O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguéi
Lavrov, afirmou que os dados publicados durante a investigação do falecido
criminoso sexual Jeffrey Epstein estão além da compreensão humana.
“Este assunto tem a ver com a exposição do que se chama “o
Ocidente coletivo” e a aliança profunda que dirige todo o Ocidente e tenta
dirigir o mundo inteiro”, afirmou ele em entrevista à rede russa NTV, publicada
neste domingo.
Isto está completamente além da compreensão humana. É puro satanismo; não é possível explicar isso a uma pessoa normal”, acrescentou o ministro.
Anteriormente, a porta-voz do Ministério dos Negócios
Estrangeiros russo, Maria Zajárova, afirmou que os países ocidentais ignoram os
crimes mais evidentes se revelarem que as elites globais estão envolvidas. “Desde
o assassinato de Kennedy até aos ataques contra o Nord Stream, nada é
investigado no Ocidente, assim como o caso Epstein, quando as elites mundiais
estão envolvidas. É ridículo que agora os seus crimes ou intenções criminosas
fiquem registrados em fotografias e vídeos. E, mesmo assim, 'nem tudo está
claro'”, indicou.
“Meninas de 10 ou 11 anos”: detalhes horripilantes de uma festa
pedófila clandestina de Epstein
Isso ficou evidente numa denúncia recebida pelo FBI em 2019
sobre a suposta festa que ocorreu no verão de 1999. O evento foi realizado “em
uma área privada e isolada”, onde “havia idosos e meninas pequenas”, uma das
quais “nem sequer tinha seios”, provavelmente com “apenas 10 ou 11 anos”, bem
como “meninos pequenos que eles vestiam como meninas”. “Que merda é essa!? Parece pornografia infantil”, exclamou um dos presentes
ao chegar ao local.
Quando uma das participantes, que aparentemente não sabia de antemão a essência da festa, quis ir embora ao ver tais cenas, Jeffrey Epstein perguntou o que se passava e a mulher respondeu que não era o seu tipo de diversão. O financista perguntou se ela queria mais dinheiro, mas a mulher recusou a oferta.
Figuras políticas no “paraíso pedófilo”
“Ela disse que se lembra de ter visto Alan Dershowitz
[ex-advogado de Donald Trump] e várias outras pessoas que agora estão
envolvidas na política”, diz o texto da denúncia. De acordo com o testemunho
documentado, os organizadores da festa trouxeram os menores num iate “e, após
cerca de uma hora, deixaram outra leva”.
Vários meses após o macabro evento, o acompanhante da mulher comentou: “Lembra-se daquela festa em que estivemos? Uma das meninas disse que tinha sido violada”.
100 dólares por criança
A denúncia também registra como os menores acabavam nas
mãos de Epstein: havia recrutadores que costumavam ir a escolas secundárias em
busca de crianças, “oferecendo-lhes 100 dólares para fazer coisas indignantes”.
“No
dia seguinte, no trabalho, (...) perguntou a (...) por que ela fazia isso e ela
respondeu que fazia isso para Epstein desde os 14 anos de idade”.
Novo golpe dos arquivos de Epstein: renúncia da embaixadora
de um país da OTAN

Mona Juul em janeiro de 2019. Richard Drew / AP
Mona Juul, que atuava como embaixadora da Noruega na
Jordânia, foi dispensada na semana passada de suas obrigações profissionais
enquanto o Ministério das Relações Exteriores norueguês investiga sua ligação
com o falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein, informou o ministério neste
domingo.
“Esta
é uma decisão correta e necessária. Ela foi tomada após conversas com o
Ministério das Relações Exteriores esta semana. O contato de Juul com Epstein,
um criminoso sexual condenado, demonstrou uma grave falta de discernimento. O
caso dificulta a reconstrução da confiança que o cargo exige”,
afirmou o chefe da diplomacia norueguesa, Espen Barth Eide.
”Os documentos de Epstein revelaram vários detalhes sobre Mona Juul. Na sequência destas revelações, o Ministério dos Negócios Estrangeiros iniciou uma investigação sobre o conhecimento e o contato de Juul com Epstein [...] Esta investigação irá continuar, apesar da renúncia de Juul como embaixadora”, precisou o Ministério.
Além disso, anunciaram que, ao terminar o seu serviço na
Jordânia antes do previsto, Juul não regressará como embaixadora e, até que
seja nomeado um novo embaixador, a Embaixada será dirigida por um adjunto. ”Isto garante que o trabalho continue
normalmente, mesmo numa situação difícil”, explicou Eide.
Após ser revelado que a ex-embaixadora aparecia 33 vezes na nova série de arquivos relacionados ao caso Epstein, Juul esclareceu à imprensa que seu contato com o falecido financista havia se originado devido à relação de seu marido com ele. Os nomes dos seus dois filhos, Emma Roed Larsen e Edward Roed Larsen, também apareceram no testamento do magnata, com doações de 5 milhões de dólares para cada um.
Trad/Ed: @comitecarioca21


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Os crimes da elite global.....nojo !
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