7 de mar. de 2016

CONSULESA DE CUBA IVETTE MARTINEZ: "REAPROXIMAÇÃO DOS EUA SIGNIFICA RECONHECIMENTO DA RESISTÊNCIA DO POVO CUBANO DIANTE DE SUA REVOLUÇÃO!" (VÍDEO)

#‎FIMDOBLOQUEIO‬

"Cuba pode não ser o melhor do mundo, mas é um mundo melhor", defende diplomata cubana

Foto: Jussara Silva

 Do Coletivo Maruim

Como reflexo do processo de reaproximação diplomática entre Cuba e Estados Unidos, iniciado no fim de 2014, o presidente estadunidense Barack Obama anunciou na última quinta-feira (18) que vai visitar ilha caribenha em março. Será a primeira viagem oficial de um presidente dos EUA a Cuba em 88 anos.

Também na semana passada, terça-feira (16) foi anunciado um novo acordo que reestabelecerá rotas regulares de voos comerciais entre os dois países. As empresas aéreas que vencerem a licitação poderão operar um total de 110 voos diários de ida e volta, já a partir do último trimestre deste ano. Atualmente, todos os aviões que fazem diariamente a rota são fretados.

A estatal Cubana de Aviação, no entanto, não poderá operar os novos voos por conta de litígios judiciais contra a empresa nos EUA que poderiam fazer com que seus bens fossem confiscados caso entrassem em território estadunidense.

O economista cubando Guillermo Andrés Alpizar considera preocupante que o bloqueio tenha se mantido para a empresa estatal cubana. “O ‘bolo’ das receitas com o transporte aéreo, que pode ser muito importante, não vai estar bem repartido”, alertou o professor de Economia Internacional na Universidade de Havana.

A relação entre Cuba e EUA foi reatada em 17 de dezembro de 2014. Durante o discurso em que anunciou a novidade, o presidente dos EUA Barack Obama taxou de “antiquada” a política externa do seu país, que há mais de 50 anos optou por isolar política e economicamente o vizinho socialista.

No mesmo dia, o fato também foi celebrado em rede nacional pelo presidente cubano Raúl Castro que, no entanto, lamentou a manutenção do embargo econômico que está em vigor desde 1961 e atualmente é regulamentado em lei nos EUA. 

“Entendemos que a primeira causa para o processo de reaproximação é o reconhecimento da resistência do povo cubano, de que o projeto cubano tem credibilidade no país e de que o povo está comprometido em defende-lo”, explica a Cônsul de Imprensa do Consulado de Cuba em São Paulo, Ivette Martinez Leyva.

Neste último ano, as embaixadas de ambos países foram reabertas, prisioneiros políticos foram libertados e Cuba foi retirada da lista de países considerados terroristas pelos EUA. Apesar de reconhecer vantagens econômicas com geração de novas receitas no turismo, por exemplo, Alpizar avalia que, no momento, a reaproximação entre os dois países não é equitativa. “Cuba continua bloqueada pelos EUA, aí não há reciprocidade”, adverte.

Assista o vídeo da entrevista com a Cônsul cubana Ivette Martinez:

                                                                                                             
Fonte: Solidários

                                                                       VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

O SIONISMO NÃO PODE COM O NOSSO AMOR PELA PALESTINA

Arquivado o caso aberto pelo DAIA contra os jornalistas Carlos Aznárez e Ruben Saboulard

Publicado por ROMPIENDO MUROS em 22 de de 2016


por Carlos Aznárez
Diretor de Resumen Latinoamericano


Em meio aos contínuos atentados e assassinatos contra o povo palestino, e quando o nosso colega, o jornalista Muhammad Al-Qiq ainda lutando contra a morte nos 89 dias de sua greve de fome, na Argentina, podemos transmitir uma boa notícia ligada à luta em defesa da autodeterminação da Palestina ocupada. Um ano e dois meses depois que a Delegação de Associações Israelitas Argentinas (DAIA), expressão local do sionismo com a Embaixada de Israel, abriu um processo criminal contra os jornalistas Carlos Aznárez (Diretor de Assunto Latino-americano) e Ruben Saboulard (diretor da revista La Maza), o promotor responsável pelo caso decidiu arquivar o problema por não encontrar provas suficientes para iniciar o julgamento e muito menos para enviar para a prisão os dois jornalistas, como queriam os representantes sionistas. 

Como argumentamos em todas as oportunidades o que estava em discussão era a defesa da liberdade de expressão e de opinião e não um ataque a crenças religiosas ou raciais da comunidade judaica, como alegado pelo DAIA.

No meio de toda essa insólita agressão por parte do sionismo, tentaram neutralizar meu trabalho jornalístico, através da apreensão de todos os meus e-mails de trabalho e pessoais, infrutiferamente exigindo ao Google internacional que facilitasse, vasculharam nosso site em busca de sinais delinquenciais onde só encontraram informações objetivas do que realmente está acontecendo na Palestina ocupada e em outras partes do mundo, e não o que o DAIA gostaria de ser encontrado.

Nós dissemos na época, quando comunicamos esta manobra repressiva e pedíamos apoio para a batalha: por trás de todas essas jogadas (comuns no sionismo) existe a ideia de disciplinar aqueles que trabalham no jornalismo ao lado dos povos e, neste caso, da muitas vezes ultrajada nação palestina. Quiseram nos condenar pelo uso da liberdade de expressão e opinião, por falar em um evento condenando o massacre produzido por soldados israelenses em Gaza, por relatar a partir de nossa própria sensibilidade sobre o uso de bombas de fósforo contra a população civil ou execuções sumárias diárias que estão ocorrendo na Cisjordânia. Tentaram nos silenciar por protestar através de palavras e atos, pela subjugação através de décadas de direitos humanos das mulheres, homens, crianças da Palestina, por nos recusarmos a aceitar como natural que nas prisões-túmulo de Israel estejam confinados mais de 4.500 palestinos e palestinas, muitos deles crianças de pouca idade, que sofrem todos os tipos de tortura. Que mostremos em nossos meios de comunicação tudo isso e muito mais, é o que desagrada aqueles que fazem uso de ataques e penas criminais contra as opiniões daqueles que discordam de suas práticas.

Por isso consideramos, a partir de resenhas Latino-americano, que este arquivo é uma grande vitória contra os poderes repressivos. E como sempre ocorre, há protagonistas que vencendo o medo muitas vezes infundem a arrogância sionista e não hesitaram um só instante para nos defender e repudiar o ataque que sofremos. Todos eles, têm sido importantes: começando com os nossos queridos companheiros da União dos Advogados e a Liga Argentina para os Direitos do Homem, que através dos doutores Eduardo Soares, Roberto Perdía e Ernesto Trastenberg, que tomaram para si a tarefa de combater judicialmente o abuso. Por que não dizer do colaboradores e correspondentes do Resumo da América Latina aqui em Cuba, Brasil, na Venezuela, nos Estados Unidos e na Europa, ou colegas jornalistas, de organizações de direitos humanos e movimentos populares, sindicatos, estudantes e os políticos, que desde o primeiro dia se aproximaram com suas mensagens de apoio, assinando notas e manifestos ou difundiram midiaticamente o que acontecia com o nosso caso.

Menção especial também para o acompanhamento de numerosas entidades e personalidades judaicas não-sionistas que sabendo de primeira mão, muitas delas por terem sofrido o que é o sionismo, não hesitaram um momento para aderir à campanha.

No entanto, há algo que nos tocou especialmente: que é a rede internacional de solidariedade. Milhares de assinaturas chegadas de todos os continentes defendendo nosso direito de falar e expressar-nos. Vozes totalmente distintas e muitas vezes diferentes politicamente unidas na defesa da Palestina.

Agora que este processo judicial foi indeferido desejamos não baixar a guarda e seguir ecoando pelo amor a Resistência Palestina, de tudo o que acontece no território ocupado, ajudando desta maneira a romper o cerco informativo imposto pelo sionismo e pelo imperialismo estadunidense. E a nível local, comprometer-nos a apoiar ao nosso colega Saboulard, que enfrenta um caso semelhante aberto há tempos pela DAIA.

                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

21 de fev. de 2016

VÍDEO: QUAL O PRATO PRINCIPAL DA VISITA DE OBAMA A CUBA?

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A BRIGADA MÉDICA CUBANA MERECE O PRÊMIO NOBEL DA PAZ



MONCADA

A brigada médica cubana merece o Nobel da Paz. O ex-presidente do Timor Leste, José Manuel Ramos-Horta, manifestou hoje que nenhuma outra organização ou grupo de pessoas no mundo merece tanto o Prêmio Nobel da Paz como a brigada médica cubana.

De acordo com o ex-presidente (2007-2012), que recebeu o prêmio em 1996, como vencedor tem a oportunidade de nomear pessoas ou instituições para lhes entregar o prêmio, por isso este ano propôs os médicos da ilha caribenha que oferecem seus serviços em diferentes partes do mundo.

Se trata de uma iniciativa única e extraordinária que ninguém contestou, afirmou ele durante uma conferência no Congresso Internacional Universidade 2016, que terminou nesta sexta-feira no Palácio de Convenções de Havana.

A ocasião é perfeita para entregar o prêmio a brigada médica, assegurou o político, que reconheceu o apoio dado a seu país pela nação caribenha, onde 700 estudantes timorenses foram formados como profissionais de saúde.

Além disso, recordou, por iniciativa do líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, a ilha caribenha instalou no Estado asiático uma universidade de medicina, que permite que Timor Leste tenha atualmente mil médicos formados.

Cuba tem mais médicos no mundo que o grupo das sete maiores economias do mundo juntas. por que países como o Japão, Alemanha ou os Estados Unidos não fezem algo semelhante, não só na medicina, mas em outras áreas como a agricultura?, questionou ele.

Durante seu discurso, Ramos-Horta recordou que a cooperação médica da maior ilha das Antilhas começou em 1963, um ano após a independência da Argélia, quando o primeiro contingente partiu para o território Africano.

Ele destacou o fato de que enquanto outras organizações, como os Médicos Sem Fronteiras, já foram laureados com o Prêmio Nobel, da Literatura, que levam assistência aos lugares por um determinado período de tempo durante situações de emergências, os médicos cubanos permanecem em muitas nações o quanto seja necessário.

Ao mesmo tempo, e no contexto do tema do Congresso de ensino superior, ele ressaltou que a brigada médica é um exemplo de inovação educacional.

Servir o povo, a humanidade, formar os melhores profissionais, para isso deve ser a educação, expresso em referência ao trabalho dos professores cubanos que formam os trabalhadores de saúde em territórios como a Venezuela, Iêmen, Guiné-Bissau, Gana e seu próprio país.

Fonte: Prensa Latina - sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016


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20 de fev. de 2016

VÍDEO RETRATA AS AGRESSÕES COMETIDAS PELOS EUA CONTRA CUBA DESDE A VITORIOSA REVOLUÇÃO CUBANA

#‎FIMDOBLOQUEIO‬

Em 6 de outubro de 1976 um atentado terrorista contra avião cubano matou 73 pessoas.

Este vídeo mostra as agressões que Cuba vem sofrendo por parte dos EUA desde o início de sua Revolução. Mostra também a firmeza e a determinação do povo cubano em não se render às pressões exercidas pela maior potência econômica e militar do planeta em todos os tempos. Há mais de cinco décadas o país vem sendo obrigado a suportar o maior bloqueio já exercido sobre qualquer país na história da humanidade - somando-se a isso diversos ataques terroristas e atos de sabotagem que visam destruir seus meios de produção com vista a causar-lhe escassez de alimentos e outros recursos. 

No entanto, Cuba dá um exemplo para a toda a humanidade de que é possível resistir vitoriosamente a toda essa monstruosa agressão imperialista quando um povo está dotado de consciência política, determinação de luta e organização.


                         
                                              
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PARA QUE NINGUÉM SE ILUDA




A melhor coisa para os Estados Unidos e Cuba é desfrutar algum dia de relações normais, uma situação que a ilha nunca conheceu desde a sua independência da Espanha em 1902, pôs o vizinho do norte sempre aspirou a ser o dono e senhor do maior arquipélago das Antilhas.

Assim reconhece a história desde que, em 1802, o governador do Mississippi, William C. Claiborne, disse em uma carta ao presidente Thomas Jefferson:

"... Não desejo nada mais do que ver a bandeira do meu país voando sobre o castelo de El Morro. Cuba é a entrada real para o Mississippi, e a nação que possui poder no futuro de mandar no Hemisfério Ocidental ".

Até 1820, Jefferson considerava que "Cuba era a adição mais interessante que poderia ser feita para o nosso sistema de estados ... devemos, na primeira oportunidade, apoderarmos de Cuba".

Depois de restabelecidas as relações diplomáticas em 17/12/2014, não se percebeu nenhuma evidência forte de que os dois países podem chegar a normalizar suas relações, apesar do presidente Barack Obama, dizer o contrário.

O principal obstáculo é a permanência do criminoso bloqueio econômico, comercial e financeiro que os Estados Unidos insistem em disfarçar de embargo, quando seus documentos, classificados em 1962, conceituam como uma "guerra econômica para induzir o regime comunista a fracassar em seus esforços para cumprir necessidades do país ".

Além disso, existem outros impedimentos como a existência da Base Naval em Guantánamo no território Guantánamo, resultante da imposição de um apêndice à primeira Constituição da República de Cuba nascida em 1901, conhecida como Emenda Platt, nome do senador Orville Platt, que propôs ao presidente dos Estados Unidos.

Roberta Jacobson

Para que ninguém seja enganado e sonhe com essa normalização das relações, que, segundo declarou o presidente Obama, será alcançado durante o recente anúncio de sua visita a Cuba em março próximo, a mesma secretária adjunta para Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado, Roberta Jacobson, o deixou bem claro durante seu depoimento em 16/02/2016 diante do Comitê de Assuntos Exteriores da Câmara de Representantes, um dia depois que ele fez diante da Subcomissão de Assuntos do Hemisfério ocidental do Senado.

Em sua defesa Jacobson assegurou de forma irrefutável que:

"Os EUA não entregarão a Cuba a Base Naval de Guantánamo, nem tão pouco fechará (as ilegais e subversivas) Rádio e TV Marti, acrescentando que "meu governo não está interessado em discutir esta questão, e o assunto de Guantánamo não está na mesa destas conversações ".

Como se sabe, ela é responsável pelas negociações com as autoridades cubanas para a restauração das relações bilaterais entre Washington e Havana, pois está habilitada a emitir tais critérios.

Subverter politicamente a população cubana é um propósito histórico desde 1959, quando triunfou a Revolução liderada por Fidel Castro. A Rádio e TV Marti foram criadas precisamente para este fim, sob o argumento de "promover uma sociedade aberta e pluralista em Cuba" , algo que nunca tentaram fazer durante a tirania sangrenta de Fulgencio Batista.

Ambas as emissoras têm custado aos contribuintes estadunidenses ao longo dos últimos 30 anos 770 milhões de dólares, e em 2016 vai custar 27 milhões de dólares a mais, segundo afirmou a congressista democrata Betty McCollum, quando no final de janeiro passado apresentou um projeto de projeto de lei na Câmara dos Representantes para fechar os dois "meios de comunicação".

Portanto, Obama poderá visitar Havana, desfrutar de seus encantos, da hospitalidade de seu povo, compreender o disparate da política de obrigar a "rendição" de um país pela fome e pelas enfermidades do povo cubano, porém nada disso fará derrubar o alto e sólido muro do bloqueio econômico, comercial e financeiro, sustentado também pela lei para a liberdade e a solidariedade democrática cubana, ou Lei Libertade, aprovada em 1996, mais conhecida como Lei Helms Burton.

Diante de situações semelhantes José Martí disse:
"Os sonhos da imaginação não valem grande coisa quando é necessário exercer um pensamento."
 
Publicado por: heraldocubano
Por: Arthur Gonzalez.
Via: Guayacán de Cuba 
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DECLARAÇÃO DA REDE DE SOLIDARIEDADE COM CUBA NOS EUA (NNOC) SOBRE A VIAGEM DO PRESIDENTE OBAMA A CUBA


A Rede Nacional de Solidariedade com Cuba nos EUA congratula-se com a visita do presidente Obama a Cuba em 21 e 22 de Março de 2016. Esta visita é histórica, não só porque será a primeira vez desde 1928 que um presidente dos Estados Unidos visita Cuba, mas mais importante ainda porque representa mais um passo nos esforços para melhorar as relações que começaram após os anúncios feitos em 17 de dezembro de 2014 pelos presidentes Raúl Castro e Barack Obama.

Apesar das medidas que o presidente Obama tem tomado, o bloqueio econômico, comercial e financeiro permanece intacto, o estabelecimento total do comércio bilateral não tem acontecido, a Lei de Ajuste Cubano ainda está em vigor e os fundos para financiar programas subversivos ainda estão disponíveis. Apesar dos planos para restaurar os voos comerciais com Cuba, ainda é negado aos estadunidenses o direito de viajar sem restrições. A base naval de Guantánamo continua aberta e o território ainda não foi devolvido a Cuba. Produtos farmacêuticos cubanos que salvam vidas não estão disponíveis para os estadunidenses e continuam negando aos cubanos acesso a muitos medicamentos patenteados nos Estados Unidos.

Instamos o presidente Obama a aproveitar ao máximo esta oportunidade de encontro do o povo cubano e seu governo e se comprometer-se a estabelecer um diálogo mutuamente respeitoso e ao mesmo tempo reconhecer e aceitar as diferenças. Estamos confiantes de que o presidente Obama vai experimentar o calor do povo cubano e seu desejo de uma relação mais positiva como parceiros e vizinhos.

É fundamental que os membros da Rede Nacional (NNOC) continuem exigindo dos seus senadores e representantes no Congresso o fim do bloqueio. Instamos as organizações membros da rede para ligar ou visitar os seus representantes, em 21 e 22 de Março e pedir-lhes para votar a favor da leis que exigem o fim do bloqueio.

Também solicitamos as organizações membros a participarem ativamente na Segundo Jornada Contra o Bloqueio em Washington DC de 18 a 22 de abril para levar pessoalmente a nossa mensagem ao Capitólio para acabar com o bloqueio contra Cuba. 

A maioria do povo estadunidense quer ter relações diplomáticas e econômicas normais com Cuba. A maioria dos estadunidenses veem Cuba de forma favorável de acordo com uma pesquisa recente do Gallop. Devemos lembrar aos nossos representantes em Washington que chegou a hora de acabar com todos os aspectos do bloqueio. Mostremos nossas caras em Washington; façamos que escutem nossas vozes em Washington. Nós somos parte do povo dos EUA que quer e exige uma política justa em relação a Cuba.

Fonte: Siempre con Cuba 

                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!