7 de abr. de 2016

NÃO AO BLOQUEIO A CUBA




Estados Unidos levantou as sanções ao Irã. E quando levantará o bloqueio a Cuba ? Ahhhhhh, é que Cuba não fabrica bombas atômicas, Cuba fabrica vacinas contra o câncer, Cuba envia médicos e ajuda humanitária aos países onde os efeitos das bombas são devastadores para a população civil.

Minha repulsa e condenação ao vergonhoso bloqueio dos EUA a Cuba.


                                                                   VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

ANTE A AMEAÇA E A AGRESSÃO, CUBA RESPONDE: MAIS REVOLUÇÃO!

#‎FIMDOBLOQUEIO‬
 

Para quem anda preocupado porque os hambúrgueres do palhaço e as águas negras do império entrarão com uma força brutal na ilha de tal maneira que acabarão com o socialismo abrindo uma etapa do capitalismo de Estado, aqui vai a resposta de um dos melhores caricaturistas de Cuba. Não vai acontecer nada, ninguém melhor que os próprios cubanos para saber como se defende uma Revolução. Lembrem da frase: "Ante a ameaça e a agressão Cuba responde: mais Revolução".

 
                                                                    VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

5 de abr. de 2016

CUBA CONVOCA 1º DE MAIO CONTRA BLOQUEIO E POR DEVOLUÇÃO DE GUANTÁNAMO


 
A Central, ligada ao governo comunista da ilha, afirma que “a festa do proletariado mundial acontecerá numa conjuntura em que a nossa América e o Caribe vivem um cenário político caracterizado por uma contraofensiva da direita e do capital transnacional”.

Além disso, afirma que “será um momento para denunciar as manobras dirigidas a desestabilizar os governos de esquerda e progressistas no poder, particularmente na Venezuela, Bolívia, Equador e Brasil”.

Durante a histórica visita a Cuba em Março, o presidente Barack Obama disse num discurso que o embargo vigente desde 1962 “fere os cubanos, ao invés de ajudá-los” e o chamou de uma “carga obsoleta”.

Obama pediu ao Congresso o fim do embargo e adotou reformas de atribuições do Poder Executivo para flexibilizar algumas sanções e promover um maior intercâmbio entre os países, que retomaram as relações diplomáticas em Julho de 2015, após meio século de inimizade.

Ao mesmo tempo, pressiona o Congresso pelo encerramento da prisão de Guantánamo, onde 91 suspeitos permanecem detidos, mas não há planos de devolução de Guantánamo.

Por Osvaldo Bertolino
Publicado por OUTROLADODANOTICIA.COM.BR
Fonte: Agência Angola Press

                                                     VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!          

3 de abr. de 2016

BRUNO RODRÍGUEZ: FIDEL CASTRO COM SUA EXTRAORDINÁRIA AUTORIDADE HISTÓRICA, POLÍTICA E ÉTICA DECOMPÕE CONCEITOS DE OBAMA



Quito. - O fim do bloqueio deve ser um ato unilateral dos Estados Unidos, disse ontem o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, em uma entrevista por telefone concedida aos meios de comunicação públicos de Equador.

segundo explicou o Chanceler ao conglomerado formado pela Rádio Pública do Equador, TV Equador, jornal El Telegrafo e agência de notícias Andes, o fim das sanções econômicas, financeiras e comerciais que Washington aplica contra Havana há mais de cinco décadas jamais poderia ser resultado de uma negociação, ou em resposta a concessões feitas pelo governo da Ilha caribenha.

Cuba não bloqueia os Estados Unidos, nem aplica nenhuma medida discriminatória contra as empresas estadunidenses, nem aos turistas dos EUA, lembrou o chefe da diplomacia cubana, que alertou que apesar das recentes medidas executivas adotadas pelo presidente Barack Obama "o bloqueio continua é uma realidade asfixiante."

Neste sentido sinalizou que a decisão do presidente para autorizar o uso do dólar nas transações com a ilha caribenha não passou de "um mero anúncio", para os bancos cubanos, disse, continuam impedidos de abrir contas no país do norte.
Posso afirmar que neste momento não há operações financeiras normais, assegurou.

Rodríguez advertiu que apesar do processo de normalização das relações bilaterais iniciado em 17 de dezembro de 2014, e cujo resultou na recente visita de Obama a Havana, jamais se poderá chamar de laços normais enquanto os Estados Unidos continuarem usurpando o território cubano de Guantánamo ou financie programas de rádio e televisão para alterar a ordem constitucional vigente no país caribenho.

Ele também alertou que Washington mantém intactos os seus objetivos estratégicos de dominar Cuba econômica e politicamente, citando como exemplo a abertura no campo das telecomunicações, e apoio financeiro ao setor não estatal, que só visam, disse ele, construir uma oposição ao governo.

No que diz respeito as chamadas feitas pelo presidente dos Estados Unidos ao povo cubano para esquecer a história e só olhar para o futuro, a autoridade salientou que Cuba está disposta a construir uma relação de diálogo e cooperação com os Estados Unidos, mas sem que isso implique renunciar "nem um milímetro" aos princípios da Revolução, nem a sua independência.

Os discursos podem ser agradáveis, até mesmo sinceros, porém, nenhuma uma frase educada, sorriso ou gesto de simpatia pode fazer esquecer uma história longa, complexa, que marca a vida dos cubanos, disse o chanceler, que ressaltou que 77% dos seus compatriotas nasceram sob o bloqueio estadunidense.

Nesse sentido qualificou de extremamente oportuna a reflexão publicada segunda-feira por Fidel Castro sobre a visita de Obama ao país caribenho, em que o líder da Revolução cubana afirmou que Cuba não necessita de presentes do império.

"Me parece extremamente oportuna a reflexão do Comandante Fidel Castro, com sua extraordinária autoridade histórica, política e ética em nosso povo e, em geral, na opinião pública internacional, quando decompõe esses conceitos e reitera e que é uma firme decisão do povo cubano", comentou Rodríguez.

Autor: Prensa Latina - http://www.prensalatina.com.br/
Fonte : Granma - internet@granma.cu 

                                                                  VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!


 

31 de mar. de 2016

VÍDEO COM RESPOSTAS DE RAÚL CASTRO NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA QUE ELE E BARACK OBAMA DERAM EM CUBA

#‎FIMDOBLOQUEIO‬ 


   Assista o vídeo: 

 

                           
                                                       
                                                                  VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

29 de mar. de 2016

DIAS DEPOIS DA HISTÓRICA VISITA DE OBAMA A CUBA, SOLIDÁRIOS SE REÚNEM EM WASHINGTON PARA EXIGIR O FIM DO BLOQUEIO




 PARA DIVULGAÇÃO IMEDIATA 23 de março de 2016

CONTATO:
Nancy Kohn: 617-504-9773

O Comitê Internacional de Paz, Justiça e Dignidade dos Povos voltará a Washington em abril, para colocar pressão sobre o governo do presidente Barack Obama que ao pode fazer muito mais para reduzir o impacto do bloqueio brutal de 55 anos contra Cuba e ao Congresso para que aprove a lei que finalmente porá um fim à agressão mais longa da história sobre um pequeno país que nunca atacou ninguém.

Presidente Obama e o executivo continuam anunciando novas regulamentações para aliviar as restrições contra Cuba em áreas como viagens e comércio, mas permanecem mínimas em relação ao que poderia realmente fazer Obama se fizesse uso de suas prerrogativas. O dano causado ao povo cubano pelo criminoso bloqueio permanece intacto.
 
Membros do Comitê Internacional, acompanhados por dezenas de simpatizantes dentro dos Estados Unidos e em outros países, se reunirão em Washington de 18 a 22 abril para a realização da "Segunda Joranada: Dias de Ação Contra o Bloqueio". Durante o evento visitaram escritórios de senadores e membros da Câmara dos Representantes e será realizado um importante fórum comunitário, "Através dos olhos cubanos", com informações a partir da perspectiva dos próprios protagonistas do que tem ocorrido em Cuba e o estado das relações entre os dois países.

Além do embaixador cubano em Washington DC, José Ramón Cabañas, os convidados da Ilha que que viajarão incluem profissionais de saúde envolvidos na luta contra o Ebola na África Ocidental e na reestruturação da infraestrutura de saúde no Haiti, a Diretora do Museu de Alfabetização de Havana, um representante do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), um estudante de jornalismo que vai apresentar uma história excepcional: Jorge Jérez "Jorgito el Camagüeyano". George nasceu em Cuba em 1993 com paralisia cerebral, mas graças ao atendimento do sistema de saúde e o sistema educação de Cuba, tornou-se um jovem jornalista cubano que não só usa seu conhecimentos e escritos para si, mas participa e trabalha ativamente. "O Poder dos Fracos" é um documentário do cineasta alemão Tobias Kriele sobre a vida de Jorgito, que será exibido durante a Jornada, em Washington.

Embora reconhecendo a importância da decisão do Presidente Obama, em dezembro de 2014, de por fim (em suas próprias palavras) "ao método ultrapassado imposto a Cuba durante décadas fracassou em fazer avançar nossos interesses" e a recente visita histórica do Presidente a Cuba, Alicia Jrapko do Comitê Internacional nos EUA explicou que Obama pode fazer muito mais para ajudar a normalizar as relações com Cuba. "Enquanto aplaudimos os passos que Obama tem tomado, o exortamos a utilizar seu poder executivo para desarticular o bloqueio, fechar a prisão de Guantánamo e devolver a Cuba seu território. Ele deve também por fim a lei preferencial "Pés secos, pés molhados", política que incentiva a imigração ilegal e insegura, deve por fim ao programa de liberdade para médicos cubanos que encoraja os profissionais a abandonar programas médicos de Cuba no exterior, e terminar com financiamento da USAID e o Fundo National para a democracia com seus programas destinados a promover a mudança de regime em Cuba ". 

Netfa Freeman, do Instituto de Estudos Políticos, um dos grupos organizadores das ações de abril disse que a maioria dos estadunidenses, incluindo cubanos estadunidendes, apoiam o fim do bloqueio. "Parte deste apoio", disse Freeman, "é o resultado de uma maior consciência da hipocrisia das exigências dos Estados Unidos de promover uma mudança da sociedade em Cuba, a qual não sofre da epidemia nacional de assassinatos de negros pela polícia e encarceramento em massa, ou males sociais como falta de moradia. A grande maioria dos cubanos tem garantidos moradia e cuidados de saúde como direitos humanos".

Freeman referiu-se a bem sucedida turnê de 10 dias pela Costa Oeste realizada recentemente por Miguel Fraga, primeiro secretário da Embaixada de Cuba em Washington DC, como outro sinal do estado de ânimo das pessoas. Fraga falou para umas 1.500 pessoas em 20 eventos diferentes, e foi apresentado no Senado do estado da Califórnia. "A Guerra Fria terminou", declarou aos seus colegas o senador estadual Isadore Hall III, onde pela primeira vez a bandeira cubana foi desfraldada no plenário do Senado. "É hora de olhar para a frente e para um futuro em que Cuba é um parceiro, não um inimigo dos Estados Unidos."

Como parte da turnê do diplomata cubano, em uma conferência em Seattle, o congressista do 7º Distrito do Estado de Washington, Jim McDermott, incitou o público a participar ja Jornada de abril em Washington DC para pressionar o Congresso para que ponha fim ao bloqueio.

Fonte: Comitê Internacional de Paz, Justiça e Dignidade dos Povos

                                                    Vencemos !!! Venceremos !!!

ARTIGO DE FIDEL SOBRE DISCURSO DE OBAMA EM CUBA CORRE O MUNDO

#‎FIMDOBLOQUEIO


O Artigo do líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro Ruz, publicado segunda-feira em nosso diária, teve tido grande repercussão na imprensa do mundo todo.

O irmão Obama, referindo-se à recente visita do presidente dos Estados Unidos a Cuba, pôs o nome de Fidel entre as principais tendências na rede social Twitter.

O portal da Nicarágua, La Voz del Sandinismo,blicou o material divulgado pelo líder histórico da Revolução onde ele afirma que Cuba é capaz de produzir alimentos e as riquezas materiais que precisam com esforço e inteligência do seu povo.

Fidel disse que ninguém pode ter a ilusão de que o povo de Cuba renunciará à glória e aos direitos, e à riqueza interior que ganhou com o desenvolvimento da educação, da ciência e da cultura.


A agência de notícias Reuters disse que Fidel Castro criticou Obama por não se referir em seu discurso ao extermínio dos povos indígenas nos Estados Unidos e Cuba e por não reconhecer os ganhos de Cuba na saúde e na educação.

O jornal La Nacion da Argentina, dedicou um grande título para a resposta do Comandante em Chefe a Obama e utilizou a frase "não necessitamos que o império nos presenteie com nada."

A Agência Francesa de Imprensa também repercutiu as palavras de Fidel que afirmou que, apesar da recente visita de Barack Obama, a ilha não vai esquecer seu último confronto com Washington.

No material intitulado O Irmão Obama, informou a AFP, o ex-presidente cubano recordou o bloqueio imposto pela nação vizinha em 1962 e seu apoio à ações violentas contra o governo da ilha.

Em Ansa, poodemos ler que "o ex-presidente Fidel Castro sugeriu ao presidente dos EUA, Barack Obama depois de sua histórica visita a Cuba, que "não tenta teorizar sobre a política cubana "e lhe advertiu que a ilha não precisa de presentes do "império"."

A BBC de Londres também fez referência ao artigo do líder da Revolução cubana e utilizou a frase a frase de Fidel: "não necessitamos que o império nos presenteie nada."

"Se Supõe que cada um de nós correu o risco de um infarto ao ouvir estas palavras do Presidente dos Estados Unidos", comentou o ex-mandatário cubano sobre o convite de Obama para esquecermos o passado e olharmos juntos para o futuro.



Da Venezuela o diário 4F Digital admirou a resposta de Fidel e se referiu às suas declarações de que "nossos esforços serão legais e pacíficos, porque é o nosso compromisso com a paz e fraternidade entre todos os seres humanos que vivem neste planeta".

O governo dos EUA também se referiu ao artigo de Fidel através John Kirby, porta-voz do Departamento de Estado em suas publicações diárias.

O porta-voz disse que "Fidel Castro pode falar por si mesmo sobre a história conturbada entre os EUA e Cuba (...). As políticas anteriores dos últimos cinquenta anos não funcionaram, nós acreditamos que haverá de se comprometer para finalmente ter relações normais com Cuba".

Ao comentar o artigo de Fidel, Kirby reconheceu que "ninguém esperava" que o restabelecimento das relações entre os EUA e Cuba fosse ser "linear, fácil ou rápido."

O jornal La Jornada, do México, também se referiu às ideias do líder cubano ao analisar o discurso do presidente Obama durante sua visita a Cuba.

Fidel, diz o jornal, disse que Obama omitiu em seu discurso que "a discriminação racial foi varrida pela Revolução; que a aposentadoria e o salário de todos os cubanos foram decretados antes do senhor Barack Obama completar 10 anos."

Publicado por Cuba por Siempre

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