23 de mar. de 2016

VÍDEO EM QUE MIGUEL BARNET FALA SOBRE VISITA DE OBAMA A CUBA: "PERCEBI QUE OBAMA SE RETRAI QUANDO CHE É MENCIONADO


O poeta e ensaísta Miguel Barnet concedeu uma entrevista especial à Arleen R. Derivet da TeleSUR em que afirmou que a visita do presidente dos EUA, Barack Obama, a Cuba foi um gesto corajoso e um ato de honestidade. "Achei que seu discurso foi um discurso moderado, e foi muito respeitoso com o povo de Cuba", Afirmou.

Durante a entrevista Barnet mencionou os atentados terroristas cometidos contra a Cuba, as inúmeras tentativas de assassinato cometidas contra Fidel e a crueldade imposta aos cubanos por mais de meio século de "um  bloqueio criminoso e genocida" que impossibilitou, entre outras coisas, a importação de matéria prima a ser utilizada na produção de remédios importantes. 

"É preciso ficar atento, ficar alerta, porque uma política consumista pode trazer muitos danos à nossa política cultural. Temos que evitar os produtos culturais da frivolidade e o entretenimento pelo entretenimento," falou o etnólogo.

  • Miguel Barnet é um poeta, narrador, ensaísta, etnólogo e político cubano, presidente da União de Escritores e Artistas de Cuba (2007) e da Fundação Fernando Ortiz. Além de membro do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, deputado na assembleia Nacional e membro do Conselho de Estado.


                                                                                     
Fonte: CUBANET

                                                                 VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!


ENCONTRADOS PRESOS POLÍTICOS EM CUBA - NEM ACUSAÇÃO ELES TÊM - E SOFREM TORTURAS

A verdade, acima de tudo !
Guantánamo - território ocupado ilegalmente pelo governo estadunidense.



      VENCEREMOS !!!      

VAMOS FALAR DE VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS E PRESOS POLÍTICOS EM CUBA: O DIÁRIO DE HORROR ESCRITO POR UM PRESO DE GUANTÁNAMO


Base Naval dos EUA, mantida de forma ilegal na Baía de Guantánamo, território cubano, ficou muito conhecida por escândalos de mortes e torturas aos presos. Mohamedou Ould Shlahi relata em um livro as torturas e humilhações a que foi submetidoimpostas 
Mohamedou Ould Shlahi, preso na base estadunidense de Guantánamo.
No segundo ou terceiro dia de sua chegada à prisão de Guantánamo, Mohamedou Ould Shlahi entrou em colapso em sua cela. "Continuamente vomitava e por isso ficou totalmente desidratado", conta em um livro que chegou às livrarias no dia 20 de janeiro de 2015, sobre o prisioneiro número 760, da terrivelmente notória prisão onde os EUA encarceram supostos terroristas após os ataques de 2001.

Shlahi continua preso na mesma cela em que escreveu suas memórias de horror sem que tenham provado qualquer crime. Antes de chegar em Guantánamo, ele havia sido interrogado durante nove meses, primeiro na Jordânia e em seguida na base aérea dos EUA em Bagram, no Afeganistão.

Só as disputas jurídicas pelo "Diário de Guantánamo", de Slahi, é um explosivo que pode ocupar 466 páginas escritas à mão. Por mais de seis anos seus advogados lutaram para conseguir que fosse publicado o manuscrito, sempre sob os protocolos rigorosos do exército dos EUA: o texto foi guardado em um local seguro perto da capital Washington, e só é permitido seu acesso aqueles que disponham possuídos das máximas competências de segurança no país. Além disso, antes da publicação foram tiradas e censuradas páginas inteiras.

A parti da publicação do livro veio à luz uma versão detalhada e tímida de um dos capítulos mais tenebrosos da história dos militares estadunidenses, apenas alguns meses depois um relatório do Senado descreveu como tortura alguns dos métodos de interrogatório usados pela CIA após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

A história de Slahi se une esses relatos horríveis com perturbadoras imagens das câmaras de tortura de Guantánamo: foi intimidado, humilhado, desmoralizado e assim, forçado a confessar através da privação do sono. Ele sofreu,segundo conta, interrogatórios intermináveis, confinamentos em câmara fria, espancamentos, insultos e humilhações.

"De repente entrou uma equipe de comando composta por três soldados e um cão pastor na nossa sala de interrogatório," descreve Slahi, que conta como dois homens totalmente encapuzados o golpearam brutalmente no rosto e nas costelas. "Vendem os olhos do filho da p ... se ele olhar", gritou um e então alguém bateu-lhe com força no rosto e, em seguida, cobriu os olhos, os ouvidos e colocou um saco na sua cabeça e o amarrou.

"Eu não disse nada, estava totalmente dominado pela surpresa e convencido de que naquele momento iriam me executar", escreve Slahi, que foi então arrastado para fora e jogado em um caminhão, depois seguiu em uma viajem de barco pelo mar do Caribe onde continuaram as torturas.

"O comando de tortura continuou por mais três ou quatro horas e depois me entregaram a outra equipe que utilizava outros métodos de tortura", conta Slahi. O obrigaram a beber água salgada, encheram suas roupas com cubos de gelo desde o pescoço até os tornozelos para fazê-lo sofrer, ao mesmo tempo que apagavam os vestígios dos golpes anteriores.

O comando, conforme relatado por Slahi, agiu sob ordens das mais altas instâncias. Donald Rumsfeld, secretário da Defesa do presidente George W. Bush, estava familiarizado com as ações e ordenou o aumento da pressão contra suspeitos de conspiradores da Al Qaeda com interrogatórios mais intensos.

"Não mostrem piedade. Aumentem a pressão. Leve-o à loucura", cita Slahi, o que disse um dos guardas. O mesmo prisioneiro desenvolveu a sua própria estratégia na prisão: "Me mostrava cada vez com mais medo, como era na realidade." Porque se não, eles teriam me tratado ainda pior, diz ele. Continuamente pensava em sua família. Após anos de isolamento, ele hoje está autorizado a retomar contato.

Na ocasião do lançamento do livro em Londres, seu irmão Yahdih Ould Slahi assegurou sua inocência e afirmou que isso o fará resistir. "Se eu tivesse que falar sobre tudo o que tem sofrido minha família ficaria aqui até amanhã."

Yahdih, que vive na Alemanha, soube que seu irmão estava em Guantánamo pelos meios de comunicação. No início, a família na Mauritânia não queria acreditar, mas depois veio a primeira carta da prisão. "A primeira carta foi muito, muito difícil para nós." Quando Mohamedou Slahi pode falar pela primeira vez com a família por Skype, todos choraram. O livro é a derradeira salvação para a família, que está orgulhosa dele. "Nossas mulheres e crianças deixaram de chorar."


Fonte: DPA

Via: Clarín
Clarin.com
                                                                     VENCEREMOS !!! 

22 de mar. de 2016

FREI BETTO: CUBA PODE VIRAR UMA PEQUENA CHINA


Amigo pessoal de Fidel Castro, o teólogo brasileiro diz que a visita de Obama à ilha pode apressar o fim do bloqueio econômico, mas teme o tsunami capitalista



Por Vinícius Mendes

Quando o então presidente estadunidense, Calvin Coolidge, desembarcou no aeroporto José Martí, em Havana, em janeiro de 1928, e foi recebido pelo seu colega, Gerardo Machado, ele não poderia imaginar que a pequena ilha viveria, 30 anos depois, uma revolução socialista, que os Estados Unidos se tornariam seu ‘maior inimigo’ e que uma nova visita de um presidente americano em exercício só ocorreria 88 anos depois.

Neste domingo (20), o presidente Barack Obama desembarca na ilha em uma visita histórica em meio a uma tentativa de retomada de relações entre os dois países, anunciado em dezembro de 2014. Essa aproximação caminha a passos lentos, mas, com a visita de Obama, pode ganhar um impulso.

“Barack Obama vai a Cuba agora e pode ser que o Congresso americano decida suspender o bloqueio econômico como um gesto de proximidade. Pode ser. Não depende do Obama, depende do Congresso”, avalia Frei Betto, um dos principais apoiadores do regime cubano e amigo pessoal de Fidel Castro.

À Calle2, o teólogo diz que a reaproximação entre os dois países somente será benéfica quando o bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos cair (“o bloqueio é um genocídio”), revela uma conversa pessoal com Fidel sobre os esforços de Obama e conta um temor: o de que Cuba acabe por “virar uma pequena China” − um governo socialista com uma economia capitalista.

Apesar de o líder da revolução ter publicado um artigo dizendo que Cuba e Estados Unidos seriam “sempre inimigos”, Betto assegura que Fidel Castro receberá, pessoalmente, Obama. 

“Você vai ver a foto do Fidel com o Obama juntos. Fidel sempre recebeu qualquer um. Até os Rockfeller. Com um detalhe: de cada dez inimigos que ele recebeu, nove saíram falando bem dele. O Fidel tem um carisma − que, aliás, o Lula tem também − sedutor. Os caras chegam lá achando que vão falar um monte pra ele e saem com outra postura”.

O Papa Francisco foi a Cuba duas vezes em seis meses. É difícil recordar uma presença papal em qualquer país do mundo em um período tão curto. Tem algo em especial?

Tem, principalmente porque Cuba é um país socialista que se abriu à liberdade religiosa a partir dos anos 1980. Nesse processo, há um passo importante que é a publicação da entrevista que o Fidel Castro deu a mim e que resultou no livro Fidel e a Religião. Foi a primeira vez que um líder comunista no poder falou positivamente do fenômeno religioso, o que promoveu uma grande abertura. Embora Cuba não seja um país católico, tem uma religiosidade profunda: uma mistura de tradição cristã com religiões de origens africanas. É como na Bahia. E mais do que isso: Cuba exerce um papel emblemático nesse planeta. Mil coisas passam no Brasil e ninguém fala nada.
 Qualquer coisa que acontece em Cuba repercute lá na Oceania. É impressionante como eles conquistaram esse fator emblemático. O Papa teve uma bela ideia de reatar as relações dos Estados Unidos com Cuba e, agora, de se encontrar com o Patriarca da Igreja Ortodoxa Russa, que sempre foi amigo de Cuba, em Havana, porque ele não queria que esse evento fosse nem em Roma, nem em Moscou e nem em um país cristão do Ocidente. Ele queria um país neutro. Foi um marco histórico. Um presente para Cuba, que passa por muitas mutações.

Que mutações o senhor enxerga?

Há um empenho do governo e do povo para que haja um aprimoramento do socialismo, mas todos sabem que vai acontecer um choque forte entre o tsunami consumista com a austeridade cubana quando o bloqueio econômico for suspenso. 

Ninguém sabe quando isso vai acontecer, mas ele é insustentável. As relações diplomáticas não vão amadurecer com a persistência do bloqueio e da Base de Guantánamo. 

Barack Obama vai a Cuba agora e pode ser que o Congresso americano decida suspender o bloqueio como um gesto de proximidade. Pode ser. Não depende do Obama, depende do Congresso, mas o próprio Donald Trump − que pode ser o futuro presidente dos Estados Unidos − e a Hillary Clinton já disseram que são contra o bloqueio, ainda que cada um por suas razões. O Trump por razões econômicas óbvias.

foto por: Rose Brasil/Agência Brasil



O Raúl Castro quer mesmo deixar o poder?

Ele disse no último congresso do partido que ficaria no cargo por cinco anos. Isso foi em 2013. Ou seja, em 2018 completa o prazo. O sucessor já está indicado: o Miguel Diaz-Canel, que é o vice-presidente…

O primeiro líder cubano que não viveu Sierra Maestra. Exatamente.

Modifica a estrutura do regime?

Claro. Uma coisa é o carisma impregnado dos irmãos Castro, outra é o coitado do Diaz-Canel, que vai ter que aguentar representar um país cuja história ele não está embutido. Ele pode estar intelectualmente embutido, mas não na prática. Com um detalhe: vai ter que conviver com sobreviventes de Sierra Maestra. Tem alguns sobreviventes da Revolução Cubana que estão com mais de 80 anos, porém gozam de boa saúde. Mas enquanto Raúl e Fidel estiverem vivos, acho que não precisa temer. Salienta-se também que o povo cubano é muito bem alfabetizado e, para além, é o único país socialista onde não há nenhuma manifestação pública significativa contra o regime.

 Existem aquelas Damas de Branco, que são uma meia dúzia de esposas de presos comuns que querem passar a ideia de que seus maridos são presos políticos. Quando o Francisco foi à Cuba no ano passado − e eu estava lá − o cardeal de Havana [Jaime Lucas Ortega] deu uma entrevista à imprensa internacional e, em um momento, um repórter estadunidense perguntou: “E os presos políticos?”. E o cardeal respondeu: “Aqui não há presos políticos”. E é isso: todos os presos políticos foram soltos.

 Agora, se uma pessoa, por razões políticas, colocar uma bomba em alguma rua de Havana e matar alguém, é um delito comum.

Nas conversas com a população cubana, nota-se uma dualidade de opiniões sobre a aproximação com os Estados Unidos. Há quem comemore e quem ache que se relacionar com o pior inimigo significa o fim da manutenção do regime, que também se ampara nesse conflito ideológico. O senhor tem um lado nessa dualidade?

Não. O bloqueio econômico é genocida. Quem é contra o fim do bloqueio não tem ideia do dano que ele causa e causou ao povo cubano. A expressão que os irmãos Castro usam é exatamente essa: um genocídio. Os Estados Unidos são o maior mercado do mundo e, por que não, para Cuba. Vou te dar um exemplo: em fevereiro, o filho mais velho do Fidel, o Fidelito Castro, me levou a conhecer o laboratório de nanotecnologia de Cuba, uma coisa fantástica que está sendo feita. E durante a visita ele me contou que o maior entrave para esse desenvolvimento no país é que eles não podem comprar nenhum equipamento que tenha componentes americanos. Quase todos os equipamentos do planeta tem uma porca, um parafuso, uma placa, um chip produzidos nos Estados Unidos. Nessa visita também vi um computador maravilhoso que faz próteses de audição para crianças. Detalhe: todos os bebês que nascem em Cuba passam, no primeiro mês, por um exame de surdez, porque, se você detecta no início, evita a gravidade da surdez e, portanto, que a criança fique muda. Esse exame é feito por um aparelho feito por um artesão, por causa da necessidade de medir o ouvido de cada bebê, por exemplo. A média de um artesão cubano de aparelhos de audição era de três por dia. Hoje, com o computador, produzem cem aparelhos em uma hora. Eles fazem a prótese por meio de uma impressora 3D. É impressionante. 

Mas, para desenvolver, precisa de equipamentos que estão nessa categoria de componentes americanos. Por isso que, para eles, é muito importante o fim do bloqueio.

Um dos opositores do governo cubano, Manuel Cuesta Morúa, disse recentemente que, quando o bloqueio acabar, vai ser tão fácil fazer negócios em Cuba que o socialismo vai acabar. É uma visão sensata?

É a esperança deles. Eu espero que ele não esteja certo. Acho que é possível manter uma ideologia socialista no governo e, inclusive, eles já tomaram várias medidas observando o problema da China. Entre elas, já disseram que não vai entrar Mc Donald’s, nada dessas coisas. O que vai entrar são instituições, como hotelaria, empresas, etc., tudo com 51% de domínio cubano e 49% de domínio estrangeiro. Nada pode ter maioria de capital privado e não vai ter bolsa de valores, especulação e outras características capitalistas.

Quando foi anunciada a aproximação entre Cuba e Estados Unidos, Fidel Castro publicou um artigo dizendo que eles seriam “sempre inimigos”. O que ele está achando pessoalmente da visita do Obama a Havana?

Os cubanos não são bobos. Imagina o tanto de dinheiro que o Obama vai levar pra Cuba com a visita dele. Só de jornalistas vão 2.500 pessoas. Pessoalmente, ele me disse o seguinte: “O Obama está mudando os métodos e não os objetivos. Ele precisa mudar os objetivos”. Mas ele vai ser muito bem recebido lá.

Alguma possibilidade de se encontrarem?

Eu tenho certeza que Obama vai visitar Fidel Castro em sua casa, assim como foi com o Papa, com o Patriarca da Igreja Ortodoxa Russa, como o presidente da França, François Hollande, como o primeiro-ministro italiano, Mateo Renzi. Isso é prestígio para Cuba e ainda mais porque não foi o Raúl que pediu para o Obama ir a Cuba, mas foi o próprio Obama que pediu para ir a Havana. Tem americano com ódio do Obama por causa disso.

Fidel receberia o Obama?

Claro. Tenho absoluta certeza disso. Você vai ver a foto do Fidel com o Obama juntos. Fidel sempre recebeu qualquer um. Até os Rockfeller. Com um detalhe: de cada dez inimigos que ele recebeu, nove saíram falando bem dele. O Fidel tem um carisma − que, aliás, o Lula tem também − sedutor. Os caras chegam lá achando que vão falar um monte pra ele e saem com outra postura.

Uma última pergunta mais geral: a eleição de Maurício Macri, na Argentina, as derrotas do chavismo no Legislativo venezuelano e do Evo Morales no último referendo na Bolívia indicam que o modelo progressista-desenvolvimentista latino-americano se esgotou?

Esse modelo está perdendo espaço porque não soube se consolidar por falta de um trabalho de organização e politização popular. Se acreditou muito em palavras de ordem, grandes mobilizações, carismas pessoais, mas não se fez um trabalho efetivo de organização popular e alfabetização política. Fui à Venezuela, à Argentina, à Bolívia, ao Equador, e em todos esses países as televisões estatais não cumprem a função de dar outra ótica para a população. Continua existindo uma influência norte-americana muito grande: muito filme de Hollywood, muita música enlatada, muita bobagem. É muito complicado para mim. Não que não possa ter. Não quero um realismo socialista, mas é preciso saber dosar. Não se espera que um povo seja politizado se ele se envenena com enlatados hollywoodianos. Isso emite valores, propostas, não há nada neutro ali. Por falta de consistência e dos fracassos econômicos constantes, esse modelo se esgotou.

Fonte: CALLE2

Vinícius Mendes
É jornalista e estudante de Ciências Sociais; considera-se atrás do seu tempo. Nessa abstração, poderia morrer com Bartolomé de Las Casas, sentar-se com Bolívar, atravessar o Rio da Prata com Artigas e ter lutado com Fidel, Che e Camilo na Sierra Maestra. Tudo umedecido por Galeano, Neruda e Gabo. Sempre Gabo.

                                                                     VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

OBAMA TEM MOSTRADO MAIS UMA VEZ UMA VIL E CONTROVERSA HIPOCRISIA

Obama não quer interferir na soberania de Cuba, mas encontra-se com seus financiados na Ilha 
 
Como esperado, o presidente Barack Obama, após supostamente discursar com franqueza e honestidade sobre não ter nenhuma intenção de proporcionar mudanças em Cuba que afetem sua soberania, se reuniu a portas fechadas com treze contra VEenvolvidos em planos de subversivos e desestabilizadores contra nosso país.

Os contra revolucionários convidados foram José Daniel Ferrer, Manuel Cuesta Morua, Elizardo Sanchez Santacruz, Zaqueu Baez, Dagoberto Valdés, Miriam Leyva, Berta Soler, Antonio Rodiles, Guillermo Fariñas, entre outros.

Logo depois de fornece-lhes o seu apoio, o que resultou na aplicação de uma ajuda de 30 milhões de dólares no atual ano fiscal. Obama disse que sente admiração por eles e sua "luta".
                                                                VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

VÌDEO: RAUL CASTRO: DÊ-ME UMA LISTA DOS PRISIONEIROS POLÍTICOS E IREI LIBERTÁ-LOS IMEDIATAMENTE

 
O Presidente cubano, Raul Castro, contestou, esta segunda-feira, a existência de prisioneiros políticos em Cuba, quando questionado por uma jornalista estadunidense sobre o assunto em uma conferência de imprensa conjunta com o homólogo estadunidense, Barack Obama.

"Dê-me uma lista dos prisioneiros políticos e irei libertá-los imediatamente", afirmou Castro, quando questionado sobre os Direitos Humanos e os prisioneiros políticos na Ilha.


"Após este encontro, pode dar-me a lista de prisioneiros políticos. E se tivermos esses presos políticos, serão todos libertados antes de a noite acabar", acrescentou.
  
Ainda em declarações aos jornalistas, o líder cubano afirmou esperar que os Estados Unidos e Cuba "aceitem as diferenças" entre os dois países e que privilegiem os vínculos entre eles em benefício dos povos cubano e estadunidense.

Cuba e Estados Unidos devem "aceitar e respeitar as diferenças e não torná-las o centro das relações entre as duas nações, e promover vínculos que privilegiem o benefício dos dois países e dos respectivos povos", disse Castro, após um encontro com o homólogo norte-americano, Barack Obama.

O encontro bilateral entre os líderes cubano e estadunidense aconteceu no âmbito da visita oficial de Obama à ilha caribenha, o primeiro Presidente norte-americano em exercício a pisar solo cubano em quase nove décadas, e do processo de restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, rompidas há mais de século, apesar da pequena distância entre eles, separados por apenas 150 quilômetros.

Depois de vários meses de conversações e negociações, os líderes cubano e estadunidense, Raúl Castro e  Barack Obama, anunciaram em 1 de julho de 2015 o restabelecimento das relações diplomáticas e a abertura de embaixadas nas capitais de cada país.

                                                                               
                                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

21 de mar. de 2016

VÍDEO EMOCIONANTE EM QUE JOEL SUAREZ COMENTA A VISITA DE OBAMA A CUBA


Entrevista com Joel Suarez, Coordenador do Centro Martin Luther King sobre a visita do presidente dos EUA a Cuba.
 
                                                                                                

                                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!