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| VENCEMOS !! VENCEREMOS !!! |
6 de set. de 2015
Jornada mundial exigirá o #FimdoBloqueio contra Cuba.
Um Dia Mundial para exigir que o governo dos Estados Unidos dê um basta
imediato ao bloqueio será desenvolvido pelo
Comitê Internacional Paz,
Justiça e Dignidade aos Povos
Havana - O Comitê Internacional
Paz, Justiça e Dignidade aos Povos, em conjunto com outras organizações,
em solidariedade a Cuba, desenvolveu o Dia Mundial em Washington para
exigir que o governo dos Estados Unidos cesse imediatamente o bloqueio
econômico, comercial e financeiro contra Grandes Antilhas, entre outras
De acordo com o site oficial do Instituto Cubano de Amizade com os
Povos (ICAP), os membros do Comitê Internacional estão trabalhando duro
para enfrentar o evento, que inclui entre seus objetivos, os atuais
desafios na América Latina e no pedido de liberdade para o
porto-riquenho, Oscar Lopez Rivera.
Recentemente, o ator americano e ativista social Danny Glover levantou sua palavra contra o bloqueio dos Estados Unidos, de acordo com a instituição cubana.
"Me uno a maioria dos cidadãos dos Estados Unidos para invocar ao Congresso dos EUA que respeite o nosso desejo expresso de eliminar o bloqueio contra Cuba, o que impede as relações diplomáticas plenas, respeitosas e produtivas entre os dois países e impede uma relação livre e frutíferas entre as pessoas pessoas.", declarou Danny Glover em um comunicado para os organizadores das ações de solidariedade.
Junto ao Comitê Internacional da Paz, Justiça e Dignidade aos Povos se juntaram as atividades contra o bloqueio o IFCO / Pastores pela Paz e o Instituto de Estudos de Política (IPS por sua sigla em Inglês), patrocinado pela Rede de Solidariedade Cuba nos Estados Unidos (NNOC).
Segundo relatos o comitê criou para os dias 16 e 17 de Setembro visitas aos escritórios do Capitólio e Distritais no interesse de promover não só o fim do bloqueio contra Cuba e as restrições de viagem; mas também a exigir a devolução da Base Naval de Guantánamo, território ilegalmente ocupado pelo governo dos EUA, e do respeito pela autodeterminação e soberania do povo cubano.
VENCEMOS !! VENCEREMOS !!!
Recentemente, o ator americano e ativista social Danny Glover levantou sua palavra contra o bloqueio dos Estados Unidos, de acordo com a instituição cubana.
"Me uno a maioria dos cidadãos dos Estados Unidos para invocar ao Congresso dos EUA que respeite o nosso desejo expresso de eliminar o bloqueio contra Cuba, o que impede as relações diplomáticas plenas, respeitosas e produtivas entre os dois países e impede uma relação livre e frutíferas entre as pessoas pessoas.", declarou Danny Glover em um comunicado para os organizadores das ações de solidariedade.
Junto ao Comitê Internacional da Paz, Justiça e Dignidade aos Povos se juntaram as atividades contra o bloqueio o IFCO / Pastores pela Paz e o Instituto de Estudos de Política (IPS por sua sigla em Inglês), patrocinado pela Rede de Solidariedade Cuba nos Estados Unidos (NNOC).
Segundo relatos o comitê criou para os dias 16 e 17 de Setembro visitas aos escritórios do Capitólio e Distritais no interesse de promover não só o fim do bloqueio contra Cuba e as restrições de viagem; mas também a exigir a devolução da Base Naval de Guantánamo, território ilegalmente ocupado pelo governo dos EUA, e do respeito pela autodeterminação e soberania do povo cubano.
Os organizadores do evento anunciaram para o dia 18 de Setembro, a
conferência intitulada: O bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba,
porque é errado e o que precisamos fazer para acabar com isso? Isso irá
incluir workshops e uma dissertação de especialistas, que irão discutir
sobre como o bloqueio afeta a vida de ambos os povos.
GRANMA
Publicado por
Rompiendo MurosGRANMA
Vídeo mostra as agressões que Cuba vem sofrendo por parte dos EUA desde o início de sua Revolução. Mostra também a firmeza e a determinação do povo cubano.
#FIMDOBLOQUEIO
Dia 16 de setembro vai acontecer um ato pelo fim do bloqueio na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Vamos divulgar aqui - assim que a arte estiver pronta - e publicar como evento.Vai ter muita gente boa.
O ato faz parte da Jornada de Washington que vai começar no dia 16 de setembro e muitos países estão programando atividades de apoio.
Como tem muita gente achando que o bloqueio acabou.........
Bom, vamos conversar sobre isso !
Como "aperitivo" postamos aqui o curta que o Comitê Carioca produziu para passar no evento.
VENCEMOS !! VENCEREMOS !!!
Dia 16 de setembro vai acontecer um ato pelo fim do bloqueio na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Vamos divulgar aqui - assim que a arte estiver pronta - e publicar como evento.Vai ter muita gente boa.
O ato faz parte da Jornada de Washington que vai começar no dia 16 de setembro e muitos países estão programando atividades de apoio.
Como tem muita gente achando que o bloqueio acabou.........
Bom, vamos conversar sobre isso !
Como "aperitivo" postamos aqui o curta que o Comitê Carioca produziu para passar no evento.
VENCEMOS !! VENCEREMOS !!!
“Nunca tivemos tantos médicos no meio do povo com a chegada dos cubanos”, afirma médico do MST.
Em entrevista, o Sem Terra formado em
Cuba fala sobre a criação da Rede Nacional de Médicos Populares, atual
ofensiva sobre o sistema público de saúde e a categoria médica
conservadora.
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Por Luiz Felipe Albuquerque
Da Página do MST
O Sem Terra Antônio Marcos de Almeida atribui sua formação em medicina a dois processos históricos sociais: um se refere ao princípio internacionalista e de solidariedade do povo cubano; outro à organização das famílias Sem Terra. Antes destes dois elementos, não lhe era “permitido a possibilidade de sonhar estudar medicina”, afirma.
Atualmente, Marcos de Almeida constrói junto a outros médicos a Rede Nacional de Médicos e Médicas Populares. Em entrevista à Página do MST, ele explica como surge e qual a intenção da rede, e avalia a atual ofensiva sobre o sistema público de saúde brasileiro, que corre o risco de ser alterado ou até mesmo extinto.
Filho de assentados da Reforma Agrária no município de Vacaria, no Rio Grande do Sul, Marcos de Almeida iniciou sua trajetória no MST ainda quando criança, quando junto a seus pais e mais seis irmãos, se somaram à luta de outras centenas de famílias Sem Terra e se tornaram acampados no estado gaúcho em 1987.
Dois anos depois, em 1989, foram assentados. Vinte anos mais tarde, Marcos de Almeida se formaria em medicina na Escola Latino Americana de Medicina (Elam), em Cuba.
Após completar a graduação em 2009, o Sem Terra se especializou em medicina da família e comunidade no Ceará, e em 2011, voltou ao estado natal para trabalhar em áreas de assentamentos do MST.
Atualmente, trabalha com comunidades rurais na coordenação de atenção primária de saúde no município de Palmeiras das Missões (RS).
Para ele, o principal papel do Programa Mais Médicos foi ter trazido o debate da saúde ao povo brasileiro, trazendo importância da formação de profissionais e uma nova forma de cuidado da saúde da população.
“A população brasileira nunca teve na sua história tantos médicos no meio de seu seio com a chegada dos médicos cubanos. Essa identidade de que o povo se reconhece no médico e o médico se reconhece no povo é uma das grandes contribuições da medicina cubana e do Programa Mais Médicos”.
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| 2° Plenária Nacional da rede foi realizada neste final de semana, na ENFF. |
A Rede surge de uma necessidade concreta e objetiva de organizar os médicos de esquerda, que têm vínculos populares e que acreditam que o sistema público de saúde, o SUS, é uma política de inclusão e direito social que deve ser defendida dos interesses do capital internacional na área da saúde.
Ela surge com o objetivo de fazer o contraponto ideológico à categoria médica brasileira, que tem se expressado nos últimos anos como uma categoria altamente conservadora e reacionária, inclusive estimulando sentimentos xenofóbicos e discriminatórios, com o objetivo de manter sua reserva de mercado.
Você considera que o sistema público de saúde está sofrendo um ataque?
Há uma ofensiva sobre o sistema público de saúde. Há uma recomendação do capital internacional, das grandes empresas dos EUA, que recomendam um investimento no mercado da saúde brasileira.
Nós partimos de um debate do conceito de saúde. As empresas entendem a saúde como uma mercadoria: quem pode comprar compra, quem não pode não compra. A construção do SUS tem toda uma história de luta popular. Nos últimos anos temos visto uma entrada do capital internacional que vem ocupando espaço.
Foi apresentado uma proposta no Congresso Nacional pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB), em que todos as empresas teriam que oferecer um plano de saúde a seus funcionários. Ele está propondo o processo anterior ao SUS, quando tínhamos o Inamps (Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social), em que todas as empresas tinham seu plano de saúde, e as pessoas que não estavam vinculadas não teriam onde ser atendias.
A princípio esta política parece ser positiva, já que os trabalhadores teriam assegurado um plano de saúde garantido pela empresa. Qual seria o grande problema desse projeto?
Os que mais necessitam não são as pessoas na idade economicamente ativa, mas idosos, crianças e gestantes, que muitas vezes estão fora do mercado de trabalho.
Além disso, essa proposta seria uma afronta a um direito social historicamente construído. Ela vai contra os princípios do sistema público de saúde. O SUS foi construído sobre o princípio da universalidade e da equidade.
Os planos de saúde tem um único objetivo: eles trabalham na lógica de uma empresa, o objetivo deles é ter lucro e trabalham a saúde enquanto uma mercadoria.
Na nossa percepção a saúde é um bem da sociedade, que tem que valorizar o conhecimento histórico e popular, as diferentes formas de cuidado e reconhecer o princípio da universalidade no sistema público.
Há um antagonismo entre os interesses privados e a lógica de um sistema público de saúde?
É uma contradição do SUS. Sua constituição permitiu a saúde suplementar, que seria para complementar ações de saúde que o sistema público não desse conta. Mas na prática houve uma inversão dessa lógica.
No sistema privado, quem paga um plano de saúde tem uma devolução total do seu dinheiro investido na declaração do imposto de renda. Parece que a pessoa está pagando, mas na verdade está segmentando, porque cria um sistema melhor para quem tem mais dinheiro, e o SUS passa a ser trabalhado na lógica de que é um sistema pobre para cuidar de pobre.
Uma das propostas do governo é que voltasse a CPMF e que este imposto fosse integralmente destinado ao sistema de saúde. Como avalia essa questão?
O sistema de saúde é subfinanciado. Há a necessidade de que haja uma cota maior de investimento. Não tem nenhum sistema público universal no mundo que sobreviva com uma quantidade de financiamento como o nosso. Todos tem um investimento maior.
Não temos no Brasil esse recurso pré destinado à saúde. Se a CPMF voltasse a ser cobrada seria positivo, porque seria um montante importante para a saúde, dialoga com as propostas de expansão (renderia R$ 80 bilhões anuais à saúde), formação, cuidado, atendimento e na atenção primária. Muitos trabalhadores da saúde estão subvalorizados, não há um plano de carreira para eles.
No entanto, a CPMF não resolve o problema, porque ao longo dos anos pode deixar de existir novamente, e o sistema voltaria a ser subfinanciado. É preciso avançar na constituição de uma política, de uma destinação do PIB para a saúde pública brasileira.
No começo você falou sobre o lado reacionário da categoria médica brasileira. O que explicaria isso?
A categoria médica no Brasil é formada por uma classe média alta, produto de uma formação ideológica conservadora, antipopular e antidemocrática. Ela conta com uma reserva de mercado: para cada médico formado no Brasil tem pelo menos dois postos de trabalho.
Nem a crise, que tem aumentado o desemprego, afetou a categoria médica; não se vê médicos desempregados. Mesmo com a entrada de inúmeros médicos de outros países com o Programa Mais Médicos, não desempregou nenhum médico brasileiro.
A categoria vê o mundo e faz suas interpretações a partir de seus próprios interesses. Ela não está preocupada com os interesses da saúde e do cuidado da população. Obviamente que essa é a ideia hegemônica na categoria, o que não quer dizer que não haja médicos que pense diferente.
O perfil de médicos são pessoas da classe média alta que nunca trabalharam, e no momento que terminam o processo de graduação, passam por um processo de formação desvinculado da realidade brasileira.
Passa nos grandes centros hospitalares e universidades, onde se dá a formação médica. Quando esse profissional vai atuar na periferia, no campo, no interior, no sertão, na Amazônia, ele vive uma enorme contradição. Muitas vezes pode não ser culpa desse médico, mas o sistema que o formou que não o preparou para enfrentar a realidade.
E obviamente o sistema de educação também não dá a possibilidade de ingresso de pessoas da classe trabalhadora. É preciso que filhos da classe trabalhadora tenham acesso aos cursos de medicina, porque essas pessoas tem o conhecimento popular e cultural dessas comunidades, e estarão mais habilitadas a cuidar da saúde do que uma pessoa que vem da elite e dos grandes centros urbanos.
O Programa Mais Médico trouxe à sociedade brasileira o tema da saúde.
Esse é um dos elementos do surgimento da nossa rede de médicos
populares. Ele traz para o debate do dia a importância da formação de
profissionais para cuidar da saúde do povo brasileiro.
O programa obedeceu uma série de parâmetros nacionais e internacionais, buscando médicos brasileiros para trabalhar nas áreas onde não havia médicos para cuidar da saúde da população. Somente pode julgar o programa essa população que está sendo beneficiada diretamente por ele. É muito complexo opinarmos sem conhecer a realidade.
Fui supervisor do Programa Mais Médicos e sabemos da felicidade que é para uma comunidade, uma família, ter um médico morando num município pequeno, trabalhando numa comunidade rural, na periferia das grandes cidades, da região Amazônica.
Temos o componente do médico cubano que traz uma nova forma de cuidado da saúde da população. Há inúmeros relatos de diminuição do uso de medicamentos, de diminuição do pedido de exames e na melhora do cuidado, porque produz uma forma diferente de cuidar. Não vê somente o corpo, o biológico. O médico cubano consegue entender esse sujeito no meio em que vive, como produto social desse meio, sua forma de vida, como se alimenta, no que trabalha, e consegue fazer uma análise da parte psicológica, coisa que a medicina brasileira não preconiza. Os médicos brasileiros são formados para cuidar de doenças, não da saúde.
O Programa Mais Médicos traz esse benefício direto para a população desassistida. Porém ele não resolve todos os problemas da saúde, porque não é uma política estruturante, é uma política conjuntural.
O que seria para vocês a ideia de ‘médico popular’?
Temos que quebrar esse status do médico ser uma figura mítica. O médico é um trabalhador, um cuidador da saúde como qualquer outro profissional.
O médico popular é o profissional que está na comunidade, que compartilha e convive com a comunidade, que desfruta dos prazeres, alegrias e sofrimento da comunidade.
O médico popular está no meio da comunidade, vai jantar na casa das famílias, vai nas festas, faz parte da comunidade.
A população brasileira nunca teve na sua história tantos médicos no meio de seu seio com a chegada dos médicos cubanos. Essa identidade de que o povo se reconhece no médico e o médico se reconhece no povo é uma das grandes contribuições da medicina cubana e do Programa Mais Médicos.
A população que está sendo beneficiada no dia a dia tem uma identidade enorme com esse médico, e eles gostam e sabem o que fazem e são formados para isso. O Brasil ainda não conseguiu mexer no seu sistema formativo, e levará ainda um bom tempo para formar médicos como cuidadores, como guardiões da saúde.
Quais seriam, portanto, os maiores desafios colocados para a Rede Nacional de Médicos e Médicas Populares?
Primeiro organizar a categoria médica. Não é simples, e a prática está nos dizendo isso. São pessoas que são bastante atarefadas, com grandes jornadas de trabalho. Depois, como criamos um sistema de organização nas regiões e nos estados que permita que essas pessoas estejam organizadas?
Como nos vinculamos com as lutas populares? A rede não pode ser a opinião de um grupo de médicos. Pode perpassar por nós, mas tem que representar a opinião da classe trabalhadora e dos movimentos populares.
Temos desafios que são inerentes ao que vivemos no Brasil. Temos que defender as conquistas dos direitos sociais e não podemos fechar os olhos para o processo de privatização do sistema público de saúde. É nosso dever bater e proteger ao mesmo tempo. É uma tarefa complexa, mas necessária.
Não podemos permitir que o Eduardo Cunha, por exemplo, represente os interesses do capital internacional por ter recebido financiamento de empresas da saúde para sua candidatura, assim como outros diversos deputados (Cunha recebeu R$ 250 mil de uma empresa de planos de saúde para sua campanha em 2014). É nosso dever fazer essa defesa e estar atendo a tudo que acontece e divulgar amplamente à sociedade com posições concretas.
A rede também lançou recentemente o portal Saúde Popular. Que papel cumpre o portal?
O site cumpre um papel importante na conjuntura política e na organização dos profissionais, mas cumpre um papel mais importante para a sociedade.
Estamos num processo de construção, mas ele tem a função de divulgar o ponto de vista que não é mostrado pela grande imprensa, defender o SUS e o trabalho dos médicos cubanos no território brasileiro. O site apresenta uma visão diferenciada do nosso entendimento do que é fazer saúde na sociedade brasileira.
VENCEMOS !! VENCEREMOS !!!
Danny Glover se une às próximas ações contra o bloqueio.
“Me
uno à maioria dos cidadãos dos Estados Unidos para fazer uma
reivindicação ao Congresso dos Estados Unidos para que respeite nossa
expressa vontade de eliminar o bloqueio contra Cuba, que impede as
relações diplomáticas plenas, respeitosas e produtivas entre os dois
países e impede uma livre e frutífera relação povo a povo "
UMA IMAGEM BONITA QUE NOS ENCHE DE EXPERANÇA
A semana marcada pela tristeza dos imigrantes que morreram em naufrágios tentando entrar na Europa para fugir da guerra e da miséria em seus países, culminou com a foto do corpo inerte de uma criança síria em uma praia da Turquia quando sua família pretendia chegar ao Canadá. Para amenizar um pouco a descrença nos seres humanos, que inevitavelmente nos invade em momentos como assim, trazemos uma foto do reencontro
de duas meninas durante a sua iniciação na Escola Primária Seguidores do Exército Rebelde - município Playa - Havana, Cuba, no dia 2 de setembro
de 2015.
VENCEMOS !! VENCEREMOS !!!
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