#FIMDOBLOQUEIO
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
21 de fev. de 2016
A BRIGADA MÉDICA CUBANA MERECE O PRÊMIO NOBEL DA PAZ
MONCADA
A brigada médica cubana merece o Nobel da Paz. O ex-presidente do Timor
Leste, José Manuel Ramos-Horta, manifestou hoje que nenhuma outra
organização ou grupo de pessoas no mundo merece tanto o Prêmio Nobel da
Paz como a brigada médica cubana.
De acordo com o ex-presidente (2007-2012), que recebeu o prêmio em 1996, como vencedor tem a oportunidade de nomear pessoas ou instituições para lhes entregar o prêmio, por isso este ano propôs os médicos da ilha caribenha que oferecem seus serviços em diferentes partes do mundo.
Se trata de uma iniciativa única e extraordinária que ninguém contestou, afirmou ele durante uma conferência no Congresso Internacional Universidade 2016, que terminou nesta sexta-feira no Palácio de Convenções de Havana.
A ocasião é perfeita para entregar o prêmio a brigada médica, assegurou o político, que reconheceu o apoio dado a seu país pela nação caribenha, onde 700 estudantes timorenses foram formados como profissionais de saúde.
Além disso, recordou, por iniciativa do líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, a ilha caribenha instalou no Estado asiático uma universidade de medicina, que permite que Timor Leste tenha atualmente mil médicos formados.
Cuba tem mais médicos no mundo que o grupo das sete maiores economias do mundo juntas. por que países como o Japão, Alemanha ou os Estados Unidos não fezem algo semelhante, não só na medicina, mas em outras áreas como a agricultura?, questionou ele.
Durante seu discurso, Ramos-Horta recordou que a cooperação médica da maior ilha das Antilhas começou em 1963, um ano após a independência da Argélia, quando o primeiro contingente partiu para o território Africano.
Ele destacou o fato de que enquanto outras organizações, como os Médicos Sem Fronteiras, já foram laureados com o Prêmio Nobel, da Literatura, que levam assistência aos lugares por um determinado período de tempo durante situações de emergências, os médicos cubanos permanecem em muitas nações o quanto seja necessário.
Ao mesmo tempo, e no contexto do tema do Congresso de ensino superior, ele ressaltou que a brigada médica é um exemplo de inovação educacional.
Servir o povo, a humanidade, formar os melhores profissionais, para isso deve ser a educação, expresso em referência ao trabalho dos professores cubanos que formam os trabalhadores de saúde em territórios como a Venezuela, Iêmen, Guiné-Bissau, Gana e seu próprio país.
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
De acordo com o ex-presidente (2007-2012), que recebeu o prêmio em 1996, como vencedor tem a oportunidade de nomear pessoas ou instituições para lhes entregar o prêmio, por isso este ano propôs os médicos da ilha caribenha que oferecem seus serviços em diferentes partes do mundo.
Se trata de uma iniciativa única e extraordinária que ninguém contestou, afirmou ele durante uma conferência no Congresso Internacional Universidade 2016, que terminou nesta sexta-feira no Palácio de Convenções de Havana.
A ocasião é perfeita para entregar o prêmio a brigada médica, assegurou o político, que reconheceu o apoio dado a seu país pela nação caribenha, onde 700 estudantes timorenses foram formados como profissionais de saúde.
Além disso, recordou, por iniciativa do líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, a ilha caribenha instalou no Estado asiático uma universidade de medicina, que permite que Timor Leste tenha atualmente mil médicos formados.
Cuba tem mais médicos no mundo que o grupo das sete maiores economias do mundo juntas. por que países como o Japão, Alemanha ou os Estados Unidos não fezem algo semelhante, não só na medicina, mas em outras áreas como a agricultura?, questionou ele.
Durante seu discurso, Ramos-Horta recordou que a cooperação médica da maior ilha das Antilhas começou em 1963, um ano após a independência da Argélia, quando o primeiro contingente partiu para o território Africano.
Ele destacou o fato de que enquanto outras organizações, como os Médicos Sem Fronteiras, já foram laureados com o Prêmio Nobel, da Literatura, que levam assistência aos lugares por um determinado período de tempo durante situações de emergências, os médicos cubanos permanecem em muitas nações o quanto seja necessário.
Ao mesmo tempo, e no contexto do tema do Congresso de ensino superior, ele ressaltou que a brigada médica é um exemplo de inovação educacional.
Servir o povo, a humanidade, formar os melhores profissionais, para isso deve ser a educação, expresso em referência ao trabalho dos professores cubanos que formam os trabalhadores de saúde em territórios como a Venezuela, Iêmen, Guiné-Bissau, Gana e seu próprio país.
Fonte: Prensa Latina - sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
20 de fev. de 2016
VÍDEO RETRATA AS AGRESSÕES COMETIDAS PELOS EUA CONTRA CUBA DESDE A VITORIOSA REVOLUÇÃO CUBANA
#FIMDOBLOQUEIO
No entanto, Cuba dá um exemplo para a toda a humanidade de que é possível resistir vitoriosamente a toda essa monstruosa agressão imperialista quando um povo está dotado de consciência política, determinação de luta e organização.
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
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| Em 6 de outubro de 1976 um atentado terrorista contra avião cubano matou 73 pessoas. |
Este vídeo mostra as agressões que Cuba vem sofrendo por parte dos EUA
desde o início de sua Revolução. Mostra também a firmeza e a
determinação do povo cubano em não se render às pressões exercidas pela
maior potência econômica e militar do planeta em todos os tempos. Há
mais de cinco décadas o país vem sendo obrigado a suportar o maior
bloqueio já exercido sobre qualquer país na história da humanidade -
somando-se a isso diversos ataques terroristas e atos de sabotagem que
visam destruir seus meios de produção com vista a causar-lhe escassez de
alimentos e outros recursos.
No entanto, Cuba dá um exemplo para a toda a humanidade de que é possível resistir vitoriosamente a toda essa monstruosa agressão imperialista quando um povo está dotado de consciência política, determinação de luta e organização.
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
PARA QUE NINGUÉM SE ILUDA
A melhor coisa para os Estados Unidos e Cuba é desfrutar algum dia de relações normais, uma situação que a ilha nunca conheceu desde a sua independência da Espanha em 1902, pôs o vizinho do norte sempre aspirou a ser o dono e senhor do maior arquipélago das Antilhas.
Assim reconhece a história desde que, em 1802, o governador do
Mississippi, William C. Claiborne, disse em uma carta ao presidente
Thomas Jefferson:
"... Não desejo nada mais do que ver a bandeira
do meu país voando sobre o castelo de El Morro. Cuba é a entrada real
para o Mississippi, e a nação que possui poder no futuro de mandar no
Hemisfério Ocidental ".
Até 1820, Jefferson considerava que "Cuba
era a adição mais interessante que poderia ser feita para o nosso
sistema de estados ... devemos, na primeira oportunidade, apoderarmos de
Cuba".
Depois de restabelecidas as relações diplomáticas em
17/12/2014, não se percebeu nenhuma evidência forte de que os dois
países podem chegar a normalizar suas relações, apesar do presidente
Barack Obama, dizer o contrário.
O principal obstáculo é a
permanência do criminoso bloqueio econômico, comercial e financeiro que
os Estados Unidos insistem em disfarçar de embargo, quando seus
documentos, classificados em 1962, conceituam como uma "guerra econômica
para induzir o regime comunista a fracassar em seus esforços para
cumprir necessidades do país ".
Além disso, existem outros
impedimentos como a existência da Base Naval em Guantánamo no território
Guantánamo, resultante da imposição de um apêndice à primeira
Constituição da República de Cuba nascida em 1901, conhecida como Emenda
Platt, nome do senador Orville Platt, que propôs ao presidente dos
Estados Unidos.
Roberta Jacobson
Para que ninguém seja
enganado e sonhe com essa normalização das relações, que, segundo
declarou o presidente Obama, será alcançado durante o recente anúncio de
sua visita a Cuba em março próximo, a mesma secretária adjunta para
Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado, Roberta
Jacobson, o deixou bem claro durante seu depoimento em 16/02/2016 diante
do Comitê de Assuntos Exteriores da Câmara de Representantes, um dia
depois que ele fez diante da Subcomissão de Assuntos do Hemisfério
ocidental do Senado.
Em sua defesa Jacobson assegurou de forma irrefutável que:
"Os EUA não entregarão a Cuba a Base Naval de Guantánamo, nem tão pouco
fechará (as ilegais e subversivas) Rádio e TV Marti, acrescentando que
"meu governo não está interessado em discutir esta questão, e o assunto
de Guantánamo não está na mesa destas conversações ".
Como se sabe, ela é responsável pelas negociações com as autoridades
cubanas para a restauração das relações bilaterais entre Washington e
Havana, pois está habilitada a emitir tais critérios.
Subverter
politicamente a população cubana é um propósito histórico desde 1959,
quando triunfou a Revolução liderada por Fidel Castro. A Rádio e TV
Marti foram criadas precisamente para este fim, sob o argumento de
"promover uma sociedade aberta e pluralista em Cuba" , algo que nunca
tentaram fazer durante a tirania sangrenta de Fulgencio Batista.
Ambas as emissoras têm custado aos contribuintes estadunidenses ao longo dos últimos 30 anos 770 milhões de dólares, e em 2016 vai custar 27 milhões de dólares a mais, segundo afirmou a congressista democrata Betty McCollum, quando no final de janeiro passado apresentou um projeto de projeto de lei na Câmara dos Representantes para fechar os dois "meios de comunicação".
Portanto, Obama poderá visitar Havana, desfrutar de seus encantos, da hospitalidade de seu povo, compreender o disparate da política de obrigar a "rendição" de um país pela fome e pelas enfermidades do povo cubano, porém nada disso fará derrubar o alto e sólido muro do bloqueio econômico, comercial e financeiro, sustentado também pela lei para a liberdade e a solidariedade democrática cubana, ou Lei Libertade, aprovada em 1996, mais conhecida como Lei Helms Burton.
Diante de situações semelhantes José Martí disse:
"Os sonhos da imaginação não valem grande coisa quando é necessário exercer um pensamento."
Publicado por: heraldocubano
Por: Arthur Gonzalez.
Por: Arthur Gonzalez.
Via: Guayacán de Cuba
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!DECLARAÇÃO DA REDE DE SOLIDARIEDADE COM CUBA NOS EUA (NNOC) SOBRE A VIAGEM DO PRESIDENTE OBAMA A CUBA
A Rede Nacional de Solidariedade com Cuba nos EUA congratula-se com a
visita do presidente Obama a Cuba em 21 e 22 de Março de 2016. Esta
visita é histórica, não só porque será a primeira vez desde 1928 que um
presidente dos Estados Unidos visita Cuba, mas mais importante ainda
porque representa mais um passo nos esforços para melhorar as relações
que começaram após os anúncios feitos em 17 de dezembro de 2014 pelos
presidentes Raúl Castro e Barack Obama.
Apesar das medidas que
o presidente Obama tem tomado, o bloqueio econômico, comercial e
financeiro permanece intacto, o estabelecimento total do comércio
bilateral não tem acontecido, a Lei de Ajuste Cubano ainda está em vigor
e os fundos para financiar programas subversivos ainda estão
disponíveis. Apesar dos planos para restaurar os voos comerciais com
Cuba, ainda é negado aos estadunidenses o direito de viajar sem
restrições. A base naval de Guantánamo continua aberta e o território
ainda não foi devolvido a Cuba. Produtos farmacêuticos cubanos que
salvam vidas não estão disponíveis para os estadunidenses e continuam
negando aos cubanos acesso a muitos medicamentos patenteados nos Estados
Unidos.
Instamos o
presidente Obama a aproveitar ao máximo esta oportunidade de encontro do
o povo cubano e seu governo e se comprometer-se a estabelecer um
diálogo mutuamente respeitoso e ao mesmo tempo reconhecer e aceitar as
diferenças. Estamos confiantes de que o presidente Obama vai
experimentar o calor do povo cubano e seu desejo de uma relação mais
positiva como parceiros e vizinhos.
É fundamental que os membros da Rede Nacional (NNOC) continuem exigindo dos seus senadores e representantes no Congresso o fim do bloqueio. Instamos as organizações membros da rede para ligar ou visitar os seus representantes, em 21 e 22 de Março e pedir-lhes para votar a favor da leis que exigem o fim do bloqueio.
Também solicitamos as organizações membros a participarem ativamente na Segundo Jornada Contra o Bloqueio em Washington DC de 18 a 22 de abril para levar pessoalmente a nossa mensagem ao Capitólio para acabar com o bloqueio contra Cuba.
A maioria do povo estadunidense quer ter relações diplomáticas e econômicas normais com Cuba. A maioria dos estadunidenses veem Cuba de forma favorável de acordo com uma pesquisa recente do Gallop. Devemos lembrar aos nossos representantes em Washington que chegou a hora de acabar com todos os aspectos do bloqueio. Mostremos nossas caras em Washington; façamos que escutem nossas vozes em Washington. Nós somos parte do povo dos EUA que quer e exige uma política justa em relação a Cuba.
Fonte: Siempre con Cuba
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
É fundamental que os membros da Rede Nacional (NNOC) continuem exigindo dos seus senadores e representantes no Congresso o fim do bloqueio. Instamos as organizações membros da rede para ligar ou visitar os seus representantes, em 21 e 22 de Março e pedir-lhes para votar a favor da leis que exigem o fim do bloqueio.
Também solicitamos as organizações membros a participarem ativamente na Segundo Jornada Contra o Bloqueio em Washington DC de 18 a 22 de abril para levar pessoalmente a nossa mensagem ao Capitólio para acabar com o bloqueio contra Cuba.
A maioria do povo estadunidense quer ter relações diplomáticas e econômicas normais com Cuba. A maioria dos estadunidenses veem Cuba de forma favorável de acordo com uma pesquisa recente do Gallop. Devemos lembrar aos nossos representantes em Washington que chegou a hora de acabar com todos os aspectos do bloqueio. Mostremos nossas caras em Washington; façamos que escutem nossas vozes em Washington. Nós somos parte do povo dos EUA que quer e exige uma política justa em relação a Cuba.
Fonte: Siempre con Cuba
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
18 de fev. de 2016
OBAMA EM CUBA? QUE VENHA A FERA MAS QUE SOLTEM O MACACO. POR IROEL SÁNCHEZ
Nas últimas semanas, várias fontes vêm anunciando uma possível visita
do presidente dos EUA Barack Obama a Cuba que já teria data fechada
como parte de uma turnê latino-americana, que incluiria Argentina,
Colômbia e Peru, no final de março.
Sem dúvida, se houver, esse
fato seria um impulso para a normalização das relações entre os dois
países e um golpe para os setores que se opõem a este processo
desencadeado publicamente em 17 de dezembro de 2014.
A julgar por
suas declarações à Yahoo Notícias semanas atrás, a visita de Obama
também é vista como um instrumento para forçar mudanças que
historicamente os EUA têm buscado em Cuba e fortalecer sua influência no
hemisfério ocidental, o que foi reiterado em seu discurso sobre o
estado da União diante do Congresso.
"Se querem consolidar a
nossa liderança no continente devem reconhecer que a Guerra Fria acabou,
levantem bloqueio", disse Obama diante do plenário da Câmara e do
Senado em 12 de janeiro depois de reconhecer que mais de cinquenta anos
de bloqueio econômico não trouxeram a democracia, como pretendia
Washington, na maior das Antilhas.
Mais uma vez, o presidente
deixou ao Congresso uma tarefa na qual ele pode contribuir muito mais do
que tem feito. Não só pela quantidade de mudanças ao alcance do poder
presidencial que pode enfraquecer o bloqueio sem a necessidade da
intervenção legislativa: a autorização do uso do dólar nas transações
internacionais de Cuba; reverter a política de perseguição financeira
contra a Ilha; permitir as importações para os EUA de produtos e
serviços cubanos e autorizar exportações diretas para Cuba, estão entre
eles, e também por decisões específicas solicitadas por entidades de seu
país que espera há meses pela aprovação de seu governo. Entre estas
últimas estão a autorização tramitada pela MLB para que jogadores de
beisebol cubanos possam jogar nos Estados Unidos sem romper com seu país
de origem, ou licença para uma empresa de produção de tratores
destinados a agricultores privados para estabelecer-se na Zona Econômica
Especial de Mariel, a oeste de Havana.
Outro instrumento da
estratégia da Guerra Fria em relação a Cuba que o presidente pode mudar é
a política de acolhida automática, em caráter de refugiados políticos,
para todo imigrante cubano que chegue a solo estadunidense, o que
incentiva o tráfico de pessoas e a migração ilegal, como ferramenta de
desestabilização contra a Ilha junto aos mais de cinquenta milhões de
dólares distribuídos pelos EUA entre as pessoas que organizam e treinam
para "programas de apoio à democracia" em território cubano.
O
Presidente não considerou a reivindicação histórica do povo de Cuba
sobre o território de Guantánamo que os EUA ocupam militarmente e
tornou-se um campo de tortura que Obama não tem podido fechar. A base
militar que não é uma relíquia da Guerra Fria, mas de oportunismo com
que Washington interveio na guerra de independência que os cubanos
lutaram contra a Espanha, chegando como aliado dos libertadores porém
atuando como ocupante, e impondo uma emenda constitucional que lhe deu
direito de instalar bases militares consideradas necessárias, bem como a
prerrogativa de intervir pela força toda vez que desejasse.
Em
seu último discurso sobre o Estado e a União diante do Congresso, o
presidente dos EUA disse que "os Estados Unidos são a nação mais
poderosa da Terra. ponto ". O "ponto" nos recorda que diz algo que não
tem discussão: Os EUA é o rei da selva em que suas mesmas políticas têm
transformado o planeta.
Na história das relações entre Cuba e os
EUA, e as circunstâncias em que ela ocorre, a visita do presidente dos
EUA a Havana não deixa de ser parte de um confronto, porém um confronto
que como disse o líder cubano, Raul Castro, deve transcorrer de uma
maneira civilizada entre iguais.
Assim como diz uma canção
cubana, que venha a fera que a estamos esperando. Porém se seu país é
tão poderoso, Obama não deveria temer soltar um pouco as amarras antes
de fazer a honra de visitar-nos, ou é como diz outro ditado popular em
Cuba, o bairro bonito só gosta das lutas de leão e macaco com o macaco
amarrado?
(Cubahora)
Via: La Pupila Insomne
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
CRIADO EM OHIO CONSELHO PARA POR FIM AO BLOQUEIO CONTRA CUBA
Líderes empresariais e comunitários de Ohio criaram um conselho
representando uma ampla gama de indústrias locais, e tornou-se a
principal coalizão de empresas privadas que trabalham em Ohio para por
fim ao bloqueio econômico contra Cuba.
O anúncio veio depois de
uma pesquisa recente, onde 78 % dos moradores de Ohio -democratas e
republicanos- apoiam o fim do bloqueio a Cuba e aprovam a restauração
das relações diplomáticas entre os dois países.
"É hora de dos líderes em Washington escutarem as pessoas de Ohio e se comprometerem com Cuba ", disse James Williams, presidente da Engage Cuba Coalition.
Entre os membros do conselho destacam-se Michael Drake, presidente da
Universidade de Ohio; Jane Campbell, ex-prefeito de Cleveland; Brad
Moffitt, Diretor do Estado de Desenvolvimento de Mercado da Associação
de Produtores de Milho e Trigo, e Ronald Richard, presidente da Fundação
Cleveland.
Segundo Brad Moffitt, diretor da Associação de Desenvolvimento de Mercado da Associação de Produtores de Milho e Trigo de Ohio, "Cuba representa um mercado novo e excitante, com mais de 11 milhões de clientes potenciais para os nossos agricultores."
"Agora é o momento para o comércio com o povo cubano", disse ele.
(Com informações da Prensa Latina)
Via: CUBADEBATE
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Segundo Brad Moffitt, diretor da Associação de Desenvolvimento de Mercado da Associação de Produtores de Milho e Trigo de Ohio, "Cuba representa um mercado novo e excitante, com mais de 11 milhões de clientes potenciais para os nossos agricultores."
"Agora é o momento para o comércio com o povo cubano", disse ele.
(Com informações da Prensa Latina)
Via: CUBADEBATE
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