13 de abr. de 2016

É URGENTE ARTICULAR FORÇAS CONTRA O NEOLIBERALISMO

#‎FIMDOBLOQUEIO‬

O escritor cubano Abel Prieto fez um apelo à unidade durante o encontro de intelectuais em Defesa da Humanidade, que se celebra na Venezuela
Foto: TELESUR
CARACAS.—“Há uma ofensiva de restauração conservadora para fazer recuar todos os processos progressistas que mudaram a face deste continente”, expressou o escritor e político cubano Abel Prieto, no âmbito do 12º Encontro Internacional da Rede de Intelectuais em Defesa da Humanidade, que se celebra na Venezuela.

Prieto, presidente do fórum, considerou necessário que os intelectuais, ativistas e artistas se unam para formar um front que acabe com a “muralha midiática” ao serviço do neoliberalismo.

Ainda, sublinhou a necessidade de articular as diferentes forças que lutam contra os interesses neoliberais.

O escritor cubano manifestou que “a América Latina e o Caribe deixaram de ser o quintal dos Estados Unidos e há uma ofensiva para que essa condição deplorável e subordinada retorne [porém] há muitas pessoas dignas, muitos grupos, correntes, muitas tendências contra, muitas pessoas jovens e boas que a gente vai descobrindo nestes encontros”, citou a Telesur.

Também explicou que o objetivo era precisamente fazer crer través dos diferentes meios de comunicação que essas reuniões entre intelectuais e artistas somente são realizadas entre pessoas maturas, como uma estratégia para posicionar o pensamento de que a ideologia revolucionária é só coisa do passado.

“A jogada é que isso não seja conhecido, fazer com que as pessoas se dediquem a coisas tolas, a acompanhar a vida privada dos famosos, a perder o tempo. A viver uma vida de um suposto ‘presentismo’ onde não há passado”, refletiu Prieto.

Daí que o presidente do fórum sublinhasse a capacidade de aproveitar todos os espaços pertinentes e possíveis, como fóruns, feiras do livro e festivais, para utilizar a rede de intelectuais, de artistas e movimentos sociais como instrumento da defesa da verdade e a humanidade, e meio de articulação para lutar na medida de suas possibilidades contra os meios de comunicação hegemônicos.

O 12º encontro da Rede de Intelectuais em Defesa da Humanidade, chamado Venezuela na encruzilhada. Novos tempos, novos desafios, foi instalado em 8 de abril, em Caracas e se estenderá até 14 de abril.

Publicado por Granma

                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

JUNTE-SE À CAMPANHA CONTRA O BLOQUEIO, DE 18 À 22 DE ABRIL


  
Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade dos Povos


De 18 a 22 de abril de 2016, solidários a Cuba irão se reuniram em Washington DC para participarem de uma série de atividades que incluíram visitas a membros do Congresso. Os participantes defenderam uma mudança na política dos EUA em relação a Cuba.

Na sexta-feira 22 de abril, será realizado um evento especial "Através dos Olhos Cubanos", onde o público terá a oportunidade de ouvir o que realmente está acontecendo em Cuba por intermédio de representantes de diferentes setores e organizações da sociedade civil cubana.

Sexta-feira, 22 de abril, das 19 às 20 horas
4340 Connecticut Ave NW
Washington DC 20008
5º andar, Moot Court Room

programa

Discurso de abertura: Shelley Broderick, Decana da universidade de Direito

Orador principal: José Ramón Cabañas, Embaixador de Cuba em Washington DC

Convidados especiais procedentes de Cuba

  • Profissionais cubanos no setor da saúde
  • Luisa Campos, Diretora do Museu da Alfabetização
  •  Jorgito Jerez, estudante de jornalismo e 
  • Representante do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP)
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Pela primeira vez em Washington DC será apresentado o documentário "El Poder de los Débiles", que conta a história de "Jorgito" Jérez, um jovem cubano que nasceu em 1993 com Paralisia Cerebral Infantil mista. O documentário mostra como uma sociedade baseada no desenvolvimento integral do ser humano contribuiu para o desenvolvimento e formação acadêmica de Jorgito. Conheça o produtor Tobias Kriele e Jorgito durante a exibição do documentário. Em cada apresentação Jorgito responderá a perguntas da plateia.

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FAZEMOS UM CHAMADO AO MOVIMENTO DE SOLIDARIEDADE COM CUBA PARA QUE SE JUNTE À SEGUNDA JORNADA CONTRA O BLOQUEIO EM WASHINGTON DC ORGANIZANDO ATIVIDADES EM SEUS PAÍSES, ENTRE 18 E 22 DE ABRIL DE 2016.

ESTE É O MOMENTO LUTAR CONTRA O BLOQUEIO

Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade aos Povos
510-219-0092 | info@TheInternationalCommittee.org | Website


                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

"LA GUARDERÍA", UM FILME QUE NARRA COMO CUBA SALVOU AS CRIANÇAS ARGENTINAS (+ ÁUDIO E VÍDEO)

 #‎FIMDOBLOQUEIO‬


  Crianças em La Guardería montonera em Havana, Cuba (c.1980).
Acaba de ser lançado na Argentina "La Guardería", O Berçário, primeiro documentário de Virginia Croatto sobre um dos lugares reservados para os filhos dos militantes da guerrilha argentina no final dos anos 70 e início dos 80, que viveram alguns anos de suas vidas em um abrigo em Havana.

Cuba praticamente os salvou do sequestro junto a seus pais, na fase mais repressiva da ditadura militar, que custou mais de 30.000 mortos e desaparecidos. O documentário foi premiado com o primeiro prêmio da Competição de Direitos Humanos no 34º Festival Internacional de Cinema do Uruguai.

Siga os detalhes da apresentação do documentário, em sua página no Facebook: La Guardería Documental

O grupo de 30 crianças entre 8 e 10 anos cresceu, e que ali coexistiam, como por exemplo a diretora, recordam do fim antecipado da inocência para refletir sobre muitas questões a partir do que viveram naqueles anos em que a escuridão era uma coisa de cada dia, a felicidade rara e sem volta e a rotina atolada em um presente difícil de resolver.

O que foi La Guardería (O Berçário) para Virginia Croatto? "Aquele lugar onde todos nós queremos voltar de vez em quando. Está idealizada na minha memória, a vida coletiva, jogos, apesar de eu ter consciência de como era difícil, de como foi duro para todos, morte, exílio, é um espaço de paz naquele turbilhão. Um bonito paraíso florido", disse a autora do documentário.

A ação tem lugar, principalmente, em uma grande casa branca com um jardim e palmeiras, em algum lugar em Havana, casa, durante muitos anos, de um grupo de muitas crianças, filhos de membros da organização Montoneros, que viveram uma parte importante das suas infâncias longe de seus pais, que os deixaram lá para protegê-los enquanto lutavam na "contraofensiva montonera".

Estas crianças, hoje homens e mulheres, contam suas histórias, fantasias e memórias entre 1979 e 1983, de outros companheiros, que lhes devam o amor e o cuidado que precisavam, aprenderam a interagir com outra cultura sem perder sua própria, a conviver com nostalgia e a esperar ansiosamente por cartas e notícias de seus pais.

Virginia Croatto, diretora do documentário.

A diretora do filme, que tem como produtora associada Lita Stantic e roteiro de Gustavo Alonso e David Blaustein, foi uma dessas crianças, que três décadas depois tenta entender o pensamento daqueles que agora são adultos, aquela experiência, seus lugares e experiências comuns e seu singular contato com a alegria, tristeza e morte.

Croatto faz esse caminho a partir de uma perspectiva diferente a de documentários convencionais, muitos deles marcados pela tradição das "cabeças falantes", mesmo o assunto tendo poucos ingredientes audiovisuais dos fatos a que se refere, ela consegue que o resultado se converta em uma proposta que supera de longe o que foi visto até agora.

A opção de intervir pouco ou nada nos testemunhos, que se tornam valiosas reflexões sobre as circunstâncias muitas vezes difíceis de explicar e compreendidas pelo espectador de que se podem conseguir pouquíssimas referências sobre esse tema por intermédio da imprensa, mesmo a partir das anotações feitas a respeito da ditadura civil militar em pesquisas e investigações, resulta em uma proposta superadora que é consequência da aposta em uma linguagem moderna.

"Tenho nostalgia de ter vivido essa experiência, uma nostalgia que de alguma forma não pertence apenas a mim, pelo menos da parte linda, da 'primavera', parte de um projeto que acreditava que iria mudar o mundo, de que as coisas poderiam ser melhores e tinham que ser melhores, e eu abordei a partir desse lugar de coletividade, mas em minha própria reflexão há claros e escuros", assegura a diretora, que rodou seu filme tanto aqui na Argentina quanto em Cuba.

"A princípio a ideia era mais autobiográfica, inclusive quando eu comecei o projeto há mais ou menos uma década, filmei algumas coisas assim, mas não me sentia confortável, não fechavam, e não digo que seja nem melhor nem pior, apenas era eu que precisava contá-la de outra maneira, mais coral e se quiser até mais clássica, mas além de não contar quem sou eu parecia uma obrigação, e por isso mesmo mostro", diz a cineasta que estreou em longas-metragens com este filme.

"No entanto, não digo claramente desde o princípio, eu pensava que ajudaria o público a ver de outra perspectiva, para melhor ou pior, de forma mais aberta, sem a autoridade de ter que vê-lo como vindo de uma vítima, mas conforme fui avançando com a montagem me dei conta de que não podia esquecer que eu mesma fui uma daqueles crianças do berçário", lembra.

Croatto reconhece: "quando eu fiz as entrevistas disse a todos que falassem comigo como sempre fizeram, sem perder a distância, não neguem por quem estão sendo entrevistados e isso me levou a um lugar que para mim é um intermediário, de um filme um pouco coral que não deixa de ter minha própria visão, mas tenho certeza de que qualquer um daqueles que viveram essa experiência faria um filme totalmente diferente mas tendo um eixo comum".

"Com algumas  crianças daquela época eu continuei a ter um contato mais cotidiano, porém concordamos que a política dos anos 80 foi complicada para aquele grupo apesar de todos sermos filhos de Montoneros. Eu não sou a voz oficial dos que ali estiveram, essa é minha visão, mas em algum momento se converte no olhar dos demais, ou pelo menos de alguns deles", e explica que esta não foi a única creche, haviam outras, seja para os membros do ERP, ou por exemplo para crianças de exilados chilenos.

"No entanto, por uma questão de segurança, nunca nos conhecemos, os de uma e outra ... Daqueles que viveram em La Guardería Montonera, mantenho uma relação muito profunda, com os outros durante muito tempo não nos vimos e houve um reencontro a partir do filme. Eu tinha um certo receio sobre o que eles diriam, mas acho que eu pude chegar a uma boa síntese", disse.

"Algumas crianças passaram quatro meses, mas outras, como eu, que passaram quatro anos. No meu caso foi porque minha mãe assumiu o berçário, que tinha duas etapas, e minha mãe entrou na segunda, e por isso fomos quase as últimas a voltar. A ideia original era que as crianças ficariam lá por um curto período de tempo", recorda.

"A maioria das crianças tinham seus pais aqui, mas no meu caso foi um processo em sentido inverso. Meus pais, meu irmão e eu voltamos com a contraofensiva, mas meu pai caiu morto nas mesmas circunstâncias que o personagem de 'Infância Clandestina'...", lembrando o que recorda de uma das gravações em cassetes ouvida em seu documentário do irmão de Benjamin Avila, diretor de outro filme.

Segundo a cineasta, "contar esta história agora teria toda a racionalização do que aconteceu em seguida e eu preferia ficar com o que todos nós sentimos naquele momento, daí o recurso dos cassetes que puderam resgatar as cartas que então escrevíamos ou que recebíamos...".

Uma decisão que tomei foi a de não negar a luta armada, apesar de não ser um filme em que se poderia discutir isso. Por diferentes razões políticas e de golpes de Estado e naquele tempo acreditava-se que isso era possível ... muitas pessoas que agora seriam humanistas, naquele tempo participavam da luta armada. Eu não queria abordar a questão de forma 'light', então eu não tentei negá-la, porém tampouco a coloquei em primeiro plano: esse é um tema que dá para uma longa reflexão", concluiu.

Clique em La Guarderia Victor Hugo para ouvir o comentário de Víctor Hugo Morales sobre o documentário.

La Guarderia - documentário de Virginia Croatto


                                     

Virginia com sua mãe em La Guardería em Havana.

La Guardería funcionou de 1979 a 1986, período de maior repressão da ditadura que custou 30 000 mortos e desaparecidos

Firmenich, líder dos Montoneros, no centro com as crianças de La Guardería.

Crianças em La Guardería com seus cuidadores cubanos.

Cartaz do documentário.

(Com informação da Telam y Escribiendo Cine) 
Fonte: CUBADEBATE

                                                                      VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

12 de abr. de 2016

RÁDIO HAVANA: LULA E CHICO BUARQUE EM ATO EM DEFESA DA DEMOCRACIA NO RIO DE JANEIRO


Rio de Janeiro, 11 de abril (RHC-PL) O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o cantor e compositor Chico Buarque, participaram junto a outros artistas e intelectuais e milhares de cariocas, de um ato convocado dias atrás, Cultura por Democracia.
O texto do convite, que considera a atual situação brasileira uma ameaça à democracia, ainda incompleta, que permitiu progressos nos últimos anos contra a desigualdade e a injustiça, foi assinado por Chico Buarque, o teólogo e filósofo Leonardo Boff; o ator Wagner Moura; Fernando Morais, político e escritor, e Eric Nepomuceno, jornalista e tradutor.

O documento também esclarece que aqueles que o subscrevem entendem claramente a existência do recurso constitucional que permite estabelecer um processo de impeachment, mas é precisamente por isso que seu uso indevido e irresponsável "é um golpe branco, um golpe institucional, porém sempre um golpe".

Os autores da convocação também recordaram que muitos brasileiros viviam em sua terra natal, ou em outros países, o fim da democracia, cuja reconquista custou muita luta, sacrifícios e vidas; esperanças e desesperanças.

O manifesto também expressa a confiança de que o que estão tentando agora os ressentidos da derrota (eleitora de 2014) e aventureiros do desastre, não custe o futuro dos nossos filhos e netos.

Para isso, exortou, estaremos unidos. Para defender a presidenta, espantar o passado e construir o futuro.

Editado por Maria Candela
Fonte: Radio Habana Cuba - Una voz de amistad que recorre el mundo

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11 de abr. de 2016

MOVIMENTO CUBANO PELA PAZ DENUNCIA TENTATIVA DE GOLPE NO BRASIL

#‎FIMDOBLOQUEIO‬

 
Nesta segunda-feira (4) o Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos (Movpaz) emitiu uma declaração onde se solidariza com o povo brasileiro, diante da tentativa golpista em curso, condenando a “grosseira e ilegal manipulação política da direita”. Leia abaixo a íntegra do documento.
DECLARAÇÃO DO MOVIMENTO CUBANO PELA PAZ E A SOBERANIA DOS POVOS

O Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos (Movpaz), une sua voz à denúncia regional e mundial contra a grave tentativa de subverter a ordem democrática no Brasil com o golpe em gestação contra a Presidenta Dilma Rousseff, orquestrado pelas forças reacionárias e retrógradas da oligarquia e do capital financeiro brasileiro.

A situação que hoje afronta o povo, o governo e o Partido dos Trabalhadores do Brasil com essa intentona golpista, deve ser vista também no contexto da contraofensiva imperialista que pretende reverter os processos políticos progressistas que existem na Região e, particularmente, no Cone Sul latino-americano e voltar a colocar esses países dentro de sua esfera de influência.

A grosseira e ilegal manipulação política da direita, que busca tirar do poder a mandatária mediante um juízo político, é uma manobra espúria que pretende que o Brasil abandone o rumo do desenvolvimento e da justiça social iniciado há mais de dez anos com os governos do Partido dos Trabalhadores, encabeçados por Luiz Inácio Lula da Silva e pela Presidenta Dilma Rousseff. É também uma demonstração de que a burguesia, a oligarquia e o império não diminuem seu empenho antidemocrático e antipopular e que são capazes de recorrer aos métodos mais sujos para impor seus ditames.

O Movpaz convoca todas as organizações e forças progressistas amantes da Paz, a solidarizarem-se com a luta que o povo do Brasil enfrenta hoje, mobilizando-se pelas cidades, ruas e praças do país, contra o golpe. É hora de deter a rapacidade imperialista, impondo a mais ampla solidariedade e denúncia populares.

Que a reação e o imperialismo saibam que são milhões de pessoas no mundo e na nossa América Latina, em particular, os que se erguem hoje junto ao nobre e valoroso povo brasileiro e a sua Presidenta em defesa dos mais genuínos interesses e princípios de sua Pátria e da Paz que hoje se vê ameaçada.

Em momentos tão perigosos para a estabilidade e o futuro político do Brasil e da região, o Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos reitera sua irrestrita solidariedade com o povo trabalhador brasileiro e seus genuínos representantes e expressa um sonoro: “NÃO ao Golpe”.

Havana, 4 de abril de 2016
 
Publicado por: OLHANDO PARA CUBA - Coletivo de jornalistas e comunicadores brasileiros amigos de Cuba
 
                                                                                        VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!  

7 de abr. de 2016

NÃO AO BLOQUEIO A CUBA




Estados Unidos levantou as sanções ao Irã. E quando levantará o bloqueio a Cuba ? Ahhhhhh, é que Cuba não fabrica bombas atômicas, Cuba fabrica vacinas contra o câncer, Cuba envia médicos e ajuda humanitária aos países onde os efeitos das bombas são devastadores para a população civil.

Minha repulsa e condenação ao vergonhoso bloqueio dos EUA a Cuba.


                                                                   VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

ANTE A AMEAÇA E A AGRESSÃO, CUBA RESPONDE: MAIS REVOLUÇÃO!

#‎FIMDOBLOQUEIO‬
 

Para quem anda preocupado porque os hambúrgueres do palhaço e as águas negras do império entrarão com uma força brutal na ilha de tal maneira que acabarão com o socialismo abrindo uma etapa do capitalismo de Estado, aqui vai a resposta de um dos melhores caricaturistas de Cuba. Não vai acontecer nada, ninguém melhor que os próprios cubanos para saber como se defende uma Revolução. Lembrem da frase: "Ante a ameaça e a agressão Cuba responde: mais Revolução".

 
                                                                    VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!