11 de mar. de 2019

Cuba condena a sabotagem terrorista contra o sistema elétrico da Venezuela



O Governo Revolucionário condena energicamente a sabotagem ao fornecimento de eletricidade na Venezuela, que constitui um ato terrorista, dirigido a atingir a população indefesa de toda uma nação, para utilizá-la como refém na guerra não convencional desatada pelos Estados Unidos contra o governo legítimo que preside o companheiro Nicolás Maduro Moros e a união cívico-militar do povo bolivariano e chavista.
Políticos estadunidenses apressaram-se em comemorar um ato que priva a população de um serviço básico fundamental, deixa hospitais sem a energia necessária para operar, interrompe outros serviços elementares indispensáveis na vida cotidiana, como a alimentação, o fornecimento de água, o transporte, as comunicações, a segurança pública, o comércio, as transações bancárias e o pagamento por cartões; afeta o trabalho em geral e impede o funcionamento das escolas e universidades.
A sequência e modalidade dos fatos recorda a sabotagem realizada na  indústria petroleira em 2002, perpetrado então por uma empresa estadunidense proprietária e operadora do sistema automatizado de produção, refino, transporte e distribuição da produção.
Soma-se, ademais, à guerra econômica e financeira impiedosa a que se submete a Venezuela, com o claro objetivo de vencer por carências e privações a vontade política e soberana de um povo que não se deixou dobrar.
Trata-se de uma escalada na guerra não convencional liderada pelo governo dos Estados Unidos contra esse país irmão que se desenvolve depois do fracasso da provocação montada no último 23 de fevereiro com a tentativa de ingressar pela força com uma suposta ajuda humanitária à  Venezuela, desafiando as autoridades legítimas do país, em violação do Direito Internacional e das normas e princípios da Carta das Nações Unidas, com o objetivo de provocar mortes e violência em grande escala como pretexto para uma “intervenção humanitária”.
A experiência da própria história de Cuba e de outros países da região ensina que estas ações são o prenúncio de atos violentos de maior envergadura, como foi a invasão armada de Praia Girón em 1961. A comunidade internacional tem suficientes evidências para estar alerta.
O usurpador e autoproclamado “presidente” criado pelos Estados Unidos disse publicamente que, quando chegue o momento, invocaria o artigo 187 da Constituição para autorizar o emprego de missões militares estrangeiras no país e repetiu exatamente a mesma frase que seus mentores estadunidenses utilizam: “Todas as opções estão sobre a mesa”. Só falta que receba a ordem de Washington, pois se sabe que em sua peregrinação pela América do Sul já solicitou a certos governos apoio para uma intervenção militar em seu país.
A ofensiva contra Venezuela acompanha-se de uma feroz campanha de propaganda macartista e mentiras coordenadas pelo Assessor de Segurança Nacional desse país, John Bolton, como pretexto para a aplicação pela força da Doutrina Monroe, acompanhado ativamente pelo Senador anticubano Marco Rubio, que com o uso frenético das redes sociais, evidencia sua atenção e envolvimento pessoal e conspirativo, nas manobras contra a Venezuela.
Entre os mais persistentes e vergonhosos pronunciamentos, está a calúnia  de que Cuba tem “entre 20 e 25 mil efetivos militares na Venezuela”, que “exercem domínio” nesse país irmão e soberano, e que “têm ameaçado” os integrantes da gloriosa e combativa Força Armada Nacional Bolivariana. Cuba recusa de maneira categórica essa mentira, como recusa com igual firmeza toda insinuação de que existe algum grau de subordinação política da Venezuela a Cuba ou de Cuba a Venezuela.
John Bolton é um mentiroso reconhecido, com credenciais de longa data. Este funcionário foi quem em 2002 acusou Cuba de possuir um programa de desenvolvimento de armas biológicas, falácia desmentida publicamente por quem era então seu chefe, o ex Secretário de Estado Colin Powell, e pelo ex Presidente James Carter. A falsa informação provocou, ademais, que Bolton fosse submetido a uma investigação pelo Congresso dos Estados Unidos.
Bolton assim mesmo esteve entre os promotores da mentira de que o governo de Iraque possuía em 2003 armas de destruição em massa e um programa para desenvolvê-las, o que, repetida a todos os níveis do governo estadunidense e amplificada pelos grandes meios de comunicação, serviu de pretexto para a agressão e ocupação militar daquele país do Oriente Médio por parte dos Estados Unidos, a um preço de cerca de um milhão de mortos e milhões de deslocados iraquianos, além de milhares de soldados estadunidenses falecidos e feridos durante a campanha militar cujo objetivo foi também o petróleo.
Como se difundiu publicamente, e as pessoas honestas e informadas sabem, a relação bilateral entre Cuba e Venezuela se baseia no respeito mútuo, na verdadeira solidariedade, no recíproco  compromisso bolivariano e martiano, fidelista e chavista, com a integração de “Nossa América”, independente e soberana; na vontade de praticar a cooperação complementar entre os povos do Sul  e no empenho de aplicar e defender a proclamação  de América Latina e  Caribe como Zona de Paz.
Nos projetos do Convênio Integral de Cooperação, subscritos entre ambos países, participam pouco mais de 20 mil cubanos, a maioria mulheres,  96% dos quais estão dedicados à prestação de serviços de saúde à população, e outros que trabalham em setores como educação, cultura, desporto e agro alimentação.
O impacto acumulado na Venezuela dessa cooperação, para só citar uns dados, ajudou a salvar 1 473 117 vidas, a realizar 717 029 310 exames de diagnóstico médico, a dar atenção oftalmológica a 62 031 309 de pessoas, a administrar 12 915 648 de vacinas contra o sarampo e a tuberculose, ao que pode ser somado 3 095 546 de alfabetizados.
É totalmente falso que Cuba esteja participando em operações da Força Armada Nacional Bolivariana ou os serviços de Segurança. Trata-se de uma calúnia difundida deliberadamente pelo Governo dos Estados Unidos. Quando Bolton, outros políticos e funcionários do governo estadunidense a esgrimem, mentem deliberadamente com agressivos fins políticos, pois contam com dados e informações suficientes e conhecem a verdade.
Cuba não intervém nos assuntos internos da Venezuela, como a Venezuela não intervém nos de Cuba.
A diferença dos Estados Unidos que tem umas oitenta bases militares na América Latina e Caribe, incluída a que usurpa território cubano em Guantánamo, e umas oitocentas no planeta que dispõem de mais de 250 mil soldados; Cuba não tem nenhuma em país algum, nem especialistas em tortura e repressão policial, nem cárceres secretos, nem forças navais ou aéreas circulando  pela costa e o espaço aéreo imediato de Estados soberanos nem satélites observando cada detalhe.
Com a mentira, o imperialismo promoveu o sangrento golpe de estado de Augusto Pinochet em Chile, e muitos outros golpes de estado e ditaduras repressivas na região. Com mentiras assassinou-se mais de 10 mil cidadãos indefesos na invasão militar ao Panamá de dezembro de 1989. Com elas se provocou a agressão militar e a desestabilização da Líbia.
Com mentiras foi que Estados Unidos e outras potências mantiveram até última hora o pleno respaldo ao infame regime do apartheid na África do Sul.
O Governo Revolucionário adverte e denuncia que a tendência a mentir sem limite nem freio algum de parte do governo dos Estados Unidos teve já perigosas consequências no passado que poderiam ser repetidas  na atualidade.






Original : http://www.cubadebate.cu/noticias/2019/03/11/condena-cuba-el-sabotaje-terrorista-contra-el-sistema-electrico-de-venezuela/#.XIcEsCJKjIV

7 de mar. de 2019

BRASIL : UM CARNAVAL POLITIZADO


 O Brasil viveu o carnaval de 2019 como um grito de guerra.  Em todo o país os blocos mostraram uma crítica do povo ao governo atual e o grito de  “Lula Livre”


 As frases se multiplicaram de norte ao sul do país libertando um grito na garganta dos brasileiros como não se via há muito tempo. O atual presidente foi alvo das mais duras rimas, como : “Ei, Bolsonaro, vai t* no C*” em alto e bom som  ou : “Doutor, eu não me engano, o Bolsonaro é miliciano” . 

Em contrapartida o atual presidente resolveu mostrar que o carnaval (a festa do povo) é uma festa de baixo nível e para prová-lo, postou mensagens obscenas (?!) em seu tuiter – o que gerou uma explosão de críticas nacionais e internacionais e mais uma vez a exposição de sua triste figura ao ridículo.




Na cidade de Olinda, no nordeste brasileiro, os tradicionais bonecos gigantes saíram esse ano homenageando em suas ladeiras o Presidente Chávez, Lula e Marielle em um grito de pedido de justiça e liberdade.


No Rio de Janeiro, especificamente , Lula e Marielle foram lembrados em muitos blocos, bandas e, principalmente, no sambódromo, onde a Escola de Samba Mangueira, vencedora do título de campeã de 2019 homenageou os "esquecidos" ou "ninguneados" (E. Galeano) contando a história que os livros de história não contam: dos índios, dos negros, dos pobres. Desfile perfeito e maravilhoso da Mangueira que politizando o carnaval trouxe para a avenida o verdadeiro Brasil. 
A homenagem a Marielle foi mostrada para o mundo todo.


 A emoção que a Mangueira trouxe para a avenida Marquês de Sapucaí "lavou a alma" dos brasileiros e brasileiras provocando com ironia  a classe dominante com um lindo samba e um desfile perfeito. Muita gente  chorava de emoção naquela segunda-feira de carnaval aos gritos de "é  campeã" no final da apresentação com um dos sambas mais bonitos da história dos desfiles.


A importância da imagem acima  pode ser avaliada em alguns fatos: 


Nas eleições de 2018 o candidato a governador do estado do Rio de Janeiro  Wilson Witzel, em praça pública com outros dois  candidatos do mesmo partido do presidente, quebraram uma placa com o nome da vereadora Marielle Franco na Cinelândia em um ato grotesco e agressivo, afirmando que, se ganhassem a eleição "a ordem seria restabelecida" (?!).Triste episódio.


Foram  eleitos e no carnaval o que se viu foi também uma placa com seu nome:


E nesse início de março o povo brasileiro dá início a uma reação à nova etapa da política atual e demonstra que está insatisfeito com os rumos do país na sua festa mais importante.




MARIELLE PRESENTE ! 
LULA LIVRE !!LULA INOCENTE !!
#LulaPresoPolítico 



https://www.youtube.com/watch?v=7SObzDOug_A

5 de mar. de 2019

FIRME REJEIÇÃO DE CUBA À NOVA ESCALADA AGRESSIVA DE EE.UU.

·       Declaração do Ministério de Relações Exteriores



O Ministério de Relações Exteriores recusa nos termos mais enérgicos a nova escalada da conduta agressiva dos Estados Unidos contra Cuba.

O Departamento de Estado anunciou hoje a decisão de permitir que, a partir do próximo 19 de março e ao amparo do Título III da Lei Helms Burton, se apresentem demandas judiciais em tribunais dos Estados Unidos unicamente contra empresas cubanas  incluídas na Lista de Entidades Cubanas Restringidas elaborada por esse governo em novembro de 2017 e atualizada um ano depois. Esta listagem arbitrária e ilegítima, dirigida a recrudescer o bloqueio e estender seus efeitos extraterritoriais, proíbe aos cidadãos estadunidenses realizar transações financeiras diretas com as entidades assinaladas.

O anúncio do Departamento de Estado também indicou que  suspenderia por somente 30 dias a possibilidade de iniciar ações judiciais por igual teor na contramão de outras entidades cubanas ou estrangeiras com vínculos comerciais ou econômicos em Cuba.

Desde sua entrada em vigor em 1996, a lei Helms-Burton tem tentado  universalizar o bloqueio econômico, mediante pressões brutais e ilegais de Estados Unidos contra terceiros países, seus governos e suas empresas.  Procura asfixiar a economia cubana e promover ou aumentar as carências da população com o propósito de impor em Cuba um governo que responda aos interesses dos Estados Unidos.

Por suas pretensões ilegítimas e contrárias ao Direito Internacional, a Lei Helms Burton e o bloqueio levam à rejeição universal, reiterada durante quase três décadas, nos mais importantes organismos regionais e internacionais.  O exemplo mais recente foi na Assembleia Geral das Nações Unidas quando no último 1 de novembro foi objeto de dez votações consecutivas de rejeição, em que o governo dos Estados Unidos ficou em absoluto isolamento.

O título II da Lei Helms Burton dispõe que a derrubada do governo revolucionário, a posterior tutela do país a cargo de um interventor estadunidense e o ulterior estabelecimento de um governo contrarrevolucionário e subordinado a Washington teriam como tarefa inequívoca a devolução ou pagamento aos antigos proprietários de todas as propriedades que sejam reclamadas por antigos donos ou seus descendentes, tenham sido estadunidenses ou não no momento das nacionalizações ou de que as abandonaram. Em todo esse período, o bloqueio econômico permaneceria em pleno vigor.

Portanto, os cubanos estariam obrigados a devolver,  restituir ou pagar a  reclamantes dos Estados Unidos pela casa onde vivem, o terreno  onde se edificam suas comunidades, a terra agrícola onde cultivam e produzem, a escola onde se educam seus filhos, o hospital ou a policlínica onde recebem serviços médicos, onde está seu centro de trabalho, onde têm um negócio particular, além dos serviços de eletricidade, água e comunicações subsidiados que desfruta a população. 

É uma pretensão só concebível nas mentes de quem identifica Cuba como uma possessão colonial.  Segundo dispõe a lei Helms-Burton, o bloqueio econômico só poderia ser levantado quando se tiver atingida essa meta.

Esta lei repousa sobre duas mentiras fundamentais: a noção de que as nacionalizações levadas a cabo pouco depois do triunfo revolucionário foram ilegítimas ou indevidas e que Cuba constitui uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos.

As nacionalizações cubanas foram levadas a cabo amparadas por leis, com estrito apego à Constituição e em conformidade com o Direito Internacional.  Todas as nacionalizações contemplaram processos de compensação justa e adequada que o governo dos Estados Unidos se negou a considerar. Cuba atingiu e honrou acordos globais de compensação com outras nações que hoje investem em Cuba como Espanha, Suíça, Canadá, Reino Unido, Alemanha e França.


A verdadeira ameaça à paz e à segurança da região são as  declarações e ações irresponsáveis do governo de Estados Unidos e os planos desestabilizadores contra América Latina e Caribe no afã declarado de impor a doutrina Monroe.

A Lei de Reafirmação da Dignidade e Soberania Cubanas de 24 de dezembro de 1996, estabelece que a Lei Helms Burton é ilícita, inaplicável e sem valor nem efeito jurídico algum. Considera nula toda reclamação amparada na referida lei, por qualquer pessoa natural ou jurídica.

Segundo estipula essa lei, as reclamações de compensação pelas propriedades nacionalizadas poderão fazer parte de um processo de negociação sobre a base da igualdade e respeito mútuo entre os governos de Cuba e os Estados Unidos, “examinadas de conjunto com as indenizações a que o Estado e o povo cubanos têm direito em razão dos danos e prejuízos causados pelo bloqueio e as agressões de todo tipo cuja responsabilidade corresponde ao governo dos Estados Unidos”. Aclara, ao mesmo tempo, que será excluído de futuras possíveis negociações quem utilize os procedimentos e mecanismos da Lei Helms Burton em prejuízo de outros.

O governo cubano reitera aos sócios econômicos e às empresas estrangeiras que operam em Cuba todas as garantias para o investimento estrangeiro e os projetos conjuntos. A Constituição Cubana, ratificada por ampla maioria em referendo em 24 de fevereiro de 2019, em seu artigo 28 reconhece também essas garantias, incorporadas na Lei de Investimento Estrangeiro No. 118 de 29 de março de 2014.

A decisão de hoje impõe obstáculos adicionais a nossos objetivos de desenvolvimento e progresso econômico, mas Estados Unidos continuará fracassando em seu objetivo central de submeter pela força a vontade soberana dos cubanos e nossa determinação de construir o socialismo.  Prevalecerá o sentimento majoritário dos povos de Cuba e Estados Unidos que favorece a melhoria das relações e o desenvolvimento de uma convivência civilizada e respeitosa.


Havana, 4 de março de 2019.





3 de mar. de 2019

Presidente cubano envia pêsames a Lula pelo falecimento de seu neto




Díaz-Canel manifestou suas condolências e reiterou a convocação à luta pela libertação do líder do Partido dos Trabalhadores do Brasil
O Presidente Cubano, Miguel Díaz-Canel expressou hoje seu pesar ao ex-mandatário brasileiro Luis Inacio Lula da Silva pelo falecimento de seu neto Arthur, de sete anos, que morreu na sexta-feira de meningite meningocócica.


Díaz-Canel manifestou suas condolências nas redes sociais, onde também reiterou a convocação à luta pela libertação do líder do Partido dos Trabalhadores do Brasil.
«Acompanhamos  @LulaOficial em sua dor. Todos a lutar por sua libertação #LulaLibre», escreveu em sua conta em Twitter @DiazCanelB, e postou  ainda uma publicação do chanceler cubano, Bruno Rodríguez.

Anteriormente, o ministro de Relações Exteriores da Ilha também manifestou sua solidariedade a Lula e ratificou o compromisso da Ilha com a causa por sua liberdade, que  considerou uma questão de justiça e chamou à solidariedade internacional a favor do líder brasileiro.
«Nestes momentos de profunda dor para o colega @LulaOficial, reafirmamos nosso compromisso com a luta por sua libertação. Convoquemos todos. Unamos nossos esforços por este reclamo de justiça», publicou em sua conta @BrunoRguezP.

Miguel Díaz-Canel Bermúdez

@DiazCanelB
Acompanhamos a @LulaOficial em sua dor. Todos a lutar por sua libertação #LulaLibre 
#SomosCuba #SomosContinuidad
Bruno Rodríguez P

@BrunoRguezP
Nestes momentos de profunda dor para o colega @LulaOficial, reafirmamos nosso compromisso com a luta por sua libertação. Convoquemo-nos todos. Unamos nossos esforços por este reclamo de justiça: #LulaLibre | 
#LulaLivre | #FreeLula


O falecimento do neto de Lula, ocorreu  sexta-feira em um hospital de São Paulo, o qual se uniu aos fatos tristes que golpearam a família da Silva; em janeiro o irmão de Lula, Genival Inácio da Silva, conhecido como Vavá, morreu em consequência de câncer no pulmão.

Desde abril, o ex-chefe de Estado permanece preso após ser condenado a 12 anos  um mês de prisão em segunda instância, em um caso de supostos fatos de corrupção, que especialistas consideraram uma injustiça cometida por razões políticas.Em fevereiro foi objeto de uma segunda condenação na operação  Lava Jato, desta vez a 12 anos e 11 meses.



 Notícia original:
Presidente cubano envía pésame a Lula por el fallecimiento de su nieto
Díaz-Canel manifestó sus condolencias y reiteró la convocatoria a la lucha por la liberac
ión del líder del Partido de los Trabajadores de Brasil

02 marzo 2019 | 10:56:57 am.
digital@juventudrebelde.cu
El Presidente Cubano, Miguel Díaz-Canel expresó hoy su pésame al exmandatario brasileño Luis Inacio Lula Da Silva por el fallecimiento de su nieto Arthur, de siete años, quien murió el viernes de meningitis meningocócica.
Díaz-Canel manifestó sus condolencias en las redes sociales, donde también reiteró la convocatoria a la lucha por la liberación del líder del Partido de los Trabajadores de Brasil.
«Acompañamos a @LulaOficial en su dolor. Todos a luchar por su liberación #LulaLibre», escribió en su cuenta en Twitter @DiazCanelB, y posteó además una publicación del canciller cubano, Bruno Rodríguez.
Anteriormente, el ministro de Relaciones Exteriores de la Isla también manifestó su solidaridad a Lula y ratificó el compromiso de la Isla con la causa por su excarcelación, quien la consideró una cuestión de justicia y llamó a la solidaridad internacional a favor del líder brasileño.
«En estos momentos de profundo dolor para el compañero @LulaOficial, reafirmamos nuestro compromiso con la lucha por su liberación. Convoquémonos todos. Unamos nuestros esfuerzos por este reclamo de justicia», publicó en su cuenta @BrunoRguezP.

Miguel Díaz-Canel Bermúdez

@DiazCanelB
Acompañamos a @LulaOficial en su dolor. Todos a luchar por su liberación #LulaLibre 
#SomosCuba #SomosContinuidad
Bruno Rodríguez P

@BrunoRguezP
En estos momentos de profundo dolor para el compañero @LulaOficial, reafirmamos nuestro compromiso con la lucha por su liberación. Convoquémonos todos. Unamos nuestros esfuerzos por este reclamo de justicia: #LulaLibre | 
#LulaLivre | #FreeLula
El fallecimiento del nieto de Lula, ocurrió el viernes en un hospital de Sao Paulo, el cual se unió a los hechos tristes que golpearon a la familia Da Silva; en enero el hermano de Lula, Genival Inacio da Silva, conocido como Vavá, murió como consecuencia de cáncer en el pulmón.
Desde abril, el exjefe de Estado permanece preso después de ser sancionado a 12 años y un mes de cárcel en segunda instancia, en un caso de presuntos hechos de corrupción, que expertos consideraron una injusticia cometida por razones políticas.
En febrero fue objeto de una segunda condena en la operación anticorrupción Lava Jato, esta vez a 12 años y 11 meses.










1 de mar. de 2019

Comunicado Urgente de Solidariedade com Lula


COMUNICADO DO COMITÊ INTERNACIONAL PAZ, JUSTIÇA E DIGNIDADE AOS POVOS 


É enorme o sofrimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A seu injusto cárcere na prisão de Curitiba e as violações de que é alvo hoje soma-se o falecimento de seu neto de só 7 anos de idade . Arthur Araújo Lula da Silva morreu hoje de meningite  meningocócica.




A defesa solicitou permissão que se concede aos prisioneiros nestes casos. Há um mês Lula perdeu seu irmão mais velho sem que lhe permitissem assistir a despedida.  Foram tantos obstáculos que quando a permissão chegou o funeral já tinha acontecido.

Não há palavras para acompanhar tanta dor, tanto sofrimento ao querido dirigente do maior partido de trabalhadores do Brasil, que em 2012 superou um câncer de laringe.
Nesta dolorosa ocasião foi concedida a permissão com base na lei.
Veremos se respeitam os direitos de Lula para que possa se despedir de seu neto.
O velório se realizará no Cemitério Jardim de Colina, em São Bernardo do Campo, a cremação do corpo está prevista para as 12 horas deste sábado. É o mesmo cemitério onde foi cremada a ex -primeira dama Marisa Letícia, em fevereiro de 2017.

Lula foi encarcerado depois de uma perseguição ilegal e implacável em abril de 2018. Em janeiro de 2019 faleceu seu irmão mais velho, agora morre um de seus seis netos.


Os advogados da defesa tiveram que se comprometer a não divulgar informação sobre o trajeto que percorrerá Lula para assistir ao velório. A militância decidiu não fazer atos -desta vez- em frente à Polícia Federal, para garantir as condições necessárias para que Lula possa se despedir de seu querido neto.

Arthur pôde visitar a seu avô na prisão de Curitiba em duas ocasiões, era filho de Marlene Araújo Lula da Silva e Sandro Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente e de sua esposa Marisa Letícia.



A imensa dor de Lula e sua família nos estremece. Nossas lágrimas acompanham as suas,  as dos trabalhadores e dos  Sem Terra do Brasil que lutam pela liberdade de Lula e não se resignarão a ficar sob o mandato da Junta Militar do fantoche fascista Bolsonaro.

Chegue nosso abraço mais sentido, nossa solidariedade incondicional ao querido ex-presidente Lula e sua família, junto à  nossa decisão inquebrantável de lutar dia depois de dia por sua liberdade até que volte a se abraçar a seu querido povo.

Força Lula!
Lula Livre Já!
Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade aos Povos
1/03/2019






Texto original:

Es enorme el sufrimiento del expresidente Luiz Inacio Lula Da Silva. A su injusta cárcel en la prisión de Curitiba y las violaciones de la que es objeto,

hoy se suma el fallecimiento de su nieto de sólo 7 años de edad. Arthur Araújo Lula Da Silva murió hoy de meningitis meningocócica.

La defensa solicitó el permiso que se concede a los prisioneros en estos casos. Hace apenas un mes Lula perdió a su hermano mayor
sin que le permitieran asistir a despedirlo. Las trabas fueron tantas que cuando el permiso llegó el funeral ya había concluido.
No hay palabras para acompañar tanto dolor, tanto sufrimiento al querido dirigente del mayor partido de los trabajadores de Brasil, que en el 2012 superó un cáncer de laringe.

En esta desgarradora ocasión ha sido concedido el permiso con base a la Ley. Veremos si respetan los derechos de Lula para que pueda despedirse de su nieto.
El velatorio se realizará en el Cementerio Jardín de Colina, en San Bernardo de Ocampo, la cremación del cuerpo está prevista para las 12 del medio día
de este sábado. Es el mismo cementerio donde fue cremada la ex primera dama Marisa Leticia, en febrero de 2017.
Lula fue encarcelado luego de una persecución ilegal e implacable en abril de 2018. En enero de 2019 falleció su hermano mayor, ahora muere uno de sus seis nietos.

Los abogados de la defensa tuvieron que comprometerse a no divulgar información sobre el trayecto que recorrerá Lula para asistir al velatorio. La militancia decidió no hacer actos  -esta vez- frente a la Policía Federal, para garantizar las condiciones necesarias para que Lula pueda despedir a su querido nieto.
Arthur pudo visitar a su abuelo en la prisión de Curitiba en dos ocasiones, era hijo de Marlene Araújo Lula da Silva y Sandro Luis Lula da Silva, hijo del expresidente y su esposa Marisa Leticia.

El inmenso dolor de Lula y su familia nos estremece. Nuestras lágrimas acompañan las suyas y las de los trabajadores y los Sin Tierra de Brasil que luchan por la libertad de Lula y no se resignarán a estar bajo el mandato de la Junta Militar del títere fascista Bolsonaro.

Llegue nuestro abrazo más sentido, nuestra solidaridad incondicional al querido expresidente Lula y su familia, junto a nuestra decisión inquebrantable de luchar día tras día
por su libertad hasta que vuelva abrazarse a su querido pueblo.

Fuerza Lula!
Lula Libre Ya!

Comité Internacional Paz, Justicia y Dignidad a los Pueblos
1/03/2019