10 de mai. de 2024

FIDEL NO BRASIL - 65 anos da primeira viagem do líder da Revolução Cubana. (port/esp)

                                        

   por: Adolfo Curbelo Castellanos, Embaixador de Cuba no Brasil 

    Poucos são os que sabem que a Revolução Cubana ainda não completara quatro meses de vida e o comandante Fidel Castro desembarcava… no Brasil! Sim, no dia 29 de abril se completou 65 anos desde a primeira de 12 viagens ao Brasil do Líder da Revolução Cubana, naquela época o ainda primeiro-ministro Fidel Castro Ruz. 

   Fidel permaneceu uma semana em território brasileiro e realizou um intenso programa em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. Nas reuniões, defendeu a unidade e a integração latino-americanas; enfatizou o status do Brasil como potência e, de forma um tanto profética, suas possibilidades de estimular a criação de um mercado comum que possibilitasse o desenvolvimento econômico do continente.

   Em Brasília, na lanchonete futurista concebida pelo gênio de Oscar Niemeyer, ele teve um encontro memorável com o presidente Juscelino Kubitscheck no Palácio da Alvorada. O ar aberto e sorridente entre os dois chefes de Estado que aparece impresso é um retrato fiel da relação cordial que unia os dois países.

    No Rio, Fidel apoiou a Operação Pan-Americana proposta pelo presidente JK como um meio de elevar o padrão de vida de todos os latino-americanos e teve uma conversa animada com o vice-presidente João Goulart.

    Tendo se tornado uma personalidade reconhecida por grande parte da opinião pública brasileira, Fidel concordou em participar do programa “Esta é a sua vida” - o campeão de audiência da recém-nascida TV Tupi, apresentado pelo popularíssimo Jota Silvestre. O programa semanal, exibido em horário nobre, era um perfil do personagem central - no caso, Fidel Castro - entremeado por cenas de sua vida e perguntas feitas de improviso, ao vivo.  Foi com exclusividade para o “Esta é sua vida” que Fidel tornou público um texto em que o escritor norte-americano Ernest Hemingway lhe escreveu: “Tenho grande confiança na revolução de Castro porque ela tem o apoio do povo cubano. Acredito em sua causa, Cuba tem sido boa para mim (...) Vivi e trabalhei ali”.

                

    Em 7 de maio de 1959, antes de partir para sua viagem de volta, Fidel participou de um comício público organizado pela aguerrida UNE - União Nacional dos Estudantes. Aí também se deu um fato inusitado. Semanas antes, o presidente dos Estados Unidos, Dwight Eisenhower, havia feito uma visita oficial ao Brasil. Para encher os olhos do visitante, a embaixada dos EUA colocou em centenas de postes no Rio de Janeiro cartazes com a foto do visitante e o título: “WE LIKE IKE” (“Nós gostamos de Eisenhower”). Ao chegar ao histórico campus da UNE, na Praia do Flamengo, o Comandante-em-Chefe se deparou com uma gigantesca faixa pintada pelos estudantes com o rosto gigante do líder cubano e a frase: “WE LIKE FIDEL” (“NÓS GOSTAMOS DE FIDEL!”).

   Em apenas uma semana, ele havia dado várias entrevistas à imprensa, das quais participaram centenas de jornalistas, uma expressão do interesse suscitado  pela nascente Revolução Cubana e seu líder.

   Fidel viajou ao Brasil em outras 11 ocasiões. Reuniu-se com os presidentes José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Participou da Cúpula da Terra/ Rio +20 (Rio, 1992) e da Cúpula Ibero-Americana (Salvador, 1993).

   Teve inúmeros intercâmbios com a mídia, incluindo uma entrevista com Marília Gabriela (no programa “Cara a Cara” da TV Bandeirantes) e sua participação no programa “Roda Viva” da TV Cultura de São Paulo. Em várias ocasiões, conversou com Roberto Marinho, presidente das Organizações Globo.

  Se reuniu com líderes políticos proeminentes de diferentes tendências políticas, incluindo o deputado Ulysses Guimarães, presidente do MDB - Movimento Democrático Brasileiro, Leonel Brizola, presidente do Partido Democrático Trabalhista, João Amazonas, presidente do PC do Brasil, Roberto Amaral, presidente do PSB. Em todas as suas visitas ao Brasil, ele se reuniu com Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Partido dos Trabalhadores.

  Se reuniu com os governadores de todos os estados que visitou: o governador de Pernambuco, Miguel Arraes; de São Paulo, Orestes Quércia; do Rio de Janeiro, Wellington Moreira Franco e Anthony Garotinho; da Bahia, Antonio Carlos Magalhães; e de Minas Gerais, Eduardo Azeredo.

  Em 1992, durante o encontro com o governador Leonel Brizola, foi assinado um acordo de cooperação e transferência de tecnologia que permitiu oferecer tratamento a 6.500 crianças brasileiras afetadas pela contaminação radioativa do Césio 137. Naquele mesmo ano, encontrou-se com Terezinha Nunes, vítima do acidente radioativo em Goiânia.

   Em 1990, trocou experiências com Luiza Erundina, prefeita de São Paulo, e Eduardo Suplicy, presidente da Câmara dos Vereadores da cidade. Em 1993, durante uma reunião com a prefeita de Salvador, Lídice da Mata, ele prometeu ajuda para crianças sem escolas e trocou opiniões sobre as contribuições que Salvador poderia fazer a Cuba no campo da biotecnologia.

   Uma clara expressão de seu interesse e respeito pela religião é a visita que fez à sede da CNBB - Conferência Nacional de Bispos do Brasil - em 1990, quando se reuniu com mais de 1.300 religiosos e militantes das CEBs - Comunidades Eclesiais de Base - de vários estados brasileiros. A reunião foi presidida, entre outros, pelo padre franciscano Leonardo Boff, um dos mais importantes teólogos da América Latina, e por Frei Betto, promotor de comunidades cristãs com quem o líder da Revolução Cubana se reuniu em repetidas ocasiões.

   O líder revolucionário demonstrou seu interesse em promover um relacionamento profundo com a  intelectualidade e expoentes das mais variadas expressões e manifestações artísticas. Prova disso é o encontro que teve no Memorial da América Latina com o arquiteto Oscar Niemeyer, o antropólogo Darcy Ribeiro e o escritor Fernando Morais, responsáveis pela concepção do Memorial, bem como sua participação na cerimônia de condecoração do antropólogo e indigenista Orlando Villas Boas.                                            

    Na viagem de 1990, houve um importante encontro com intelectuais, do qual participaram, além do Comandante, os cubanos Abel Prieto e Roberto Fernández Retamar, enquanto Antonio Callado, Chico Buarque de Holanda e Fernando Morais, entre outros, representaram o Brasil. Na ocasião, o escritor Callado leu uma mensagem de apoio de intelectuais a Fidel, assinada por 300 criadores, artistas e cientistas brasileiros. Durante o encontro, Fidel disse: “Se a Revolução fosse derrotada em Cuba, a independência de nosso país desapareceria. Revolução, independência e soberania são inseparáveis em Cuba”.

   O Comandante também favoreceu, em seu encontro, o estabelecimento de um vínculo sólido e estável com o setor de ciência, inovação e tecnologia. Em uma visita à Fundação Osvaldo Cruz - conhecida como Fiocruz ou Manguinhos -, defendeu a necessidade de colaboração, integração e a realização de esforços e projetos comuns em prol do desenvolvimento de nossos países.

    Sua atuação no Brasil não deixou de lado a promoção das relações econômicas e comerciais. Suas reuniões com empresários, organizadas pela Câmara de Comércio Brasil-Cuba no Centro de Convenções do Anhembi, e seu encontro com Albano Franco, presidente da Confederação Nacional das Indústrias do Brasil, são bem lembrados.

   Premonitório foi seu discurso na Cúpula da Terra em 1992, quando, se antecipando aos desafios que enfrentamos hoje como resultado das mudanças climáticas, ele disse: “Uma importante espécie biológica corre o risco de desaparecer (...): o homem. Peço aos países desenvolvidos que mudem seu comportamento consumista, a principal causa histórica da degradação ambiental. A solução não pode ser impedir o desenvolvimento daqueles que mais precisam (...) Chega de transferir para o Terceiro Mundo estilos de vida e hábitos de consumo que arruínam o meio ambiente (...) Que se aplique uma ordem internacional justa (...) Que se utilize toda a ciência necessária para o desenvolvimento sem contaminação (...) Que desapareça a fome, não o homem”.

   Durante a Primeira Cúpula União Europeia-América Latina, realizada no Rio de Janeiro em 1999, Fidel disse aos chefes de Estado presentes: “Defenderemos a soberania como algo sagrado enquanto houver alguns muito poderosos e outros muito fracos; enquanto todos não estiverem dispostos a renunciar a ela em nome de uma soberania mais universal (...) É urgente demolir o sistema financeiro estabelecido até suas fundações e criar outro verdadeiramente honesto, democrático, equitativo e humano que ajude a erradicar a pobreza e a salvar o mundo (...) Estamos dispostos a receber da Europa cooperação sem condições e uma solidariedade com liberdade.”

   Naquela ocasião, o Jornal do Brasil publicou que “latino-americanos e alguns europeus chegaram a um consenso: o sistema financeiro mundial precisa de reformas e mecanismos de controle”. O Jornal de Comércio declarou: “O atual sistema econômico envelheceu e precisa ser reformado urgentemente.

    Também em 1999, em um dia emocionante no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, ele recebeu a medalha Araribóia do arquiteto Oscar Niemeyer em memória do líder de um povo nativo que se opôs à ocupação estrangeira.

   Em 2003, retornou a Brasília para o que seria sua última visita ao país, para assistir à primeira posse do presidente Luis Inácio Lula da Silva.

   Durante suas visitas ao Brasil, trabalhou incansavelmente em favor da aproximação entre os países latino-americanos, defendeu incansavelmente a justiça e contribuiu decisivamente para o desenvolvimento e o fortalecimento dos laços entre Brasil e Cuba em uma ampla gama de campos.

   Passadas seis décadas, as sementes plantadas por Fidel em doze viagens históricas ao Brasil já estão dando flores e frutos.


Fidel en Brasil: 65 años del primer viaje del líder de la Revolución Cubana.

Autor: Adolfo Curbelo Castellanos, Embajador de Cuba

 

El 29 de abril se cumplieron 65 años desde primer viaje a Brasil del Líder de la Revolución Cubana, Fidel Castro Ruz, completados apenas 4 meses del triunfo revolucionario de enero de 1959. Fue el primero de 12 viajes.

Fidel permaneció una semana en territorio brasileño y cumplió un intenso programa en São Paulo, Brasilia y Río de Janeiro. En las reuniones defendió la unidad y la integración latinoamericana; destacó el estatus de Brasil como potencia y, de manera algo profética, sus posibilidades de estimular la creación de un mercado común que permitiera el desarrollo económico del continente.

En Brasilia, lugar futurista diseñado por el genio Oscar Niemeyer, tendrá un encuentro memorable con el presidente Juscelino Kubitscheck en el Palácio da Alvorada. La abierta y sorprendente escena entre los dos jefes de Estado parece ser un retrato fiel de la cordial relación que une a los dos países.

En Río, Fidel apoyó la Operación Panamericana propuesta por el Presidente JK como medio para elevar el nivel de vida de todos los latinoamericanos y sostuvo una animada conversación con el Vicepresidente João Goulart.

Convertido en una personalidad reconocida por gran parte de la opinión pública brasileña, Fidel aceptó participar en el programa “Essa é a vida dele”, ganador de rating en la naciente TV Tupi, presentado por el muy popular Jota Silvestre. El programa semanal, emitido a una hora determinada, era un perfil del personaje central -en este caso, Fidel Castro- intercalado con escenas de su vida y preguntas formuladas inesperadamente, en directo. Fue exclusivamente para “Esta es tu vida” que Fidel se dirigió al público en un texto en el que el escritor estadounidense Ernest Hemingway escribió: “Tengo gran confianza en la revolución de Castro porque cuenta con el apoyo del pueblo cubano. Creo en su causa, Cuba ha sido buena conmigo (...) Allí viví y trabajé”.

El 7 de mayo de 1959, antes de emprender su viaje de regreso, Fidel participó en una elección pública organizada por la valiente UNE – Unión Nacional de Estudiantes. También hay un hecho insólito.

Semanas antes, el presidente de Estados Unidos, Dwight Eisenhower, había realizado una visita oficial a Brasil. Para llenar los ojos de los visitantes, la embajada de Estados Unidos colocó carteles en cientos de puestos en Río de Janeiro con la fotografía del visitante y el título: “WE LIKE IKE” (“Nos gusta Eisenhower”). Al llegar al histórico campus de la UNE, en Praia do Flamengo, el Comandante en Jefe se topó con una gigantesca pancarta pintada por estudiantes con el rostro gigante del líder cubano y la frase: “WE LIKE FIDEL ” (“¡NOS GUSTA FIDEL! ”).

En apenas una semana había concedido varias entrevistas a la prensa, en las que participaron cientos de periodistas, expresión del interés suscitado por la naciente Revolución cubana y su líder.

Fidel viajó a Brasil en otras 11 ocasiones. Se reunió con los presidentes José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso y Luiz Inácio Lula da Silva. Participó en la Cumbre de la Tierra/Río +20 (Río, 1992) y en la Cumbre Iberoamericana (Salvador, 1993).

Tuvo numerosos intercambios con los medios de comunicación, incluida una entrevista con Marília Gabriela (en el programa “Cara a Cara” de TV Bandeirantes) y su participación en el programa “Roda Viva” de TV Cultura de São Paulo. En varias ocasiones habló con Roberto Marinho, presidente de Organizações Globo.

Se reunió con destacados líderes políticos de diferentes tendencias políticas, entre ellos el diputado Ulysses Guimarães, presidente del MDB - Movimiento Democrático Brasileño, Leonel Brizola, presidente del Partido Democrático del Trabajo, João Amazonas, presidente del PC do Brasil, Roberto Amaral, presidente del PSB. En todas sus visitas a Brasil se reunió con Luiz Inácio Lula da Silva, presidente del Partido de los Trabajadores.

Se reunió con los gobernadores de todos los estados que visitó: el gobernador de Pernambuco, Miguel Arraes; de São Paulo, Orestes Quércia; de Río de Janeiro, Wellington Moreira Franco y Anthony Garotinho; de Bahía, Antonio Carlos Magalhães; y de Minas Gerais, Eduardo Azeredo.

En 1990 sostuvo un encuentro con alrededor de 100 dirigentes de nueve partidos y movimientos de izquierda y de dos centrales obreras en el centro de Convenciones de Anhemby. En esa oportunidad, saludó a Adao Pretto, entonces Diputado Estadual e integrante de la dirección nacional del MST.

En 1992, durante una reunión con el gobernador Leonel Brizola, se firmó un acuerdo de cooperación y transferencia de tecnología que permitió ofrecer tratamiento a 6.500 niños brasileños afectados por la contaminación radiactiva del Césio 137. Ese mismo año, se reunió con Terezinha Nunes, víctima del accidente radiactivo de Goiânia. E

En 1990 intercambió experiencias con Luiza Erundina, alcaldesa de São Paulo, y Eduardo Suplicy, presidente de la Cámara de Concejales de la ciudad. En 1993, durante un encuentro con la alcaldesa de Salvador, Lídice da Mata, prometió ayuda para los niños sin escuela e intercambió opiniones sobre los aportes que Salvador podría hacer a Cuba en el campo de la biotecnología.

Una expresión clara de su interés y respeto por la religión es la visita que realizó a la sede de la CNBB - Conferencia Nacional de Obispos de Brasil - en 1990, cuando se reunió con más de 1.300 religiosos y militantes de las CEB - Comunidades Eclesiásticas de Base - de varios estados brasileños. El encuentro estuvo presidido, entre otros, por el sacerdote franciscano Leonardo Boff, uno de los teólogos más importantes de América Latina, y por Frei Betto, promotor de comunidades cristianas con quien el líder de la Revolución cubana se reunió en repetidas ocasiones.

El líder revolucionario demostró su interés en promover una relación profunda con la intelectualidad y exponentes de las más variadas expresiones y manifestaciones artísticas. Prueba de ello es el encuentro que mantuvo en el Memorial da América Latina con el arquitecto Oscar Niemeyer, el antropólogo Darcy Ribeiro y el escritor Fernando Morais, responsables del diseño del Memorial, así como su participación en la ceremonia de condecoración del antropólogo e indigenista Orlando Villas Boas.

En el viaje de 1990 hubo un importante encuentro con intelectuales, en el que, además del Comandante, participaron los cubanos Abel Prieto y Roberto Fernández Retamar, mientras que Antonio Callado, Chico Buarque de Holanda y Fernando Morais, entre otros, representaron a Brasil. En la ocasión, el escritor Callado leyó un mensaje de apoyo de intelectuales a Fidel, firmado por 300 creadores, artistas y científicos brasileños. Durante el encuentro, Fidel dijo: “Si la Revolución fuera derrotada en Cuba, la independencia de nuestro país desaparecería. Revolución, independencia y soberanía son inseparables en Cuba”.

El Comandante también favoreció, en su encuentro, el establecimiento de un vínculo sólido y estable con el sector de ciencia, innovación y tecnología. En visita a la Fundación Osvaldo Cruz -conocida como Fiocruz o Manguinhos-, defendió la necesidad de la colaboración, la integración y la realización de esfuerzos y proyectos comunes para el desarrollo de nuestros países.

Su labor en Brasil no dejó de lado la promoción de las relaciones económicas y comerciales. Son muy recordados sus encuentros con empresarios, organizados por la Cámara de Comercio Brasil-Cuba en el Centro de Convenciones de Anhembi, y su encuentro con Albano Franco, presidente de la Confederación Nacional de Industrias de Brasil.

Premonitorio fue su discurso en la Cumbre de la Tierra de 1992, cuando, anticipándose a los desafíos que enfrentamos hoy como consecuencia del cambio climático, dijo: “Una especie biológica importante está en riesgo de desaparecer (...): el hombre. Pido a los países desarrollados que cambien su comportamiento consumista, principal causa histórica de la degradación ambiental. La solución no puede ser impedir el desarrollo de quienes más lo necesitan (...) Basta de transferir estilos de vida y hábitos de consumo que arruinan el medio ambiente al Tercer Mundo (...) Que se aplique un orden internacional justo (... ) Que se utilice toda la ciencia necesaria para el desarrollo sin contaminación (...) Que desaparezca el hambre, no el hombre”.

Durante la Primera Cumbre Unión Europea-América Latina, celebrada en Río de Janeiro en 1999, Fidel dijo a los jefes de Estado presentes: “Defenderemos la soberanía como algo sagrado mientras haya unos muy poderosos y otros muy débiles; mientras no todos estén dispuestos a renunciar a ella en nombre de una soberanía más universal (...) Es urgente derribar hasta sus cimientos el sistema financiero establecido y crear uno verdaderamente honesto, democrático, equitativo y humano que contribuya a erradicar pobreza y salvar al mundo (...) Estamos dispuestos a recibir de Europa la cooperación incondicional y la solidaridad con la libertad”.

En aquella ocasión, el Jornal do Brasil publicó que “los latinoamericanos y algunos europeos llegaron a un consenso: el sistema financiero global necesita reformas y mecanismos de control”. El Jornal de Comercio declaró: “El sistema económico actual ha envejecido y necesita ser reformado urgentemente”.

También en 1999, en un emotivo día en el Museo de Arte Contemporáneo de Niterói, recibió la medalla Araribóia de manos del arquitecto Oscar Niemeyer en memoria del líder de un pueblo nativo que se opuso a la ocupación extranjera.

En 2003, regresó a Brasilia para la que sería su última visita al país, para asistir a la primera toma de posesión del presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Durante sus visitas a Brasil trabajó incansablemente a favor del acercamiento entre los países latinoamericanos, defendió incansablemente la justicia y contribuyó decisivamente al desarrollo y fortalecimiento de los vínculos entre Brasil y Cuba en una amplia gama de campos.

Después de seis décadas, las semillas plantadas por Fidel en doce viajes históricos a Brasil ya están dando frutos.

Edição/Tradução: @comitecarioca21

                 


8 de mai. de 2024

CORAÇÃO DE ESTUDANTE ! (port/esp) + vídeos

Estudantes da  USP acabam de lançar o primeiro acampamento 
em solidariedade
 ao povo palestino no Brasil.


Veja momento que bandeira palestina é hasteada e leia o abaixo-assinado dos estudantes na íntegra :   https://encurtador.com.br/kqKLM    


Acampamento estudantil na USP em solidariedade com a Palestina exige cessar-fogo e fim das relações com Israel. 

O comitê Estudantes em Solidariedade ao Povo Palestino, do qual fazem parte 40 organizações estudantis, organiza ocupação no prédio da Geografia e História da USP.

O movimento exige o fim de relações acadêmicas com a universidade de Haifa e explica que os convênios da USP com universidades e organizações israelenses, a exemplo do ‘Israel Corner’, ajudam a desenvolver a tecnologia empregada por Israel no genocídio palestino e as bases científicas de sustentação do Estado sionista.

A manifestação em São Paulo se soma aos acampamentos estudantis que iniciaram nos Estados Unidos e se espalharam pelo mundo, com ocupações em universidades na Grã Bretanha, Itália, França, Espanha, Irlanda, Alemanha, Holanda, Austrália, Japão, México, entre outros.

#PalestinaVencerá #PalestinaLivre #FreePalestine #MaosForaDeRafah

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Campamento de estudiantes de la USP en solidaridad con Palestina exige un alto el fuego y el fin de las relaciones con Israel.

El comité de Estudiantes en Solidaridad con el Pueblo Palestino, que agrupa a 40 organizaciones estudiantiles, organiza una ocupación del edificio de Geografía e Historia de la USP.

El movimiento exige el fin de las relaciones académicas con la universidad de Haifa y explica que los acuerdos de la USP con universidades y organizaciones israelíes, como 'Israel Corner', ayudan a desarrollar la tecnología utilizada por Israel en el genocidio palestino y las bases científicas de apoyo del Estado sionista.

La manifestación en São Paulo se suma a los campamentos de estudiantes que comenzaron en Estados Unidos y se extendieron por el mundo, con ocupaciones en universidades de Gran Bretaña, Italia, Francia, España, Irlanda, Alemania, Holanda, Australia, Japón, México, entre otros.

#PalestinaVencerá #PalestinaLibre #ManosFueraDeRafah

                                              

 Me Gustan Los Estudiantes

Violeta Parra

Que vivan los estudiantes

Jardín de nuestra alegría

Son aves que no se asustan

De animal ni policía

Y no le asustan las balas

Ni el ladrar de la jauría

Caramba y zamba la cosa

¡Qué viva la astronomía!

Me gustan los estudiantes

Que rugen como los vientos

Cuando les meten al oído

Sotanas y regimientos

Pajarillos libertarios

Igual que los elementos

Caramba y zamba la cosa

Qué viva lo experimento

Me gustan los estudiantes

Porque levantan el pecho

Cuando les dicen harina

Sabiéndose que es afrecho

Y no hacen el sordomudo

Cuando se presente el hecho

Caramba y zamba la cosa

¡El código del derecho!

Me gustan los estudiantes

Porque son la levadura

Del pan que saldrá del horno

Con toda su sabrosura

Para la boca del pobre

Que come con amargura

Caramba y zamba la cosa

¡Viva la literatura!

Me gustan los estudiantes

Que marchan sobre las ruinas

Con las banderas en alto

Pa? Toda la estudiantina

Son químicos y doctores

Cirujanos y dentistas

Caramba y zamba la cosa

¡Vivan los especialistas!

Me gustan los estudiantes

Que con muy clara elocuencia

A la bolsa negra sacra

Le bajó las indulgencias

Porque, hasta cuándo nos dura 

Señores, la penitencia

Caramba y zamba la cosa

Qué viva toda la ciencia!

Caramba y zamba la cosa

¡Qué viva toda la ciencia!        

                                     


Eu gosto dos estudantes      

 Violeta Parra

Eu Gosto Dos Estudantes

Que vivam os estudantes

Jardim da nossa alegria!

São aves que não se assustam

Com animal nem polícia.

E não se assustam com as balas

Nem o ladrar dos cães!

Caramba e samba a coisa,

Que viva a astronomia!

Eu gosto dos estudantes,

Que rugem como os ventos

Quando lhes metem nos ouvidos

Batinas e regimentos

Passarinhos libertários,

Igual aos elementos!

Caramba e samba a coisa,

Que viva o experimento!

Eu gosto dos estudantes,

Porque levantam o peito

Quando lhes dizem "farinha",

Sabendo-se que é farelo!

E não se fazem de surdo-mudos

Quando se apresenta o fato!

Caramba e samba a coisa,

O código do direito!

Eu gosto dos estudantes

Porque são o fermento

Do pão que sairá do forno

Com todo o seu sabor

Para a boca do pobre,

Que come com amargura.

Caramba e samba a coisa,

Viva a literatura!

Eu gosto dos estudantes,

Que marcham sobre as ruínas

Com as bandeiras ao alto,

Para toda a estudantada

São químicos e doutores,

Cirurgiões e dentistas

Caramba e samba a coisa,

Vivam os especialistas!

Eu gosto dos estudantes,

Que com eloquência bem clara

À bolsa negra sacra

Baixou as indulgências.

Porque até quando nos dura,

Senhores, a penitência?

Caramba e samba a coisa,

Que viva toda a ciência!

Caramba e samba a coisa

Que viva toda a ciência !

                       



@comitecarioca21

7 de mai. de 2024

"NÃO À GUERRA E À INTERVENÇÃO ESTRANGEIRA" , um grito unânime em Guantánamo

                                 

VIII Seminário Internacional pela Paz e Abolição das Bases Militares Estrangeiras

Por Yaimi Ravelo

   Guantánamo, 4 de maio de 2024.- Na província mais oriental de Cuba, teve início neste sábado o VIII Seminário Internacional pela Paz e a Abolição das Bases Militares Estrangeiras, evento que desde a Praça Mariana Grajales denuncia a presença militar imperialista em todo o mundo perturbando a paz entre nações.

  Em homenagem à Mãe da Pátria Cubana, o dia abriu com a entrega de uma coroa de flores a Mariana Grajales, símbolo do heroísmo das mulheres cubanas.

   Acompanhado pelo Governo, pelo PCC e pelas instituições da província de Guantánamo, o Seminário Internacional foi presidido no primeiro dia por Yoel Pérez García, Primeiro Secretário do PCC de Guantánamo; Fernando González Llort, Herói da República de Cuba e presidente do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP); Víctor Fidel Gaute López, vice-presidente do ICAP, Iraklis Tsavdaridis, secretário executivo do Conselho Mundial da Paz (CMP) e Alis Azaharez Torreblanca, governador da província.

  Com a participação de 82 delegados (73 estrangeiros e 9 cubanos) de 26 países, o encontro anti-imperialista ecoa a rejeição internacional ao genocídio perpetrado pelo exército sionista de “Israel” sobre o povo palestino; e a reivindicação unânime pela devolução do território cubano usurpado pelos Estados Unidos com a instalação da Base Naval em Guantánamo; primeira Base Militar daquele país no mundo, bem como o repúdio às guerras organizadas pela OTAN sob a direção e patrocínio dos Estados Unidos.

  Neste quadro, Fernando González Llort destacou que “o Seminário realiza-se num cenário global complexo e por causas justas”, especialmente para a Palestina, o Sahara Ocidental, a Europa e o Médio Oriente.

 

   “Não haverá paz no mundo enquanto houver armas apontadas ao povo”, destacou o líder cubano.

  O Herói da República de Cuba reafirmou que a sua nação exige a Paz e a Soberania do Povo e “não desistirá da sua luta pela devolução do território ocupado ilegalmente pela Base Naval dos EUA em Guantánamo, assim como não deixará de exigir o levantamento do bloqueio económico, comercial e financeiro imposto ao nosso país há mais de 60 anos", - e manterá a luta - "pela eliminação de Cuba da lista arbitrária de supostos países patrocinadores do terrorismo".

   Fernando González Llort considerou imperativo pôr fim ao expansionismo da OTAN e dos seus aliados, visando a dissolução daquele bloco militar agressivo, principal responsável pelo aumento da corrida armamentista no mundo.

            


  “Os residentes de Guantánamo estão muito orgulhosos de que a nossa província seja um ponto de encontro internacional para defender a paz”, disse Yoel Pérez García, Primeiro Secretário do PCC de Guantánamo.

    Yoel Pérez agradeceu a presença de combatentes e líderes antiimperialistas que debatem e apresentam estratégias que contrariam a ameaça de extermínio que sofre a humanidade, “o mundo melhor com que sonhamos é possível e juntos podemos alcançá-lo”, declarou.

    “Fortaleçamos a luta anti-imperialista e a solidariedade, por um mundo de Paz e Justiça Social”, apelou o presidente do ICAP.

    Relativamente às consequências da presença militar imperialista dos EUA, da OTAN e dos seus aliados em todo o mundo, Iraqlis Tsavdaridis, Secretário Executivo do Conselho Mundial da Paz (CMP), destacou que não são apenas a fonte da guerra entre a Rússia e a Ucrânia; São também o apoio do exército sionista de “Israel” para perpetrar o genocídio contra o povo palestino.

  “Desde a crise da Guerra Fria em 1962, o mundo não estava tão ameaçado como até agora pelo uso de armas de extermínio em massa”, alertou o Tenente Cr. Manuel Carbonell Vidal, vice-reitor do Instituto Superior de Relações Internacionais de Cuba (ISRI). Portanto, constitui uma ameaça à vida e aos seres humanos.

   Gabriel Aguirre, representante da World Beyond War, destacou neste sentido, - que existem segundo informações públicas - “6 bases militares ou mais, com armas nucleares na Itália, Bélgica, no Reino dos Países Baixos, Alemanha, Turquia e é muito provável que existam outras  cujas informações não sejam de domínio público."

   O investigador venezuelano denunciou que “existem mais de 900 bases militares dos Estados Unidos em 90 países, o que naturalmente faz desta força imperialista a principal promotora de guerras em todo o mundo”.

    Existem - segundo as referências apresentadas pelos delegados do VIII Seminário Internacional pela Paz e Abolição das Bases Militares Estrangeiras - cerca de 1,3 milhões de homens e mulheres em instalações militares norte-americanas, país com maior presença de bases militares fora do seu território nacional.

  Os Estados Unidos, o Reino Unido e a França são os países com mais bases militares em todo o mundo.

   A Base Naval dos EUA em Guantánamo-Cuba, com 122 anos de existência, é a base militar mais antiga do mundo e a primeira trincheira antiimperialista da América Latina.

                          


   A origem da base remonta oficialmente a 1902, mas a ocupação remonta a muito antes, remontando ao breve período em que Cuba foi invadida pelo império inglês, numa altura em que os Estados Unidos ainda não tinham conquistado a independência dos britânicos.

  Durante o período das intervenções, foram realizadas 7 invasões a partir da Base Naval em países latino-americanos.

  Especialistas americanos destacam que a Base Naval foi o segundo porto do mundo com movimentação militar na Segunda Guerra Mundial.

  “O período de 1939 a 1945 foi o único período histórico em que a Base Naval desempenhou um papel positivo na história na luta contra o nazismo alemão”, destacou o historiador da cidade de Guantánamo, José Sánchez Guerra.

   A partir da Base Naval de Guantánamo, as ações terroristas têm sido historicamente orquestradas em países irmãos da região;

   Com a sua presença, afeta significativamente a economia da província de Guantánamo e causa danos ao meio ambiente.

    No entanto, Guantánamo como trincheira antiimperialista é um ponto de encontro da Solidariedade Internacional onde se condena a presença militar ianque em território cubano e fortalece os movimentos globais pela Paz em defesa da justiça.

  O apoio internacional à solidariedade em Guantánamo também é abraçado pela causa palestina.                          


    Murid Abukhater, estudante de medicina em Cuba, nascido em Gaza, -expressou em nome do seu povo- “os mais profundos agradecimentos e gratidão a todas as pessoas livres e honestas do mundo, que hoje se solidarizam com o nosso povo e a sua justa causa em face dos crimes imperialistas-sionistas.”

  “Apreciamos a solidariedade de Cuba com a nossa causa justa, que a considera como sua e apela e defende os direitos palestinos à libertação, à autodeterminação e ao pleno reconhecimento do Estado Palestino nas Nações Unidas.”

   “Também para nós, defender Cuba é a nossa causa, condenamos o criminoso e ilegal bloqueio norte-americano e a infame e arbitrária inclusão de Cuba na lista de supostos patrocinadores do “terrorismo”, juntamente com todos os amigos de Cuba exigimos o fim e a eliminação do bloqueio e a retirada de Cuba desta infame lista, bem como, exigimos o encerramento da Base Norte-Americana em Guantánamo e a devolução deste território à Pátria de Cuba e à sua soberania nacional”.

   O estudante palestino, deste evento internacional, enviou uma saudação especial aos estudantes das universidades americanas, que protestam contra os crimes da ocupação e o apoio da administração Biden ao genocídio e exigem o fim da agressão ao povo palestino.

   O VIII Seminário Internacional pela Paz e Abolição das Bases Militares Estrangeiras terminará neste dia 5 de maio com a leitura da declaração final dos seus participantes. A cidade de Caimanera receberá neste domingo os delegados para agradecer-lhes o apoio na luta que enfrentam desde as trincheiras da frente contra o imperialismo.

https://cubaenresumen.org/2024/05/04/no-a-la-guerra-y-la-intervencion-militar-extranjera-un-grito-unanime-en-guantanamo/

Trad/Ed:  @comitecarioca21


              

5 de mai. de 2024

JUVENTUDE CUBANA NO 1° DE MAIO E EM SOLIDARIEDADE À PALESTINA E AOS ESTUDANTES ESTADUNIDENSES. (+vídeo)


 Meyvis Estevez Primeiro Secretário da UJC

     As fotos me confirmam que as praças e avenidas de #Cuba estavam cheias hoje (1/5) com muitos jovens ❤. Eu os vi cheios de cores, alegria e comprometimento em defesa de um país melhor, aquele que nós mesmos queremos e ajudamos a construir.

    Posso garantir isso pelo que vivenciei na Tribuna Anti-imperialista José Martí junto com nosso General do Exército Raúl e o Presidente Díaz-Canel. A comemoração do Dia Internacional dos Trabalhadores também foi a comemoração da juventude.

     E enquanto as novas gerações desfilam com imenso entusiasmo e pelas causas mais justas do mundo, como a da Palestina, os Estados Unidos atacam a integridade de seus estudantes universitários por defenderem, como nós, a paz desse povo irmão.

   Vocês não estão sozinhos, os estudantes e professores universitários dos Estados Unidos não estão sozinhos. É urgente que o governo dos EUA ouça as demandas legítimas de seu próprio povo. O genocídio que está sendo cometido contra o povo palestino é alarmante.

   De Cuba, nossa solidariedade vai para aqueles que, nos Estados Unidos, estão hoje mobilizados em defesa da vida da Palestina, que é também a defesa da existência da humanidade como um todo.

               

  Jovens da maior das Antilhas e de diferentes nacionalidades que estudam em #Cuba e outros que fazem parte de movimentos de #Solidariedade com nosso país se uniram nesta sexta-feira nos degraus da Universidade de Havana em uma manifestação condenando o genocídio contra o povo da #Palestina. A manifestação faz parte de um dia nacional de solidariedade aos estudantes universitários dos EUA que são vítimas de violência policial.
            
                      


Milhares de estudantes da Universidade Cubana de Havana manifestaram-se em apoio aos seus homólogos norte-americanos e em repúdio aos crimes do regime sionista.

A Federação de Estudantes Universitários de Cuba (FEU) anunciou que milhares de seus membros ratificaram a sua oposição à repressão policial contra estudantes universitários nos Estados Unidos por condenarem os crimes de Israel na Palestina.

Segundo informações publicadas no jornal  Juventud Rebelde , a manifestação ocorreu na sexta-feira às 17h (horário local) nas escadas da Universidade de Havana, de onde saíram vozes de “Viva a Palestina”, “Abaixo o genocídio de Havana”. "Israel” ressoou” e “Biden patrocina, assassinatos de Israel” e a multidão também exigiu respeito pelo direito à autodeterminação dos povos cubano e palestino.

O presidente da FEU da Universidade de Havana, José Alberto Almeida, disse que o objetivo da manifestação foi levantar a voz “fortemente a favor da nobre causa do povo palestino e contra a repressão policial a que os estudantes estadunidenses estão sujeitos.”

“Não havia como nós, estudantes cubanos, os jovens revolucionários cubanos, deixarmos de abraçar a causa palestina”, ressaltou o presidente da FEU, Ricardo Rodríguez.

Até quinta-feira da próxima semana, os universitários cubanos realizarão uma campanha com eventos em todo o país para reafirmar a solidariedade ao povo palestino e aos estudantes que nos Estados Unidos foram reprimidos por se manifestarem a favor da Palestina.

Por esta razão, os estudantes cubanos convidaram “os trabalhadores e todas as pessoas boas que se sentem sensíveis e não podem tolerar mais um minuto de genocídio israelita na Faixa de Gaza” para participar nos eventos, bem como estudantes de outros países que estudam. na Ilha.

 Desde 18 de Abril, quando estudantes da Universidade de Columbia iniciaram uma manifestação contra o genocídio israelense em Gaza, a onda de protestos universitários nos Estados Unidos e em vários países europeus cresceu exponencialmente, em repúdio à Casa Branca contra o regime israelense.

Mais de 2.000 pessoas foram presas em duas semanas de protestos em universidades dos EUA contra a guerra em Gaza, de acordo com uma contagem da AP.

Estudantes e alguns professores de quase cinquenta universidades nos Estados Unidos desafiaram a repressão policial brutal, as detenções, as sanções disciplinares e a intimidação para exigir o fim da campanha genocida israelense em Gaza, que ceifou mais de 34.488 vidas de civis desde outubro. O ativismo também apela ao fim do apoio político, militar e financeiro de Washington a Israel neste conflito.                             

   https://www.resumenlatinoamericano.org/2024/05/04/cuba-estudiantes-denuncian-represion-en-universidades-de-eeuu/                        

 Traduções/Ediçao: @comitecarioca21