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| O porta-voz oficial Mike Waltz pede a rejeição da resolução cubana contra o bloqueio dos EUA. |
No "evento"/farsa Cuba Libre: the opression Havana hides. Em ato falho, Waltz reconhece o bloqueio contra Cuba. O vídeo completo: https://www.instagram.com/reel/Der7YOBOeQ1
PROVOCAÇÃO NA ONU… E A RESPOSTA CUBANA
Ontem (19), na própria sede das Nações Unidas em Nova York, a Missão dos Estados Unidos encenou seu espetáculo contra Cuba: um evento intitulado “Cuba Libre: A opressão que Havana esconde”, organizado pelo embaixador Mike Waltz com um grupo seleto de contrarrevolucionários, entre eles José Daniel Ferrer, Luis Manuel Otero Alcántara e Orlando Gutiérrez Boronat, incluído na lista nacional de pessoas ligadas ao terrorismo.
O objetivo? Minar o apoio a Cuba a poucos dias da votação contra o bloqueio, que será debatida e votada nos dias 27 e 28 de outubro, pela 34ª vez.
📍Mas o espetáculo não saiu como eles esperavam. Os cubanos presentes e a delegação de Cuba os confrontaram no próprio corredor, cara a cara, gritando “terroristas!” e “descarados!”. O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, resumiu sem piedade: foi um “espetáculo mentiroso”, em “uma sala clandestina e diante de uns gatos pingados”, com pessoas que “há anos vivem do orçamento federal” dos Estados Unidos.
ASSISTA A "RECEPÇÃO" DOS CUBANOS AOS CONTRAREVOLUCIONÁRIOS
📍 O embaixador cubano Ernesto Soberón Guzmán deixou claro para a imprensa: “Os Estados Unidos agem como um criminoso internacional. Cuba não é uma ameaça; o bloqueio, sim. Nunca nos ajoelharemos. Não nos renderemos”.
📌Em 28 de outubro, o mundo votará novamente contra o bloqueio. E nesse mesmo dia, em Miami, também levantaremos a voz.
#Cuba #NãoAoBloqueio #ONU #OBloqueioÉReal
Por: https://www.facebook.com/share/v/1KKgZYKUiE/
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| Embaixador Ernesto Soberón Guzmán |
O embaixador cubano nas Nações Unidas reiterou sua
condenação a uma nova tentativa hostil dos Estados Unidos contra a ilha,
orquestrada nas proximidades da própria sede da ONU.
O representante permanente de Cuba nas Nações Unidas (ONU),
Ernesto Soberón Guzmán, reiterou que a ilha não se curvará diante das pressões
e manobras externas perpetradas pelos Estados Unidos.
Soberón Guzmán confirmou isso em uma declaração à imprensa
em 19 de outubro, onde denunciou a realização de um evento organizado pela
Missão dos Estados Unidos contra Cuba na própria sede da ONU.
"Jamais
nos ajoelharemos. Não nos renderemos", afirmou o embaixador
cubano junto à organização internacional.
A
manobra: um evento clandestino sem relação com a ONU.
Soberón classificou a reunião como uma "farsa" e
denunciou que ela estava ocorrendo a poucos metros de onde ele comparecia
perante os jornalistas, em desacordo com as normas que regulamentam o uso das
instalações das Nações Unidas.
Explicou que se tratava de uma reunião clandestina,
completamente alheia à agenda da organização, e que o Secretariado da ONU não
impediu, apesar dos repetidos avisos cubanos.
O diplomata acusou Washington de convocar representantes de
um pequeno grupo seleto e discriminatório de Estados-membros para espalhar
informações falsas sobre Cuba.
O
Departamento de Estado dos EUA nos bastidores
O diplomata de alto escalão indicou que o painel é composto
por pessoas financiadas pelo Departamento de Estado dos EUA e denunciou que
entre elas estão indivíduos condenados por crimes ou ligados a organizações
terroristas responsáveis por mortes e sofrimento entre a população cubana.
Soberón argumentou que o objetivo dessa operação política é impor uma narrativa falsa sobre Cuba para justificar a política de agressão dos EUA.
Afirmou que a manobra visa desviar a atenção do verdadeiro
problema: as consequências do bloqueio e das medidas de pressão máxima dos EUA.
"Os Estados Unidos estão agindo como um criminoso internacional, impondo punição coletiva ao povo de Cuba", declarou ele.
Acrescentou que Washington inflige imenso sofrimento a toda
a população de uma nação pacífica e procura apresentar argumentos que, segundo
ele, não podem justificar tal conduta.
O
verdadeiro debate na ONU: 27 e 28 de outubro.
Soberón lembrou que a questão legitimamente na agenda da
Assembleia Geral é o bloqueio econômico dos EUA contra Cuba e a necessidade de
pôr fim a essa política.
Ele contrastou o evento organizado por Washington com o
debate oficial que ocorrerá nos dias 27 e 28 de outubro, quando a Assembleia
Geral examinará a resolução cubana pela trigésima quarta vez.
Enfatizou que esse debate ocorrerá publicamente, com a
participação de todos os Estados-membros e em uma sessão formal, e não por meio
de uma reunião reservada a poucos países.
O representante permanente denunciou que os Estados Unidos
pretendem minimizar as graves consequências de sua política de pressão máxima e
o aperto sem precedentes do bloqueio.
Segundo Soberón, Washington usa a causa dos direitos
humanos para tentar minar o direito de Cuba à autodeterminação e à soberania.
Ele afirmou que o verdadeiro propósito da punição coletiva
é quebrar a vontade do povo cubano e subverter sua ordem constitucional, um
objetivo histórico que, segundo ele, os Estados Unidos não conseguiram
alcançar.
Em referência ao evento nos EUA, Soberón afirmou a
legitimidade da representação diplomática cubana perante as Nações Unidas.
"Cuba está aqui,
não lá dentro. Os representantes do povo cubano estão aqui, não com eles",
disse ele.
O diplomata expressou sua confiança de que a maioria dos
Estados-membros voltará a apoiar a resolução contra o bloqueio durante as
sessões de 27 e 28 de outubro.
Ao concluir seu discurso, Soberón afirmou que qualquer
tentativa dos Estados Unidos de quebrar a determinação e a unidade do povo
cubano representaria um desperdício de tempo, esforço e recursos.
"Nunca
nos ajoelharemos. Não nos renderemos",
concluiu ele.
#CubaNoEsUnaAmenaza. O bloqueio, sim.




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