2 de fev. de 2026

DECLARAÇÃO FINAL DO IV ENCONTRO INTERNACIONAL DE SOLIDARIEDADE COM CUBA. (port/esp) VENHA SE SOMAR !

                                     

Desde Sevilha, cidade de vocação universal, reunimo-nos organizações, movimentos e povos no IV Encontro de Solidariedade com Cuba, convocado pela Europa por Cuba, para dizer o que outros silenciam e para nomear o que se pretende ocultar.

Fizemos isso no ano do centenário de Fidel Castro Ruz, símbolo vivo da dignidade indomável, e no 173º aniversário do nascimento de José Martí, herói nacional e apóstolo da independência de Cuba, cujas palavras continuam sendo guia e luz para os povos que não se resignam. Neles, a quem prestamos homenagem perpétua, reconhecemos a continuidade de uma mesma luta: a da soberania, da justiça e da emancipação.

A guerra e a pilhagem são legalizadas e o crime se disfarça de ordem internacional. Diante desse mundo inseguro e agressivo, reafirmamos nossa profunda e militante irmandade com Cuba e com a Venezuela, povos que resistem ao castigo imperial pelo simples fato de terem escolhido seu próprio caminho.

Denunciamos o bloqueio criminoso contra Cuba, uma política de asfixia prolongada que constitui um ato de guerra e um crime contra a humanidade. Rejeitamos a mentira transformada em norma, a hipocrisia que pretende chamar de democracia o cerco e a fome induzida.

Exigimos a retirada imediata e incondicional de Cuba da lista de países patrocinadores do terrorismo, uma infâmia que busca isolar, intimidar e justificar novas agressões. Nos pronunciamos firmemente contra as ameaças de bloqueio naval, as provocações militares e qualquer forma de intervenção no Caribe, porque os povos da região proclamaram seu direito de viver em paz.

Apelamos também o humanismo da velha Europa, berço dos direitos proclamados e das lutas populares que hoje não podem ser traídos sem desonra. Denunciamos que, enquanto os povos europeus enfrentam suas próprias crises, o Parlamento Europeu tenta, de forma irracional e servil, eliminar o Acordo de Diálogo Político e Cooperação com Cuba, com o objetivo de privá-la de suprimentos, cooperação e recursos que são indispensáveis para a sobrevivência de seu povo. Não é o diálogo que se busca, mas o castigo; não são os direitos humanos que se defendem, mas o alinhamento com a política de asfixia. A Europa não pode se tornar cúmplice do bloqueio nem instrumento de uma guerra econômica que nega os valores de humanidade, solidariedade e justiça que diz representar.

A partir deste encontro, como nos anteriores, levantamos também a nossa voz em solidariedade com o povo palestino, que resiste ao genocídio e à ocupação; com o povo saharaui, a quem continua a ser negado o seu direito inalienável à autodeterminação; e também com o povo dos Estados Unidos, vítima de um sistema que não governa para os povos, mas contra eles.

Reivindicamos a unidade como princípio e como prática. Unidade dos povos contra o imperialismo, contra sua face mais crua, que é o fascismo. Unidade das lutas contra o colonialismo, o racismo e a guerra. Unidade consciente, organizada e solidária, porque só ela transforma a resistência em vitória. Para isso, declaramos aqui nossas resoluções:

- Continuar ativos no campo de batalha que são os meios de comunicação alternativos, as redes sociais digitais e estar muito atentos aos acontecimentos no Caribe e às ameaças sobre Cuba. Para isso, convocamos em breve uma maratona midiática no final de abril.

- Fortalecer a unidade com todos os setores que defendem a revolução cubana: partidos, sindicatos, organizações de massa, associações de cubanos e solidários para criar uma grande frente contra o imperialismo e em apoio às conquistas da revolução cubana.

- Assinar um comunicado de apoio à Venezuela, condenando a agressão à revolução bolivariana. Travar a batalha em 8 de março e além, se assim o exigir o presente, para conseguir o retorno de Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores.

- Continuar nossas ações e fortalecer nosso compromisso não apenas com Cuba e Venezuela, mas também com os irmãos palestinos e o povo saharaui e com todos os povos do mundo que lutam contra o imperialismo.

- Realizar atividades de reafirmação revolucionária e de defesa de Cuba no espaço público, sem esquecer os muros, as ruas e os meios tradicionais de agitação e propaganda.

Ressaltamos a importância de fortalecer a consciência política de que a derrota do imperialismo é possível.

De Sevilha, afirmamos em alto e bom som que Cuba não está sozinha. Que a América Latina é uma zona de paz, mas também de combate, como Aleida enfatizou, quando necessário.

Cuba nunca estará sozinha enquanto existir dignidade e amor pela justiça.

Enquanto existirem agressões e ameaças intervencionistas, haverá solidariedade.

Assinam esta declaração as organizações, coletivos e pessoas participantes do IV Encontro de Solidariedade com Cuba, convencidos de que a história não é escrita pelos impérios, mas pelos povos que resistem.

31 de janeiro de 2026

Qualquer pessoa que ame Cuba e sua dignidade também pode aderir a esta Declaração. Envie seu nome e, se for o caso, sua organização ou associação para europaporcuba@gmail.com

                     



En español : 

Declaración final del IV Encuentro Internacional de Solidaridad con Cuba.
Desde Sevilla, ciudad de vocación universal, nos reunimos organizaciones, movimientos y pueblos en el IV Encuentro de Solidaridad con Cuba, convocados por Europa por Cuba, para decir lo que otros callan y para nombrar lo se pretende ocultar.
Lo hemos hecho en el año del centenario de Fidel Castro Ruz, símbolo vivo de la dignidad indoblegable, y en el 173 aniversario del natalicio de José Martí, Héroe Nacional y apóstol de la independencia de Cuba, cuya palabra sigue siendo guía y luz para los pueblos que no se resignan. En ellos, a quienes rendimos homenaje perpetuo, reconocemos la continuidad de una misma lucha: la de la soberanía, la justicia y la emancipación.
La guerra y el saqueo se legalizan y el crimen se disfraza de orden internacional. Frente a ese mundo inseguro y agresivo, reafirmamos nuestra hermandad profunda y militante con Cuba y con Venezuela, pueblos que resisten el castigo imperial por el solo hecho de haber elegido su propio camino.
Denunciamos el bloqueo criminal contra Cuba, una política de asfixia prolongada que constituye un acto de guerra y un crimen contra la Humanidad. Rechazamos la mentira convertida en norma, la hipocresía que pretende llamar democracia al asedio y al hambre inducida.
Exigimos la retirada inmediata e incondicional de Cuba de la lista de países patrocinadores del terrorismo, una infamia que busca aislar, intimidar y justificar nuevas agresiones. Nos pronunciamos con firmeza contra las amenazas de bloqueo naval, las provocaciones militares y cualquier forma de intervención en el Caribe, porque los pueblos de la región han proclamado su derecho a vivir en paz.
Apelamos también al humanismo de la vieja Europa, cuna de derechos proclamados y de luchas populares que hoy no pueden ser traicionadas sin deshonra. Denunciamos que, mientras los pueblos europeos enfrentan sus propias crisis, desde el Parlamento Europeo se intente de manera irracional y servil eliminar el Acuerdo de Diálogo Político y Cooperación con Cuba, con el objetivo de privarla de suministros, cooperación y recursos que son indispensables para la supervivencia de su pueblo. No es diálogo lo que se persigue, sino castigo; no son derechos humanos lo que se defiende, sino alineamiento con la política de asfixia. Europa no puede convertirse en cómplice del bloqueo ni en instrumento de una guerra económica que niega los valores de humanidad, solidaridad y justicia que dice representar.
Desde este encuentro como en los anteriores levantamos también nuestra voz en solidaridad con el pueblo palestino, que resiste el genocidio y la ocupación; con el pueblo saharaui, al que se le sigue negando su derecho inalienable a la autodeterminación; y también con el pueblo de los Estados Unidos, víctima de un sistema que no gobierna para los pueblos, sino contra ellos.
Reivindicamos la unidad como principio y como práctica. Unidad de los pueblos frente al imperialismo, contra su cara más descarnada que es el fascismo. Unidad de las luchas frente al colonialismo, el racismo y la guerra. Unidad consciente, organizada y solidaria, porque solo ella convierte la resistencia en victoria. Para ello decimos aquí nuestras resoluciones:
- Seguir activos en el campo de batalla que son los medios de comunicación alternativos, las redes sociodigitales y estar muy atentos a los hechos en el Caribe y las amenazas sobre Cuba. Para ello, convocamos próximamente a un Maratón mediático a finales de abril.
- Potenciar la unidad con todos los sectores que defienden la revolución cubana: partidos, sindicatos, organizaciones de masa, asociaciones de cubanos y solidarios para crear un gran frente contra el imperialismo y en apoyo a las conquistas de la revolución cubana.
- Firmar un comunicado de apoyo a Venezuela, condenando la agresión a la revolución bolivariana. Dar la batalla el 8 de marzo y más allá si así lo impone el presente para lograr el retorno de Nicolás Maduro y su esposa Cilia Flores.
- Continuar nuestras acciones y afianzar nuestro compromiso no solo con Cuba y Venezuela sino también con los hermanos palestinos y el pueblo saharahui y con todos los pueblos del mundo que luchan contra el imperialismo.
- Realizar actividades de reafirmación revolucionaria y de defensa de Cuba en el espacio público sin olvidar los muros, las calles ni los medios tradicionales de agitación y propaganda.
Subrayamos la importancia de potenciar la conciencia política de que la derrota del imperialismo, es posible.
Desde Sevilla decimos alto y claro que Cuba no está sola. Que América Latina es una zona de paz pero también de combate, como subrayaba Aleida, cuando sea necesario.
Cuba no estará nunca sola mientras exista la dignidad y el amor por la justicia.
Mientras existan las agresiones y amenazas injerencistas, habrá solidaridad.
Firman esta declaración las organizaciones, colectivos y personas participantes en el IV Encuentro de Solidaridad con Cuba, convencidas de que la Historia no la escriben los imperios, sino los pueblos que resisten.
enero 31, 2026
Puede adherir además a esta Declaración toda persona que ame a Cuba y a su dignidad. Envíe su nombre y dado el caso su organización u asociación a europaporcuba@gmail.com



Trad/ed: @comitecarioca21

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