23 de set. de 2016

JORNAL ESTADUNIDENSE INFLUENCIA OPINIÃO PÚBLICA CONTRA O BLOQUEIO


 
Bloqueio é a última carta dos #EEUU para pressionar #Cuba.


Com total desfaçatez o Miami Herald afirmou no último 17 de setembro de 2016: "porque o bloqueio é a última carta que os Estados Unidos têm para pressionar uma mudança na Ilha.

Sem disfarce e escondendo a verdade do por quê mantêm sua guerra econômica contra o povo cubano, o editorial do Miami Herald expõe os mesmos argumentos que durante anos têm sido usados pela CIA e pelo Departamento de Estado.

Ainda que publicamente insistam em chamar o bloqueio econômico, comercial e financeiro contra Cuba como "embargo", os documentos oficiais do Governo e da CIA, afirmam que é uma guerra econômica para "induzir o regime comunista a fracassar em seus esforços para satisfazer as necessidades do país, juntamente com operações psicológicas que acrescentaram o ressentimento da população contra o regime".

Por que o Miami Herald não faz referência a esses documentos para que a opinião pública conheça a verdade?

Seria muito conveniente que esse jornal refletisse em alguma publicação o que a CIA insiste em investir contra Cuba, como exposto em um de seus documentos que dizem textualmente:

"Se deve analisar a possibilidade de ampliar e intensificar a categoria de sabotagem e hostilidade ..."


"Alguns danos econômicas contra Cuba, obrigam o governo cubano a desviar sua força de trabalho e outros recursos de fortes problemas econômicos." 

"Estas medidas têm sido em grande parte responsáveis pelas atuais dificuldades econômicas de Castro, porém poderiam adotar novas e eficazes medidas de guerra econômica".

No entanto, apesar das agressões terem partido dos unilateralmente dos EUA contra o Governo Revolucionário de Cuba, eles insistem que é o presidente Raúl Castro quem tem que ceder para que elas deem fim ao bloqueio.

Têm má memória os jornalistas que escreveram o editorial do Miami Herald?

Para começar a verdadeira história escrita pelos próprios Estados Unidos, devemos reler a ata da reunião do Conselho de Segurança Nacional, datado de 23 de dezembro de 1958, quando Fidel Castro ainda não tinha derrotado o exército do ditador Fulgêncio Batista (apoiado e assessorado pelos militares dos EUA), nem muito menos nacionalizado as propriedades estadunidenses. 

De acordo com essa ata, o então diretor da CIA, Allen Dulles, disse, afirmou sem restrição: "Temos de impedir a vitória de Castro ..."

Em dezembro de 1959, quando Cuba foi declarada socialista, não se tinha empreendido as radicais leis revolucionárias que afetaram os interesses políticos e econômicos ianques, o chefe da Divisão do Hemisfério Ocidental da CIA, J. C. King, enviou em 11.012.1959 um memorando ao próprio Allen Dulles, em que propôs um conjunto de ações para derrubar a nascente Revolução. 

Foram recomendadas as seguintes ações: 

-Ataques de uma rádio clandestina de países do Caribe.
-Operações de interferência contra a rádio e a televisão de Castro.
-Fomentar grupos opositores a favos dos Estados Unidos.
Como ponto culminante dessas medidas com apenas 11 meses 
do triunfo revolucionário, J. C. Rei observou:

- Se deve dar uma atenção especial à eliminação de Fidel Castro...

Esta última medida foi aprovada pelo director da CIA no dia seguinte.

Com estes elementos pode o Miami Herald garantir que "... Raul Castro tem que fazer muito mais para ganhar o levantamento do embargo, devido as violações dos direitos humanos e falta de eleições democráticas"?

As verdadeiras e flagrantes violações dos direitos humanos são cometidas e mantidas de formas ininterruptas pelos Estados Unidos contra o povo cubano, por não suportar a decisão soberana de Cuba de tomar um rumo diferente ao que eles lhe impunham desde 1898, quando afundaram o navio de guerra Maine na baía de Havana, como pretexto para entrar na guerra hispano-cubana, de acordo com declarações do general L. L. Lemnitzer, Chefe da Junta de Chefes do Estado Maior, em documento enviado em 13/03/1962 ao secretário de Defesa, com a proposta de 9 tarefas para justificar uma intervenção militar em Cuba.

A verdadeira causa para não por fim ao bloqueio está registrada em um relatório enviado em 16.08.1968 por John W. Ford, Coordenador Adjunto do Gabinete de Inteligência e Pesquisa, onde afirma:

[...] "não é o momento mais propício para embarcar em um programa de mudança de política em relação a Cuba, já que suas atuais dificuldades econômicas e os sinais de um crescente descontentamento, indicam que as dificuldades causadas pelo isolamento estão tendo um efeito real; portanto, devemos manter toda a pressão sobre a nossa política de quarentena" [...]

Está tão enraizado o interesse dos Estados Unidos para impedir o desenvolvimento econômico de Cuba, que em 1999, especialistas do Conselho de Relações Exteriores, propuseram um conjunto de medidas para mudar a política em relação à Ilha.

Entre os três objetivos que eles buscam alcançar está o fim do socialismo, isso é exposto sem o menor pudor:

"Promover a Transição. A oposição dos EUA à Revolução Cubana e à democracia e desenvolvimento neste hemisfério, conseguiu frustrar as ambições cubanos para expandir seu modelo econômico e influência política ".

Se os Estados Unidos têm tanta democracia e liberdade de imprensa, o Miami Herald tem a obrigação de divulgar estas informação e parar de manipular seus leitores, porque essas são as únicas e verdadeiras razões para que se neguem a eliminar sua guerra econômica contra Cuba.

Diante de situações muito semelhantes, José Martí disse:

"... é considerado crime querer forçar a opinião pública".


                                                                  VENCEREMOS !!!  

22 de set. de 2016

MARIA DO SOCORRO GOMES RECEBE CONDECORAÇÃO EM CUBA

#PELOFIMDOBLOQUEIO   #CubaVsBloqueo #YoVotoVsBloqueo #SolidaridadVsBloqueo

A presidenta do Conselho Mundial da Paz, Maria do Socorro Gomes, recebeu a Medalha da Amizade, das mãos de José Ramón Balaguer, membro do Secretariado do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e chefe do seu Departamento de Relações Internacionais.

A ativista brasileira afirmou que recebe este reconhecimento do país mais valente e solidário do mundo ao mesmo tempo que sentenciou que a paz é uma necessidade imperiosa a nível global.

A cerimônia ocorreu no contexto do Primeiro Internacional Realidades e Desafios da Proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz que se estenderá até sexta-feira em Havana, com painéis e debates dedicados a análise das perspectivas e desafios atuais da área.

A ativista brasileira mereceu o alto reconhecimento por sua solidariedade, apoio e respeito à independência, soberania e autodeterminação do povo cubano, e seu ativismo a favor do fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro que os EUA mantêm contra a Ilha.

Durante a cerimônia foi reconhecido, além disso, a trajetória dessa notável lutadora a favor da paz, tanto no seu país como na América Latina e Caribe, e no mundo.

Esta é a medalha do humanismo e coragem do povo cubano, sinônimo de generosidade, dignidade e solidariedade com os povos de todos os continentes, assegurou emocionada Maria do Socorro Gomes.

Dedicou também o prêmio aos seus compatriotas brasileiros, Latino-americanos e de todo o mundo que compartilham de seus ideais, e disse estar feliz por o ter recebido neste 21 de setembro, Dia Internacional da Paz. (Com informações de Granma e ACN)

Fonte: Yarisleidis Medina

                                                    VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!


21 de set. de 2016

ANA BELÉM RECEBE HOMENAGEM NESTE DIA EM QUE SE COMPLETAM 15 ANOS DA SUA PRISÃO (FOTOS)

OBAMA, DEVOLVE A ANA !!

O Comitê Carioca de solidariedade a Cuba esteve hoje na Casa de Alba em Havana, onde foi realizada uma atividade com música e poesia em homenagem a Ana Belén Montes. Lindo !!! Muito emocionante !!




                                                                  VENCEREMOS !!!

15 ANOS DA PRISÃO DE ANA BELÉM POR DEFENDER A REVOLUÇÃO CUBANA

#PELOFIMDOBLOQUEIO  
#CubaVsBloqueo #YoVotoVsBloqueo #SolidaridadVsBloqueo


Hoje, dia 21 de Setembro de 2016, uma mulher estadunidense de origem porto-riquenha completa 15 anos de prisão por defender a Revolução Cubana e ainda lhe restam 10 anos mais para cumprir a pena total de 25 anos que lhe foi imposta por um juiz norte-americano. 

Trata-se de Ana Belén Montes, ex-analista da Agência de Inteligência do governo dos EUA, que entre 1984 e 2001 apoiou a Revolução Cubana pois não concordava com a política hostil de seu governo dirigida aos povos do Terceiro Mundo, e em particular a Cuba. Identificada com a posição defensiva de Cuba perante os Estados Unidos da América, se somou à luta política em sua modalidade clandestina, com plena consciência dos riscos e da responsabilidade que assumia. 

Por isso teve a valentia de reconhecer perante as autoridades norte-americanas que a investigaram e julgaram, a sua posição de apoio à ilha. Essas autoridades reconheceram que Ana não era uma “espiã de aluguel”. Ela era uma lutadora política comprometida, movida por convicções profundas de justiça e de sentimentos perante a humanidade; diferentemente dos espiões contratados e mercenários. 

É por esse motivo que em sua atividade de solidariedade com a Revolução Cubana jamais realizou uma ação que prejudicasse as pessoas ou instituições, já que sua estatura moral e suas ideias políticas não lhes permitiam atuar de outra forma. 

Ana Belén Montes é um exemplo de mulher estadunidense revolucionária. Aprecio nela a responsabilidade ao atuar, o caráter reto, a inteligência desenvolvida, sua visão prática e objetiva da visa, sua entrega, paixão, doçura, ternura e beleza. É uma heroína saída do povo norte-americano que rompeu com os cânones de sua sociedade e, sem pretende-lo, se tornou a vanguarda das mulheres em suas terras e no mundo. 

O governo norte-americano a mantém em silêncio, isolada em sua cela. É necessária a presença de Ana nas ruas, instituições e lares das cidades do mundo, para que não a esqueçamos. Ana é um paradigma feminino da defesa dos direitos humanos.

Hoje recordamos o momento de sua detenção, nos abraçamos a ela e lhe brindamos todo nosso apoio, respeito e admiração.


                                                                  VENCEREMOS !!!

RAÚL RECEBE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA ISLÂMICA DO IRÃ

#PELOFIMDOBLOQUEIO  
#CubaVsBloqueo #YoVotoVsBloqueo #SolidaridadVsBloqueo


  
O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, recebeu na tarde da segunda-feira, 19 de setembro, o Ex.mo sr. dr. Hassan Rouhani, presidente da República Islâmica do Irã, quem faz uma visita oficial a Cuba.

Em um ambiente de cordialidade, ambos os presidentes conversaram sobre o bom estado das relações entre Cuba e o Irã e ratificaram a vontade de continuar desenvolvendo os vínculos de colaboração e intercâmbio entre as duas nações. Ainda, conversaram sobre outros temas do acontecer regional e internacional.

Acompanharam o distinto visitante o ministro dos Assuntos Exteriores, sr. Mohamad Javad Sharif; o vice-presidente e chefe de gabinete do presidente, Mohammad Nahavandiyan; o ministro da Indústria, Mineração e Comércio, Mohamad Reza Nematzadeh; o ministro da Saúde e Educação Médica, Seyed Hasan Ghazizadeh Hashemi; a vice-presidenta para a Ciência e Tecnologia, Sorena Sattari Khavas, bem como outros altos funcionários integrantes da delegação oficial.

Pela parte cubana marcaram presença o vice-presidente do Conselho de Ministros e ministro da Economia e Planejamento, Ricardo Cabrisas Ruiz; o ministro da Saúde Pública, Roberto Morales Ojeda; o ministro das Indústrias, Salvador Pardo Cruz; o os ministros interinos das Relações Exteriores e do Comércio Exterior e do Investimento Estrangeiro, respectivamente, Marcelino Medina González e Antonio Carricarte Corona, bem como outros funcionários da chancelaria cubana. 


Posteriormente, na presença de ambos os presidentes foi assinado o Memorando de Entendimento para a Cooperação no campo da Saúde, pesquisas, educação, medicamentos e tecnologia médica, entre o Ministério da Saúde e Educação Médica da República Islâmica do Irã e o Ministério da Saúde Pública da República de Cuba, assinado por seus respectivos titulares.

Autor: Granma | internet@granma.cu
20 de setembro de 2016
Fotos: Estudio Revolución


                                                                  VENCEREMOS !!!

A ÚNICA ALTERNATIVA PARA OS ENORMES PERIGOS E DESAFIOS QUE TEMOS PELA FRENTE É A UNIDADE E A SOLIDARIEDADE

#PELOFIMDOBLOQUEIO  
#CubaVsBloqueo #YoVotoVsBloqueo #SolidaridadVsBloqueo

Discurso proferido pelo primeiro secretário do Partido Comunista de Cuba e presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, general-de-exército Raúl Castro Ruz, na 17ª Cúpula do Movimento dos Países Não Alinhados, na Ilha Margarita, Venezuela, em 17 de setembro de 2016, “Ano 58º da Revolução”
Estimado colega Nicolás Maduro, presidente da República Bolivariana da Venezuela;

Chefes de Estado e de Governo;

Estimados ministros, delegados e convidados;

Senhoras e senhores:
 
Nós somos 120 Estados Não Alinhados e contamos, ainda, com os Princípios de Bandung, com a Declaração sobre os Propósitos, Princípios e o Papel do Movimento dos Países Não Alinhados na conjuntura internacional atual, adotada na 16ª Cúpula, em Havana. Não se pode subestimar nossa enorme força quando agimos em conjunto.

Na própria Cúpula, em 2006, rejeitamos as tentativas de “mudança de regime” e fizemos um apelo para garantir que cada país do mundo se abstivesse de recorrer à agressão e ao uso da força.

Também em Havana, em janeiro de 2014, os Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Estados da América Latina e do Caribe (Celac), com a assinatura da Proclamação da América Latina e do Caribe como zona de paz, reafirmamos o compromisso com os princípios da Carta das Nações Unidas e o direito internacional; com a solução das disputas pacificamente e o pleno respeito do direito inalienável de todos os Estados a escolher seu sistema político, econômico, social e cultural como uma condição essencial para garantir a coexistência entre as nações.

No entanto, estamos a assistir a crescentes ataques à soberania e à autodeterminação da Venezuela. Cuba reafirma seu apoio incondicional ao governo e povo venezuelanos, à união civil e militar e ao presidente constitucional Nicolás Maduro Moros.

Rejeitamos firmemente o golpe de Estado parlamentar-judiciário no Brasil contra a presidenta Dilma Rousseff, que constitui um ato de desrespeito à vontade soberana do povo que a elegeu com mais de 53 milhões de votos.

A irmã Colômbia terá o total apoio de Cuba para avançar no caminho difícil da aplicação do acordo e a consolidação da paz justa e duradoura que merece seu povo.

Expressamos nossa confiança de que o povo da República Árabe da Síria será capaz de resolver suas diferenças por si só, sem interferências externas destinadas a promover uma mudança de regime.

Companheiro presidente:

É inaceitável que o povo palestino ainda continue a ser vítima da ocupação e da violência e que a potência ocupante continue impedindo a criação de um Estado palestino independente, com Jerusalém Oriental como sua capital.

Todas as tentativas para assegurar a autodeterminação do sofrido povo saariano foram frustradas, o que requer da ação por parte da comunidade internacional.

Somos solidários com a demanda histórica do povo porto-riquenho em prol de sua autodeterminação e independência.

Também apoiamos a reivindicação da Argentina sobre as ilhas Malvinas, Sandwich do Sul e Geórgia do Sul.

Estimado companheiro Maduro:

Para Cuba, o não alinhamento significa a luta para mudar radicalmente a ordem econômica internacional imposta pelas grandes potências, que levou a que 360 pessoas possuam uma riqueza anual maior do que as receitas de 45% da população mundial. O fosso entre países ricos e pobres está crescendo. A transferência de tecnologia do Norte para o Sul é uma aspiração ilusória.

A globalização favorece, principalmente, um seleto grupo de países industrializados. A dívida dos países multiplica-se e já é de mais de US$ 1.7 trilhões.
 
Mais de 2,9 bilhões de pessoas são empurradas ao desemprego e a pobreza extrema; milhões de crianças morrem anualmente por causa da fome e de doenças evitáveis; quase 800 milhões de pessoas não sabem ler nem escrever, enquanto mais de US$ 1,7 trilhão é dedicado a despesas militares.

O não alinhamento também significa a luta para eliminar as lacunas de conhecimento e o uso das tecnologias da informação e das comunicações a favor do desenvolvimento e da cooperação. Rejeitamos sua militarização crescente e o uso agressivo contra terceiros países.

A mudança climática agrava-se e persistem nos países desenvolvidos padrões irracionais de produção e consumo que ameaçam as condições de existência de nossa espécie.

A realização dos direitos humanos continua a ser um sonho para milhões de pessoas em todo o mundo. Os Estados Unidos e a Europa empregam a manipulação, a dupla moral, a seletividade e a politização, enquanto ondas de refugiados estão lotando as fronteiras europeias, sem se acharem soluções justas, estáveis ​​e permanentes para proteger sua vida e dignidade.

Estimado presidente Maduro:

Já transcorreram 21 meses desde que nós anunciamos, em simultâneo com o presidente Barack Obama, a decisão de restabelecer as relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos.

Têm havido alguns progressos, especialmente na arena diplomática e da cooperação sobre questões de interesse mútuo, mas não tem sido igual na esfera econômica e comercial, devido ao alcance limitado, embora positivo, das medidas tomadas até agora pelo governo estadunidense.

Cuba continuará exigindo o levantamento do bloqueio econômico, comercial e financeiro que tanto dano e privação nos causa e que também afeta muitos países, devido ao seu alcance extraterritorial; e vai continuar exigindo que seja devolvida à nossa soberania o território ilegalmente ocupado pela Base Naval dos Estados Unidos em Guantánamo.

Sem isso não poderá haver relações normais, como tampouco será possível se não se põe fim a outras políticas ainda em vigor, que são prejudiciais à soberania de Cuba, como os programas subversivos e de intervenção.

Reafirmamos a vontade de manter relações de convivência civilizada com os Estados Unidos, mas Cuba não vai abrir mão de um só dos seus princípios, nem vai fazer concessões inerente à sua soberania e independência (Aplausos). Ela não vai recuar na defesa dos seus ideais revolucionários e anti-imperialistas, nem no apoio à autodeterminação dos povos.

Companheiro Maduro:

Desejamos todo o sucesso à irmã República Bolivariana da Venezuela à frente dos Países Não Alinhados, enquanto felicitamos a República Islâmica do Irã por seu trabalho no mandato recentemente concluído.

A única alternativa diante dos enormes perigos e desafios que temos pela frente é a unidade e a solidariedade em defesa dos nossos objetivos e interesses comuns.

Muito obrigado.
 


Publicado por Granma - Português 

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JURISTAS CUBANOS CONDENAM O CRUEL BLOQUEIO ESTADUNIDENSE

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A União Nacional de Juristas de Cuba (UNJC) emitiu uma declaração de condenação ao cruel cerco do governo estadunidense ao nosso país, especialmente no âmbito bancário, que ocasiona sérias dificuldades ao desenvolvimento integral da Ilha

O bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos contra Cuba não só se mantém totalmente mas também se torna mais forte, devido ao acirramento do caráter extraterritorial dessas medidas.

Assim expressa a declaração da União Nacional dos Juristas de Cuba (UNJC) de condenação ao cruel cerco do governo norte-americano ao nosso país, especialmente no âmbito bancário, que ocasiona sérias dificuldades ao desenvolvimento integral da Ilha.

O documento indica que os fatos demonstram o crescente uso da arma financeira como ferramenta da política exterior dos Estados Unidos contra países que se contrapõem aos seus interesses e, inclusive, contra seus próprios aliados.

A União Nacional dos Juristas de Cuba argui que os bloqueios são qualificados como atos de genocídio, em virtude da Convenção para a Prevenção e a sanção do Delito de Genocídio de 1948, e um ato de guerra econômica, de conformidade com a Declaração relativa ao direito da guerra marítima adotada na Conferência Naval de Londres, de 1909.

No entanto, Cuba e os Estados Unidos não estão em guerra e jamais do território cubano foram organizadas ou executadas agressões militares contra os EAUA nem se fomentaram atos de terrorismo contra o povo estadunidense, expressa a UNJC.

E aponta: o bloqueio não só transgride os direitos humanos do povo cubano, mas também o direito soberano de todos os países do mundo a se relacionarem com Cuba sem temor de ser castigados, igualmente essa medida violenta o direito internacional, os propósitos e princípios da carta das Nações Unidas e as normas de livre comércio.

A UNJC reiterou seu agradecimento às associações de colegas que no mundo todo exigem o cessar dessa política ilegal, genocida e extratemporal que jamais impedirá que o povo cubano defenda sua soberania e seu direito de escolher livremente seu futuro.
 
 
                                                                                    VENCERMOS !!!