubanos, relembrando que o estafe médico da ilha foi quem tomou a dianteira no tratamento de pacientes haitianos com cólera, com alguns deles retornando doentes ao país – no que resultou no primeiro surto de cólera em Cuba em mais de 100 anos.

Enquanto os EUA e outros países ricos se contentam em enviar fundos – com esse primeiro preferindo inclusive enviar militares –, “apenas Cuba e algumas organizações não governamentais estão oferecendo aquilo que de fato é mais necessário: profissionais médicos no campo”.

Quando duas enfermeiras norte-americanas foram contaminadas com o vírus ebola em um hospital de Dallas, no Texas, ao tratarem de um paciente que contraiu a doença na Libéria – sendo esses os dois primeiros casos de ebola em solo estadunidense –, Fidel Castro ofereceu ajuda ao país vizinho que há 50 anos impõe um bloqueio comercial à pequena ilha ao sul da Flórida.

Leia também:
Contra ebola, Cuba aumenta ajuda: mais 296 profissionais de saúde à África; total chega a 461
Organização Mundial da Saúde: Cuba dá o exemplo na luta contra o vírus ebola na África
Saúde e esperança, o presente de Cuba para a África

Tal situação já havia acontecido nove anos atrás, após o furacão Katrina ter destruído a cidade de New Orleans: o governo cubano criou uma unidade médica de resposta rápida à crise e se ofereceu para enviar seus profissionais à cidade. “Os EUA, sem surpresa, não aceitaram a oferta de Havana”, lembrou o periódico.

O editorial afirma ainda que tal situação deveria servir com um “lembrete urgente” à administração Obama que os “benefícios de restaurar as relações diplomáticas com Cuba são de longe muito maiores que seus revezes”. Em artigo publicado no jornal estatal cubano, o Granma, intitulado “A hora do dever”, Fidel Castro escreveu que ambos os países deveriam colocar de lado suas diferenças, “ainda que apenas temporariamente, para combater um flagelo mortal” como o ebola.

Leia também o artigo de Fidel Castro sobre o assunto:

http://convencao2009.blogspot.com.br/2014/10/fidel-castro-hora-do-dever.html

16 de out. de 2014

ANIVERSÁRIO DE ANTONIO GUERRERO

ANTONIO GUERRERO : OBRIGADO PELO INFINITO CARINHO DE VOCÊS.

" Queridos amigos,

Acabam de abrir as portas das celas. Venho conferir as mensagens e vejo que são muitas, mas muitas as mensagens de felicitações que tenho, enviadas da pátria e dos mais diferentes lugares do mundo.
Chegaram também muitas cartas e postais esta semana. 
Meu filho Gabriel faz 22 anos hoje.
Foram 17 os 16 de outubro na prisão, mas reitero a todos que sou um homem cheio de otimismo, de felicidade e de liberdade graças ao infinito carinho de vocês.
Seguimos em combate e VENCEREMOS.
Eternamente agradecidos os Cinco por seu apoio, lhes envio cinco abraços fortes
Antonio Guerrero Rodriguez
Prisão Federal de Marianna
16 de outubro de 2014 "



Matéria original: 
http://www.cubadebate.cu/noticias/2014/10/16/antonio-guerrero-gracias-al-infinito-carino-de-ustedes/#.VEBW3bDF84I

15 de out. de 2014

JESSE JACKSON REIVINDICA O FIM DO BLOQUEIO

O REVERENDO E ATIVISTA PELOS DIREITOS CIVIS CONVOCA BARACK OBAMA A DAR UM PASSO CONSTRUTIVO E PÔR FIM A UMA "VERGONHA HISTÓRICA".




Matéria completa :
 http://www.juventudrebelde.cu/internacionales/2014-10-14/reverendo-jesse-jackson-pide-fin-del-bloqueo-de-eeuu-contra-cuba/

VOLVERÁN !!  TODOS !!!