9 de ago. de 2019

Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade aos Povos


Repudiamos a agressividade brutal de Estados Unidos a Venezuela
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump, uma vez mais  manifestou seu desprezo à legalidade internacional e a violação reiterada à Carta fundadora das Nações Unidas, ao assinar nesta segunda-feira, uma ordem executiva que amplia o bloqueio econômico, comercial e financeiro contra a irmã República Bolivariana de Venezuela.
Não satisfeito com o dano que já tem provocado com o confisco e roubo dos fundos da Venezuela e sua principal fonte de recursos PDVSA, agora congela os ativos do governo venezuelano e proíbe toda transação econômica com o legítimo governo do presidente Nicolás Maduro. 

O caráter extraterritorial da medida, similar às adotadas contra Cuba, Irã e Coréia do Norte, impõe pela força maiores sofrimentos à população venezuelana com o claro propósito de destruir o governo eleito democraticamente pelo povo com  68% dos votos, para apoderar-se das enormes riquezas e recursos naturais de Venezuela, fundamentalmente de seu petróleo. 

No máximo da vergonhosa  submissão  ante o império, o vassalo Juan Guaidó felicitou as medidas anunciadas por Trump  contra seu povo.

Trump e seus falcões novamente reiteram que "todas as opções estão sobre a mesa", em clara alusão à possibilidade de intervenção militar. Ameaça que  fracassou há  8 meses pela resistência do povo venezuelano e sua Força Armada Nacional Bolivariana -FANB- a quem não têm conseguido  dividir nem dobrar.

Coincidentemente com as novas medidas anunciadas, aconteceu  no Peru uma Conferência Internacional convocada pelo Grupo de Lima, na qual os Estados Unidos, em seu suposto papel de observador", foi quem desenhou o mapa da rota. Entre os participantes, não podia faltar o mais desprezível  e mais agressivo  dos falcões  assessores de Trump , John Bolton, que teve o descaramento  e a hipocrisia de afirmar em seu discurso que Maduro utiliza esquadrões da morte, treinados e equipados por Cuba, para sequestrar, encarcerar, torturar e matar quase 10.000 de seus cidadãos. A reunião de Lima terminou em  nada, com a ausência de mais da metade dos convidados. Só serviu como tribuna de EE.UU de ameaça e grosserias  a quem não se dobre a seus interesses.

Exigimos  de Bolton que mostre as provas de tais calúnias e lhe dizemos que os povos não são ignorantes, sabemos muito bem quem utiliza esquadrões da morte e treina  mercenários para assassinar  lutadores sociais do continente. 

"É preciso muito mais que um magnata supremacista em campanha eleitoral, ou um falcão agressivo mal dormido (...), para desfazer a obra libertária iniciada por Simón Bolívar e retomada no século XXI pelo comandante Hugo Chávez". Assim  expressou o chanceler Jorge Arreaza. "Não permitiremos que esta tendenciosa escalada de agressões afete os processos de diálogo político no país", confirmou "a vontade inquebrantável de atingir acordos nacionais em diferentes dimensões, para fortalecer ainda mais a democracia e garantir o direito do povo a viver em Paz".

Cuba, Rússia e China foram os primeiros a reagir: "É um despojo, um roubo, uma agressividade brutal contra Venezuela", expressou na rede social twitter o presidente cubano Miguel Díaz Canel, e agregou: uma ação "covarde" contra os ativos venezuelanos responde à frustração  de Washington "ante o valor e a resistência da Revolução Bolivariana", reiterando uma vez mais a solidariedade com o povo da Venezuela e com o presidente Nicolás Maduro.

O Ministério de Exteriores da Rússia, classificou o bloqueio dos ativos venezuelanos por parte dos Estados Unidos como uma ação de terror econômico", sublinha que a medida carece de fundamentos jurídicos. "Depois de numerosos fracassos na tomada do poder em Venezuela de maneira militar, Washington aposta pelo agravamento  da situação social e econômica guiado pelo princípio do  'quanto pior, melhor', estas "duras restrições" afetam, antes de mais nada, "às camadas mais vulneráveis da sociedade, idosos, doentes e crianças".

"Esta linha discriminatória é um desafio para todo o sistema de relações internacionais que estabelece medidas punitivas unilaterais como uma norma cotidiana e contradiz os valores humanitários e relativos aos direitos humanos. Recordamos que nenhum Estado tem direito a ditar sua vontade a outros mediante repressões econômicas".

China aconselhou os Estados Unidos que "aprenda as lições da história" e "abandone seus planos de criar conflitos  na  sociedade venezuelana", através do ministério de Relações Exteriores qualificou como "grave violação das normas básicas das relações internacionais" .

A União Europeia recordou que se opõe à aplicação extraterritorial de medidas restritivas como as que acaba de impor Estados Unidos à Venezuela. "Nossa posição é conhecida, nos opomos à aplicação extraterritorial de medidas unilaterais" .

O presidente Nicolás Maduro chamou à unidade popular, resistência e mobilização para enfrentar o terrorismo econômico e político nesta nova fase de agressões. "Nossa férrea resistência e capacidade de luta, é a chave para fazer frente às agressões criminosas do imperialismo, a direita nacional e internacional. Temos a estirpe dos libertadores, a razão e a força moral", afirmou o presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, em sua conta em Twitter.

A FANB assegurou que as ações de EE.UU buscam afetar o diálogo político promovido pelo Executivo nacional com setores da oposição, o que demonstra que seu único e real interesse é derrocar pela via da força o governo legítimo do presidente Nicolás Maduro.

"Ante o chantagem e a coerção que pretendem nos impor, a FANB permanecerá firme e inquebrantável em suas convicções democráticas; não se renderá jamais por causa das ameaças imperiais"

Delcy Rodríguez, vice-presidenta Executiva expressou: "Chamo à união nacional, às forças produtivas do país a garantir o futuro, progresso e desenvolvimento da nação. Esse é o único caminho. Devemos expandir a soberania e a segurança alimentar, em união vamos derrotar estas agressões ilícitas por parte do governo dos Estados Unidos". Agregou também que é "uma ameaça ao setor privado em escala mundial. "Todos os países que têm ativos nos Estados Unidos deveriam estar preocupados".

O Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade aos Povos, reitera sua total solidariedade com o povo da irmã República Bolivariana de Venezuela e o legítimo presidente Nicolás Maduro; Fazemos um chamado urgente a repudiar esta violação flagrante aos direitos humanos do povo da Venezuela. Perguntemos à Sra. Bachalet se é ou não um crime a tentativa da potência maior do planeta de fazer render por fome e doença a vontade soberana de todo um povo. Perguntemos que medidas adotará contra EE.UU que debocha ano após ano das resoluções da imensa maioria de países contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro contra Cuba por mais de meio século e agora quer  aplicá-lo  contra a Venezuela. 

Chamemos as coisas por seu nome: Repudiemos com todas as forças o regime do reacionário líder do Império Donald Trump.

Solidariedade e Mobilização Internacional com o povo heroico de Venezuela e seu legítimo governo!

Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade aos Povos

7 de agosto de 2019 



6 de ago. de 2019

#Cuba qualifica de agressividade brutal medidas de #EEUU contra #Venezuela.





O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, qualificou de ”agressividade brutal” contra Venezuela a ordem executiva do mandatário estadunidense, Donald Trump, que amplia a bloqueio econômico total às sanções impostas contra o país sul-americano.
É um despojo, um roubo, uma agressividade  brutal que não devemos permitir, escreveu o mandatário cubano em sua conta no Twitter, onde reiterou também a solidariedade com seu homólogo, Nicolás Maduro e o povo venezuelano.
Díaz-Canel acrescentou nessa rede social que a ação ‘covarde’ contra os ativos venezuelanos responde à frustração de Washington ‘ante o valor e a resistência da Revolução Bolivariana’.
Trump assinou na véspera uma ordem executiva que congela todos os ativos do Governo venezuelano e proíbe as transações com esse Executivo a não ser que tenha isenções específicas.
A Casa Branca confirmou nesta terça-feira a medida que autoriza o Secretário do Tesouro, em consulta com o de Estado, a impor sanções às pessoas que apoiem o Governo de Maduro,  que Washington qualifica de ilegítimo apesar de ter sido  reeleito em 2018 com  68 por cento dos votos.
Igualmente, restringe a entrada nos Estados Unidos de pessoas sancionadas.
De acordo com a ordem, a qual deve ser formalizada nesta terça-feira, todos os bens e interesses de  propriedade do Governo venezuelano que estejam daqui por diante nos Estados Unidos, ou em  poder ou sob controle de qualquer estadunidense, estão bloqueados e não podem ser transferidos, pagar,  exportar, se retirar ou negociar de outra maneira.
A medida só compreenderia isenções relacionadas com assuntos oficiais do executivo federal de Estados Unidos e transações vinculadas com uma provisão de ajuda humanitária, segundo o diário estadunidense The Wall Street  Journal.
A escalada de agressividade contra Caracas é similar às usadas por Washington contra Cuba, Irã, Síria e a República Popular Democrática da Coreia.
Diante disso, o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, denunciou via Twitter que o objetivo do novo plano de Washington é forçar uma mudança inconstitucional no país sul-americano.

O criminoso bloqueio econômico, financeiro e comercial já em marcha, tem ocasionado severas feridas na sociedade venezuelana durante os últimos anos, indicou Arreaza em uma mensagem pública.
Acrescentou que o único objetivo é asfixiar o povo venezuelano para forçar uma mudança de Governo inconstitucional no país, em aberta violação aos princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas.
O titular de Relações Exteriores sustentou que as renovadas ações  de ingerência evidenciam que a administração de  Trump  e seus aliados apostam no  fracasso do diálogo político na  Venezuela, o qual se realiza em Barbado com o acompanhamento de autoridades da Noruega.
Por sua vez, o presidente Maduro ratificou o chamado à unidade popular para enfrentar a nova escalada. (PL)


Publicado em 6 agosto, 2019 por siempreconcuba

5 de ago. de 2019

Chanceler de #Cuba agradece apoio mundial pelo fim do bloqueio







O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, reconheceu a solidariedade dos países que alçam suas vozes para demandar o fim do bloqueio estadunidense para a ilha e rechaçam a Lei Helms-Burton.
Rodríguez agradeceu as posturas de apoio à nação caribenha em frente ao recrudescimento da hostilidade da política de Washington, em especial o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto a Havana há quase 60 anos.

Amigos de Cuba de diferentes latitudes do mundo alçam suas vozes para reivindicar o fim do bloqueio e rechaçar a Lei Helms-Burton. Nossa sincera gratidão por estas múltiplas manifestações de solidariedade com a Ilha, escreveu em sua conta de Twitter  @BrunoRguezP.
Dias atrás o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que a recente visita à ilha do comissário de Cooperação Internacional e Desenvolvimento da Comissão Europeia, Neven Mimica, reafirmou que muitos países europeus se opõem à Lei Helms-Burton. Foi um encontro que ratificou que muitos na Europa estão na contramão da Lei Helms- Burton, escreveu em sua conta de Twitter  @DiazCanelB.
Em vigor desde 1996, a normativa codifica o cerco imposto pelos Estados Unidos à maior das Antilhas, e com seus quatro títulos busca asfixiar o país mediante uma ingerência direta em seus assuntos internos.
A Lei Helms-Burton - cujo título  III foi ativada no ultimo  2 de maio- tem ademais um marcado caráter extraterritorial, ao pretender obstaculizar o investimento estrangeiro na ilha. 






Publicdao em  25 junho, 2019 por siempreconcuba



3 de ago. de 2019

O XXV FORO DE SÃO PAULO DEMONSTRA QUE VENEZUELA NÃO ESTÁ SOZINHA


Alicia Jrapko   1 de agosto de 2019  Por Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade aos Povos

De 25 a 28 de julho realizou-se em Caracas, Venezuela, o XXV Foro de São Paulo, com a participação de 190 organizações, partidos políticos, movimentos sociais, movimentos operários, parlamentares e intelectuais de América Latina, Caribe e vários continentes.
A data escolhida para este encontro histórico teve um caráter simbólico. Durante esses quatro dias celebraram-se vários acontecimentos históricos coincidentes como o nascimento do Libertador Simón Bolívar, o assalto ao Quartel Moncada que marcou o início da revolução cubana e o 65º aniversário do nascimento do Comandante Hugo Chávez.
O Foro de São Paulo é o evento de unidade progressista mais antigo de América Latina.  O primeiro Foro celebrou-se na cidade de São Paulo, Brasil, em 1990, por iniciativa do histórico líder da revolução cubana Fidel Castro Ruz e do então líder do Partido dos Trabalhadores do Brasil (PT), Luiz Inácio Lula da Silva. Os dois fizeram um chamado aos partidos e organizações políticas da América Latina e Caribe para discutir alternativas às políticas neoliberais. Desde então, o Foro adotou o nome da cidade onde nasceu. Vinte e seis países da América Latina e  Caribe são membros do Foro.
Hoje em dia, o cenário de toda América Latina é muito diferente ao dos foros anteriores. Dos dois líderes que deram vida à ideia do Foro de São Paulo, um já não está fisicamente presente e o outro está cumprindo uma sentença injusta em uma prisão brasileira por ter tido a audácia de tirar 30 milhões de brasileiros da pobreza. O triunfo da revolução bolivariana em 1998, com a eleição popular de Hugo Chávez, abriu a porta a uma nova etapa continental na qual surgiram projetos progressistas em Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Equador e El Salvador.  A situação atual é muito diferente à de então.  A integração da América Latina está agora em perigo, e vários países da região estão dirigidos por governos fantoches subordinados aos desígnios do governo dos Estados Unidos. Venezuela tem resistido, mas está na mira do império para este conseguir uma mudança de regime a todo custo. Esta realidade tornou mais importante que nunca que o Foro se celebrasse na Venezuela.  Nunca antes, nos 29 anos decorridos desde sua criação, o país anfitrião foi  mais assediado e bloqueado e é aqui onde o destino da Grande Pátria está em jogo.
Apesar da difícil situação desta nação sul americana, cujo único crime aos olhos do imperialismo norte-americano tem sido utilizar seus vastos recursos naturais para a melhoria dos pobres e despossuídos, aproximadamente 700 pessoas uniram-se a centenas de venezuelanos neste evento de 4 dias para discutir as questões criticas de América Latina e também para revigorar o mesmo espírito de integração regional semeado por quem fundou o Foro. Em geral, os assistentes vieram mostrar ao mundo que Venezuela não está sozinha.
Os delegados procedentes dos Estados Unidos tiveram que passar por uma série de obstáculos adicionais só para chegar a Caracas. Após a suspensão das relações diplomáticas em janeiro de 2019, viajar à Venezuela tornou-se mais difícil sem voos diretos desde Estados Unidos e sem consulados para outorgar vistos.  No entanto, os ativistas foram criativos e encontraram a maneira de estar presentes, incluindo representantes do Coletivo para a Proteção da Embaixada venezuelana em Washington DC, que ocuparam e protegeram a embaixada durante 37 dias.

Durante a cerimônia de abertura do Foro, o Primeiro Vice-presidente do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) e presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Diosdado Cabello, marcou a pauta quando  disse à entusiasta audiência: “Ninguém poderá fazê-lo sozinho, o que se precisa é a unidade do povo. Quanto mais insistam, mais vamos resolver nossos problemas; aqui na Venezuela a direita não poderá governar. A direita gosta das eleições quando ganha, quando o povo ganha não gosta, a direita não respeita o processo. Não podem, sua natureza não lho permite. A direita é a mesma em todas partes, sentimos o apoio das pessoas mas essas  pessoas  também precisam do nosso apoio. Resistimos e marchamos com a convicção de que vamos ganhar. As pessoas daqui não se deprimem  porque com Chávez aprenderam a ter voz. Ameaçaram-nos com tudo, inclusive com uma invasão militar, mas estamos dispostos a defender a revolução bolivariana, que é uma revolução para os povos, não só para Venezuela. Ninguém pode  fazê-lo  sozinho”.
Outros oradores foram Monica Valente, do Partido dos Trabalhadores do Brasil, e  Secretária Executiva do Foro de São Paulo e o Embaixador da República Bolivariana de Venezuela em Cuba, Adán Chávez. Também Julio Muriente Pérez, membro do Movimento Nacional Hostosiano pela Independência de Porto Rico. Muriente falou da vitória popular que acaba de ocorrer  em Porto Rico. “Milhares de porto-riquenhos içaram a bandeira da dignidade obrigando o corrupto governador Ricardo Rosello a renunciar”, disse, enquanto a audiência de pé aclamava: “Não foi ele que  renunciou, o povo o tirou”.
É importante assinalar que não se tratava de uma conferência de palestras, senão de uma reunião de ativistas que no sábado saíram à rua junto a milhares de venezuelanos para pedir aos Estados Unidos “Mãos fora de Venezuela e de toda América Latina” Em todas as reuniões e em comícios nas  ruas , os participantes expressaram seu apoio ao único presidente de Venezuela eleito  pela vontade popular, Nicolás Maduro Moros.
Durante o último dia do Foro de São Paulo, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reiterou seu agradecimento aos membros do Coletivo de Proteção da Embaixada de Venezuela em Washington. “Sua atuação reflete a alta moral pela defesa da dignidade e soberania do povo venezuelano”, disse o presidente e entregou aos ativistas uma réplica da espada de Simón Bolívar.
A cerimônia de encerramento teve lugar após uma caminhada ao Quartel da Montanha, no bairro 23 de Janeiro, onde descansam os restos de Hugo Chávez. Na cerimônia de encerramento estiveram presentes o Presidente de Venezuela Nicolás Maduro e o Presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel. Também Diosdado Cabello e Monica Valente.
Foi emitida uma Declaração Final de apoio à Venezuela, Cuba, Nicarágua e outros governos progressistas sob o ataque do imperialismo norte-americano, e exigiu-se a liberdade de Lula e outros líderes de esquerda encarcerados por razões políticas.
O que mais demonstrou o XXV Foro de São Paulo foram os exemplos essenciais e incomparáveis, herdados de Fidel, para guiar os revolucionários da América Latina e Caribe: a unidade das forças progressistas de esquerda e a prática do internacionalismo.






Donald Trump, o ‘malandro’ que nunca perde.


Donald Trump, o showman da política ianque é como esses técnicos que se sentam nas arquibancadas  para vaiar a sua equipe quando vê que as coisas vão  mal .

2 de agosto de 2019 00:08:46



Donald Trump o ‘malandro’ que nunca perde poderia parecer o título de um filme hollywoodiano de baixo orçamento, mas não é assim, o showman da política ianque é como esses técnicos que se sentam nas arquibancadas para vaiar a sua equipe quando vê que as coisas vão mal.
Todos se equivocam menos ele, mas além disso se equivocam contra ele, para prejudicar sua “imaculada imagem”. A cada política errada, é culpa de alguém mal intencionado, não importa que  a tal  política seja obra do próprio Trump, se sai mal a culpa é de outro. Assim perdem o trabalho uma centena de servidores públicos de seu Governo.


Fracassos de inteligência, errôneas avaliações políticas sobre a realidade venezuelana, retóricas bélicas contra o Irã, ameaças ao México pela crise migratória e uma guerra econômica sem sentido contra China, além da intensificação da política agressiva contra Cuba, são alguns “resultados” da atual administração.
The New York Times tem insistido várias vezes em que o caos se apoderou dos altos servidores públicos da equipe de Governo de Trump, mas a culpa não é do presidente, a culpa é da CIA, de “Bomba” Bolton, de Mike Pompeo, do Mickey Mouse, do Capitão América, de qualquer um  menos dele.
A administração Trump reconhece o fracasso da separação familiar como estratégia para frear a entrada de migrantes, mas culpa o Governo anterior, não se refere à crueldade e a desumanidade de tal política, senão ao insuficiente resultado no controle da fronteira.
“As jaulas para crianças foram construídas pela administração de Obama em 2014. Ele tinha a política de separação de crianças. Eu lhe pus fim!” escreveu o inquilino da Casa Branca no Twitter.
Na verdade foi a administração de Donald Trump que anunciou em abril de 2018 a política de “tolerância zero”, com o fim de que todas as pessoas que ingressassem de forma irregular a Estados Unidos fossem remetidas para serem processadas  penalmente. Foi a partir desse momento que as crianças migrantes começaram a ser retiradas do lado de seus pais.
Recentemente a Reserva Federal dos EUA (FED) anunciou uma redução das taxas de investimento bancário em curto prazo de 25 pontos básicos, para situá-la agora em uma faixa entre 2,0 % e 2,25 %. A fed não cortava os índices desde dezembro de 2008, quando à luz da crise econômica os baixou a zero e os manteve praticamente nulos até anos recentes.
De imediato Trump afirmou da sua conta em Twitter que a Reserva Federal o desapontou  pela baixa de taxas de juro, assegurando que o presidente dessa entidade financeira, Jerome Powell, “decepcionou” a todos.
A economia não marcha bem nos EUA . A bolha do “sucesso econômico” está pronta para estourar. Hoje nesse país os ricos são mais ricos e os que pouco têm são muitos mais e são mais pobres.
O “capitão” da equipe ianque, o’ malandro’ maior, terá que descer das arquibancadas  ao gramado e compartilhar as vaias, não pode  enganar  todo mundo o tempo todo.



Fonte: Prensa Latina


Chanceler e Presidente cubanos rechaçam declarações de Bolsonaro contra os médicos da Ilha







O Ministro de Relações Exteriores de Cuba Bruno Rodríguez Parrilla  denunciou hoje as novas declarações do presidente brasileiro Jair Bolsonaro contra a cooperação médica da Ilha, que prestou serviços no gigante sul-americano como parte do programa Mais Médicos

Em sua conta oficial no Twitter, o chefe da diplomacia cubana declarou: “Bolsonaro ataca novamente a cooperação médica cubana, que é exemplo de solidariedade e altruísmo. Os fatos  desmentem o presidente: + de 113 milhões de brasileiros atendidos por cubanos em #MaisMedicos, em + de 3 mil 600 municípios, deles + de 700 tiveram médico pela primeira vez em sua história.”

Os médicos cubanos prestaram serviço de saúde no Brasil desde o ano 2013 até sua retirada do programa no final do 2018, devido às condições impostas pelo recém eleito presidente Bolsonaro.

Na atualidade, milhões de brasileiros continuam sem acesso aos serviços de saúde devido à suspensão de um programa que levou  doutores cubanos a áreas  rurais e perigosas, onde em muitos casos nunca tinha chegado essa atenção.

(Com informação de ACN)


http://www.cubadebate.cu/noticias/2019/08/03/canciller-cubano-rechaza-declaraciones-de-bolsonaro-contra-los-medicos-de-la-isla/?fbclid=iwar0dnhpnpisw7ynt6qou6cusvyznhvwppwcxaajlekff-mdcfxnhgkgsux8#.XUWNIPJKjIV





Díaz-Canel: Presidente Bolsonaro mente mais uma vez




Havana, 3 ago.— O presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez chamou de mentiroso e servil seu homólogo do Brasil, Jair Bolsonaro, e assinalou que suas  calúnias vulgares jamais poderão enganar o povo brasileiro.
Em sua conta no Twitter o mandatário da maior das Antilhas respondeu a Bolsonaro, que fez ofensivas declarações contra os profissionais cubanos da saúde que participaram na Missão Mais Médicos, de 2013 a 2018.
“O Presidente Bolsonaro mente uma vez mais. Vergonhoso seu servilismo aos #EEUU. Suas vulgares calúnias contra #Cuba e o programa #MaisMedicos jamais poderão enganar o irmão povo brasileiro, que bem sabe da nobreza e humanidade da cooperação médica cubana. #SomosCuba”, deixou registrado na rede social.
Este programa foi implementado pela então presidenta Dilma Rousseff, através de um convênio com a Organização Pan-americana da Saúde que incluiu o pessoal  da saúde da maior das Antilhas, e chegou fundamentalmente às camadas mais humildes do Brasil, incluídos os lugares mais recônditos, perigosos e desprotegidos.
Cuba retirou seus mais de oito mil médicos ante as calúnias vertidas por Bolsonaro  mal foi eleito, e desde então a população beneficiada por Mais Médicos ficou sem essa cobertura de saúde, ainda que tenham sido  tentadas substituições  por outros programas, que têm sido mais demagogia que realidade.
Em tuites anteriores o chanceler cubano Bruno Rodríguez Parrilla também  respondeu às calunias do mandatário, quando escreveu : “Bolsonaro ataca novamente a cooperação médica cubana, que é exemplo de solidariedade e altruísmo. Os fatos desmentem o presidente: + de 113 milhões de brasileiros atendidos por cubanos em #MaisMedicos, em + de 3 mil 600 municípios, deles + de 700 tiveram médico pela primeira vez em sua história.”
Depois na própria rede social assinalou: “O Presidente Bolsonaro #Brasil reconhece ser racista, sexista, homófobo e admirador da ditadura militar. Deveria se ocupar da corrupção em sua família, governo e sistema de justiça.
Respeite #Cuba e a seus profissionais da saúde que têm feito mais pelo brasileiros q vocês”.






1 de ago. de 2019

Venezuela. 120 milhões de cestas de alimentos são distribuídas pelos Clap a nível nacional / Chegam ao país 35 toneladas de insumos médicos e medicamentos desde Itália





 120 milhões de cestas de alimentos são distribuídas pelos Comitês Locais de Abastecimento e Produção (Clap) para fornecer a  24 milhões de pessoas na Venezuela. A extensão e efetividade desta política do Estado executa-se paralelamente ao Plano de Soberania Alimentar, que busca garantir a independência na produção de alimentos.
Os Clap são estruturas organizativas do poder popular e se constituiu na maior e mais numerosa organização social da Revolução bolivariana. Superam as 32 mil unidades das comunas, todas estão ativas para proteger  mais de 6 milhões de famílias, através de um modelo de distribuição direta e produção local nos 24 estados do país.
O Plano da Pátria 2019 – 2025 ressalta que os Comitês Locais de Abastecimento e Produção são estruturas estratégicas para avançar nas bases econômicas e materiais para a transição ao socialismo, isto é, para ir a um “modelo econômico produtivo inclusivo, eficiente e justo, libertando as forças produtivas, com a finalidade de satisfazer as necessidades de nossa população“.
O governo venezuelano criou este programa em abril de 2016, como resposta ao assédio e o estrangulamento econômico que ativaram governos capitalistas do mundo. O sequestro destes fundos ascendem a 4.836 milhões 313 mil 30 euros.
Apesar disso, os Clap -  nova força na economia de Venezuela -  distribuíram  no ano de   2018, 1 milhão 723 mil toneladas de alimentos.
Com referência aos Comitês, o presidente da República Nicolás Maduro expressou em 13 de março de 2017, “Venezuela está escrevendo uma nova página na luta pelo socialismo, que pode servir de exemplo ao continente”.

Ataque aos  Clap

Os ataques a esta política do Governo bolivariano são promovidos desde os Estados Unidos. Washington determina através de suas arbitrariedades, sanções, multas e penas por “corrupção” a pessoas e empresas -segundo eles- unidas a este sistema de distribuição de alimentos subsidiados e dirigidos às famílias venezuelanas.
Uma nova ação coercitiva foi executada nesta quinta-feira pelo Governo estadunidense, que anunciou novas sanções contra “servidores públicos e companhias” argumentando vínculos com os Clap. Como resposta, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, afirmou que “nem com um milhão de sanções deterão os Comitês Locais de Abastecimento e Produção”.
“O império gringo (estadunidense) desespera-se pelos Clap e toma medidas de sanções aqui e  lá, e digo-lhes, senhores do império nem com um milhão de sanções deterão os Clap, os Clap são do povo e ninguém lhos tira”, exclamou Maduro.
A progressividade destas manobras imperiais não são novas. Cabe mencionar, que no último 19 de maio a administração Trump sancionou  10 das 12 navegadoras que transladavam alimentos à Venezuela, o que ocasiona atraso na chegada dos rubros ao país por até  três meses.
Os pagamentos diretos por transferências bancárias em dólares que realiza o Estado são com frequência recusados e devem ser cancelados através de terceiros países. Um pagamento “que se executava em 20 dias, agora dura 45, 60 dias”, ressaltou  o chefe dos Clap, Freddy Bernal.
AVN


Chegam ao país 35 toneladas de insumos médicos e medicamentos da Itália


Um total de 35 toneladas de insumos médicos e de medicamentos provenientes de Itália chegou nesta quarta-feira ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, estado  Guaira.
O avião com estes insumos chegou ao país com a coordenação do Governo Nacional através da Assistência Técnica Humanitária, o qual foi recebido pelo vice-ministro de Recursos, Tecnologia e Regulação, Gerardo Briceño, informou pela rede social twitter o Ministério para a Saúde.
Briceño indicou que com esta remessa, somam 608 toneladas de insumos e medicamentos que  chegaram a nossa nação, por meio de Assistência Técnica Humanitária, plano que faz parte da cooperação entre o Governo Bolivariano com a Federação de Sociedades da Cruz Vermelha Internacional e Meia Lua Vermelha.
Países como Rússia e China se somaram a esta iniciativa de entrega de medicamentos à Venezuela.
O Governo Bolivariano, presidido pelo presidente da República, Nicolás Maduro, tem criado diversos mecanismos com o objetivo de proteger o povo venezuelano que atualmente é vítima do bloqueio financeiro e comercial que Estados Unidos e seus países aliados têm imposto ao país.



Resumem Latinoamericano*, 31 julho 2019.