10 de jul. de 2024

CAMPANHA MIDIÁTICA CONTRA AS ELEIÇÕES NA VENEZUELA

                                                               Ilustração: Adán Iglesias Toledo

Hedelberto López Blanch *

   Os Estados Unidos e as nações ocidentais, antes das eleições gerais que serão realizadas em 28 de julho na Venezuela, desencadearam uma campanha feroz contra a Revolução Bolivariana, contra o seu candidato Nicolás Maduro e em apoio à oposição de direita, que acreditam que será o vencedor através de pesquisas adulteradas e constantes.

    Infobae, El País, CNN, BBC, France24, Deutsche Welle, Bloomberg, EFE, AP e toda a imensa máquina da mídia hegemônica ocidental dedicam-se há meses a destacar que haverá fraude nas eleições; constantemente elevam a figura de María Corina Machado, destacam a “vitória certa” da oposição e ao mesmo tempo tentam desacreditar o “chavismo” com notícias falsas e prejudiciais.

   Dois dos 10 candidatos que concorrem à presidência, Edmundo González Urrutia da Plataforma Democrática Unitária (PUD, extrema-direita) e Enrique Márquez do Partido Centrados, recusaram-se a assinar um acordo que reconhecesse os resultados das eleições, que abre as portas para que, se Maduro vencer, convoquem manifestações imediatas contra o governo e tentem mergulhar o país numa espiral de violência.

    O Procurador-Geral da Venezuela, Tarek William Saab, expressou: “Quase todos assinaram, mas este setor da extrema direita não. Por que? Porque aviso, como procurador-geral da República, que a agenda desse setor da extrema direita não é a paz, não é o diálogo, não é o debate, não é a via eleitoral.”

    Acrescentou que este setor minoritário não representa a vontade da justiça democrática de estar em paz e demonstrou-o quando participou nas tentativas de assassinato contra o Presidente Maduro, na tentativa de assalto aos quartéis militares, no golpe de Estado falhado em Abril de o ano de 2002 contra Hugo Chávez e nas sangrentas guarimbas ocorridas entre 2014-2017.

    Nas mais de duas dezenas de eleições realizadas na Venezuela desde 1999, a oposição de direita sempre as chamou de “fraude eleitoral” e apenas numa ocasião, quando obteve a maioria parlamentar em 2015, afirmou que estavam “limpas”. ”

     Caracas possui um dos sistemas eleitorais mais seguros, rápidos e informatizados do mundo, que é utilizado por inúmeras organizações internacionais e observadores independentes para verificar a veracidade do ato, dificultando muito a prática de fraudes.

    A simulação eleitoral realizada no dia 30 de Junho foi descrita como um sucesso pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), que expôs a organização, a eficácia do sistema e a diversidade das identidades políticas do país face às eleições presidenciais de 28 de Julho.

    Como tem sido demonstrado desde que o líder bolivariano Hugo Chávez Frías venceu as eleições em 1999, os Estados Unidos têm utilizado todos os tipos de extorsão econômica, agressão, ataques armados e até tentativas de assassinato para tentar derrubar o governo venezuelano que, apesar destas condições, manteve as bandeiras da soberania e da independência.

    Para as próximas eleições, Washington eleva constantemente a figura de María Corina Machado, que tem um longo histórico de ações contra a República Bolivariana que começou em 2005, quando se reuniu na Casa Branca com o presidente George W. Bush, a quem pediu apoio para derrubar. para Chávez.

    Em 2002, ela assinou o “decreto Carmona” que validou a tentativa de golpe contra Chávez e mais tarde foi julgada por conspiração depois de receber 53 mil dólares de uma ONG financiada pelos Estados Unidos.

     Por ambas as acusações, ela foi condenada a 28 anos de prisão, mas Chávez concedeu-lhe anistia. Mais tarde apoiou e incentivou os guarimbas e até pediu à OEA que autorizasse uma intervenção militar no país.

    Por decisão de Washington, Corina Machado colocou todos os seus esforços para que Edmundo González, da Plataforma Democrática Unitária, obtivesse uma hipotética vitória. Este homem, segundo o primeiro vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela, Diosdado Cabello, possivelmente colabora com a CIA desde que estudava numa universidade privada daquele país entre 1976-1981.

    Desde a sua página nas redes sociais, González Urrutia apoiou a invasão da Líbia pela OTAN e o assassinato do presidente daquele país, Muammar El Gaddafi. Embora com uma carreira política fraca, no seu programa de campanha declara a sua intenção de rever as relações com a China e o Irã, embora esta medida tenha consequências negativas para a economia de Caracas.

    Logicamente, o candidato de extrema direita conta com amplo apoio dos Estados Unidos e da mídia hegemônica que tem promovido uma forte campanha a favor da elevação da figura de González e ao mesmo tempo criando um ambiente de que o governo Maduro prepara fraudes eleitorais.

    Recentemente, foram cometidas diversas sabotagens contra infra-estruturas (pontes fronteiriças e sistemas eléctricos) no país bolivariano e até a possível prática de um assassinato contra o atual presidente e candidato do PSUV com o consentimento de grupos paramilitares colombianos.

   A Venezuela e a América Latina devem estar muito alertas porque as forças de direita apoiadas por Washington são capazes de cometer qualquer delito para se apoderarem da riqueza da nação bolivariana e ao mesmo tempo enfraquecerem a integração progressiva dos países da região. O império persegue a América Latina.

                         


(*) Jornalista cubano. Escreve para o jornal Juventud Rebelde e para o semanário Opciones. É autor de “Emigração Cubana nos Estados Unidos”, “Histórias Secretas de Médicos Cubanos na África” e “Miami, dinheiro sujo”, entre outros.

https://cubaenresumen.org/2024/07/09/campana-mediatica-contra-elecciones-en-venezuela/

@comitecarioca21          

9 de jul. de 2024

CUBA DENUNCIA : OS ESTADOS UNIDOS CONFIRMAM SUA CONDIÇÃO DE PATROCINADORES DO TERRORISMO.

                               

9 de julho de 2024   Raúl Capote Fernández

  A nação que  advoga para si o direito de julgar quem é terrorista e quem não é, de acordo com os seus interesses geopolíticos, determinando sanções e incorporando países nas suas listas ilegítimas quanto ao patrocínio deste flagelo no mundo, acaba de ratificar a sua verdadeira posição sobre o matéria. .

  Reeditando acontecimentos e histórias ocorridas desde 1959, desde o triunfo da Revolução Cubana, um indivíduo, radicado em Miami, Flórida, EUA, Ardenys García Álvarez, portando armas e munições, desembarcou ilegalmente na costa norte de Matanzas, a fim de realizar ações violentas na Ilha.

  Recordemos que, em dezembro de 2023, o governo cubano publicou a lista de pessoas e entidades que patrocinam o terrorismo contra Cuba. Dois dias depois, foi noticiado que um novo plano de recrutamento para a realização de ações violentas, concebido nos Estados Unidos, havia sido neutralizado.

   Como mostra o programa especial apresentado pela TV cubana (https://encurtador.com.br/hGkCJ) , encerrando o Noticiário Estelar na noite de segunda-feira, 8 de julho, Ardenys García, após seu treinamento militar, chegou ilegalmente a Cuba em um jetski, registrado na Flórida.

    Após sua infiltração, passou a exercer as atividades para as quais foi treinado por seu chefe Willy González, personagem bastante conhecido do FBI e dos cubanos, por suas ações violentas e explosões de raiva nas redes sociais.

   O terrorista em questão realizou recrutamentos em Cuba, realizou estudos de alvos, planejou atacar unidades militares, tentou organizar um movimento clandestino armado e sabotar a economia.

    Estamos perante um crime gravíssimo,

   não é novidade, contra a maior das

 Antilhas, o bloqueio econômico, comercial

 e financeiro e o terrorismo constituem uma

 parte substancial da política dos EUA.


   Segundo dados do Ministério das Relações Exteriores de Cuba, os atos terroristas cometidos pelo governo dos EUA causaram 3.478 mortes e deficiências em 2.099 pessoas na Ilha.

   Como esquecer a sabotagem do navio a vapor La Coubre, os assassinatos dos alfabetizadores Conrado Benítez, Manuel Ascunce e outras crianças, jovens e camponeses cubanos cometidos por bandos armados organizados pela CIA nos anos 60?

   Nossos arquivos históricos guardam a memória de mais de 600 tentativas de ataque contra Fidel Castro e outros líderes da Revolução, ataques a barcos pesqueiros e navios mercantes, bombardeios com fósforo branco contra populações civis e canaviais.

   Sempre nos lembraremos da abominável sabotagem contra um avião da Cubana de Aviación em Barbados em 6 de outubro de 1976, da introdução da epidemia de dengue que matou 101 crianças em 1981, das bombas colocadas em hotéis na década de 90 e dos assassinatos de funcionários cubanos no exterior.

    O ataque pirata à pacífica vila de Boca de Samá, as metralhadoras disparadas de lanchas rápidas em nossos hotéis, as bombas nas cidades, o incêndio de cinemas e escolas, a guerra biológica que tantos danos causou à nossa economia, são atos que marcam claramente uma execução de terrorismo organizado e financiado pela Casa Branca.

    Washington deve responder aos apelos de Cuba para cooperar, confrontar e impedir os planos terroristas. Os culpados devem responder à justiça estabelecida pelo direito internacional. Cuba espera respostas.

 

(*) Escritor, professor, pesquisador e jornalista cubano. É autor de “Jogo das Iluminações”, “O Cavaleiro Ilustrado”, “O Adversário”, “Inimigo” e “A Guerra Contra Nós”.

 https://cubaenresumen.org/2024/07/09/cuba-denuncia-estados-unidos-ratifica-su-condicion-de-patrocinador-del-terrorismo/

@comitecarioca21


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Provas de um novo plano terrorista contra Cuba (+ Vídeo)

Repita comigo: " Aquele que entrar em Cuba com ares de guerra, não poderá sair."
 

Autor: Jorge Ernesto Angulo Leiva

  O Ministério do Interior (Minint) de Cuba divulgou os detalhes de um plano de recrutamento, neutralizado em dezembro de 2023, que visava, a partir do território estadunidense, promover ações terrorista na maior das Antilhas.

  As investigações permitiram prender o executor principal, Ardenys García Álvarez, cidadão cubano de 40 anos, que emigrou ilegalmente para os Estados Unidos em 2014, após ser condenado por crimes de roubo com força e especulação, disse o segundo chefe do Órgão Especializado da Diretoria de Investigação Criminal do Ministério, Coronel Víctor Álvarez Valle.

  O oficial acrescentou que García Álvarez regressou à Ilha em novembro do ano passado, numa penetração por mar na zona do Canal Manuel, na província de Matanzas, com uma moto náutica tipo Jet Ski, matriculada no estado estadunidense da Flórida, em perfeitas condições de navegação. Durante a revista do veículo, diversas munições foram encontradas no veículo.

  Além disso, explicou, o acusado entrou com cinco pistolas de diversas origens e características, acompanhadas de vários cartuchos. Ele carregava armas da marca American Tactical e dois modelos diferentes da Smith & Wesson, fabricados nos Estados Unidos, além de um Steyr, da Áustria, e uma Taurus, fabricada no Brasil.

  Nos depoimentos prestados pelo acusado, entre o momento da sua captura e maio de 2024, no âmbito de um processo criminal com medida cautelar de prisão provisória, confessou ter estabelecido contato, através das redes sociais, com Willy González, representante do grupo autodenominado A Nova Nação Cubana em Armas.

  Em seguida, estabeleceu comunicação com o recrutador Dayán Quiñones, e  trocaram mensagens pela plataforma Telegram. Posteriormente, participou com o grupo terrorista em duas sessões de treinamento militar organizadas em campos de tiro.

  García Álvarez mencionou um comunicado lido num hotel, na noite anterior ao segundo treino. O documento enfatizou a determinação de recorrer à luta armada, “colocando em risco a vida de um grupo de homens determinados, a fim de salvar a vida de muitos outros”.

  No entanto, os verdadeiros objetivos desta declaração de intenções foram revelados nos múltiplos apelos de Willy González ao "despertar do povo", através da violência contra os escritórios, os canaviais, as fábricas de tabaco de Pinar del Río... "Agora “Agora estamos chegando ao nível de danos corporais”, disse ele.

  Outro integrante da Nova Nação Cubana em Armas, referido pelos acusados ​​sob o apelido de "El Lobo", é Jorge Luis Fernández Figueras, promotor e financiador de ações agressivas dirigidas contra creches, escolas, policlínicas e armazéns da Organização Básica Elétrica, especialmente no município de San Miguel del Padrón, na província de Havana.

  O principal acusado recrutou algumas pessoas, já detidas, entre elas seu pai Rigoberto García Ávila, que declarou conhecer o propósito de atacar uma unidade militar e tomar suas armas, bem como as necessidades de uma fazenda para reunir todos os mobilizados, e um caminhão para transportar forças humanas e armas.

  García Ávila fazia parte do plano, como mais um elemento, afirmou o procurador-chefe da Direção de Combate à Corrupção e Ilegalidades, da Procuradoria-Geral da República, Edward Roberts Campbell.

  Outra pessoa envolvida, Pavel Fernández Alfonso, disse que García Álvarez lhe contou sobre a intenção de recrutar pessoas em todo o país, prepará-las numa fazenda que compraria e decidir, a partir daí, que ações realizariam.

  O Ministério Público listou os crimes previstos no Código Penal, em que incorreu o executor fundamental. A primeira delas, implementada no artigo 282.1, contempla, para quem entrar no país sem as formalidades legais ou disposições imigratórias, pena de um a três anos de privação de liberdade ou multa de trezentas a mil cotas, ou ambas.

  O artigo 142.1, dedicado a outros atos contra a segurança do Estado, reserva pena de dez a 30 anos de prisão, prisão perpétua ou pena de morte para quem violar o espaço territorial a bordo de navio ou aeronave, entrar clandestinamente na nação ou organizar ou fazer parte de grupos armados para intervir na prática dos crimes previstos no Código Penal.

  Por sua vez, o artigo 142.2 prevê, para quem oferecer abrigo, prestar ajuda, fornecer provisões aos elementos ou grupos descritos ou favorecer de qualquer outra forma as suas operações, uma pena de uma a duas décadas de prisão.

  Os crimes contra a ordem constitucional, tipificados no artigo 119.2, incluem os promotores de revoltas armadas, independentemente de chegarem a termos de fato ou resultarem em tentativas falhadas. Neste último caso, se prevê uma pena de quatro a dez anos de prisão.

  O Artigo 151.1 trata de atos cometidos com armas ou dispositivos explosivos ou mortais, agentes químicos ou biológicos ou outros meios ou substâncias.

  Quem fabricar, facilitar, vender, transportar, enviar, introduzir na Ilha ou portar armas, munições ou agentes inflamáveis, asfixiantes, tóxicos, explosivos, químicos ou biológicos, incorre em pena que vai de dez a 30 anos de prisão, até prisão perpétua.  Ou morte.

  Por fim, a espionagem, nos termos do artigo 116.3, estabelece pena privativa de liberdade de sete a 15 anos para quem, sem a devida autorização, realizar reconhecimento, tirar fotografias, procurar ou obter relatórios, fazer ou possuir planos, esboços de acampamentos, locais, áreas ou unidades militares, navios ou aeronaves de guerra, ferrovias, ou qualquer documento ou informação relativa à segurança do Estado.

  A periculosidade não responde apenas ao critério do número de armas em posse de um indivíduo ou de um grupo, mas também a elementos subjetivos que consistem nas ações que pretendem realizar com essas armas, afirmou Roberts Campbell.

  Cuba, lembrou, emite a Lista Nacional de pessoas e entidades ligadas ao terrorismo. Sua última atualização foi publicada no Diário Oficial nº 83 Extraordinário, de 7 de dezembro de 2023.

  Os incluídos na lista foram submetidos a investigações criminais e são alvo de busca por parte das autoridades cubanas por estarem vinculados à promoção, planejamento, organização, financiamento, apoio ou prática de atos de terrorismo em território nacional ou em outros países.

  Na lista constam casos relacionados com os acontecimentos terroristas realizados na década de 1990, em hotéis e centros turísticos de Havana, abertos contra Guillermo Novo Sampoll, Pedro Ramón Crispín Rodríguez e José Francisco Hernández Calvo.

  Alguns arquivos respondem à infiltração, ao longo da costa cubana, de terroristas dos Estados Unidos, para perpetrar ações desta natureza na província de Villa Clara, bem como a diversos planos de ataque contra o então presidente Fidel Castro Ruz, em nações  como México, Espanha, Honduras, Colômbia, República Dominicana e Panamá.

  Outra causa inclui incitadores à realização de ações que afetam a ordem social de Cuba e o normal funcionamento das entidades socioeconómicas, além da promoção da agressão armada contra o território. Entre os envolvidos, destacam-se Alexander Otaola Casal, Orlando Gutiérrez Boronat e Eliecer Ávila Cecilia.

  Estes esforços de Cuba cumprem a Resolução 1373 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, adotada em 2001, acrescentou o Procurador. O documento vinculativo insta os Estados a investigar, processar e punir os envolvidos em tais eventos, e também apela à cooperação internacional para enfrentar estes perigos.

  Por sua vez, o Coronel Álvarez Valle reiterou a disposição de cooperar com os órgãos competentes dos Estados Unidos para denunciar todas as ações cometidas por terroristas residentes no país nortenho. «Esperamos que em algum momento haja reciprocidade nas trocas que temos tido a estes níveis com o lado estadunidense”.

  “O nosso país tem mantido uma política transparente, séria, cooperativa, responsável no enfrentamento ao terrorismo e manteremos a disponibilidade, juntamente com o povo, as Forças Armadas e o Ministério do Interior (MININT) , para descobrir, enfrentar e neutralizar este tipo de atividades” concluiu.

                           


https://www.granma.cu/cuba/2024-07-08/evidencias-de-un-nuevo-plan-terrorista-contra-cuba-08-07-2024-23-07-19

@comitecarioca21


EUA na lista de países que patrocinam o terrorismo? Não! Eles, SIM,  patrocinam mas incluem na lista o país vítima ......


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6 de jul. de 2024

MAIS UMA VACINA CUBANA RECEBE REGISTRO SANITÁRIO . MAIS UMA VITÓRIA DA BIOTECNOLOGIA DE CUBA .

                              

   Vacina pneumocócica cubana recebe registro sanitário

   O Instituto Finlay de Vacinas recebeu o Registro Sanitário da Quimi-Vio, sua vacina pneumocócica conjugada, concedido pelo Centro de Controle Estadual de Medicamentos, Equipamentos e Dispositivos Médicos (CECMED).

  O CECMED emitiu a aprovação do Registro Sanitário após realizar um rigoroso processo de avaliação e concluir todos os ensaios clínicos exigidos, que demonstram evidências suficientes de qualidade, segurança e eficácia.

  O Quimi-Vio é uma vacina heptavalente conjugada que, em seu processo produtivo, tem enfrentado elevada complexidade científica, química, analítica e tecnológica. É um imunógeno que protege contra sete dos sorotipos mais infecciosos e altamente prevalentes da bactéria pneumococo, o patógeno que causa a maioria das pneumonias e meningites bacterianas em crianças, bem como infecções da corrente sanguínea, otite média, sinusite e bronquite.

  O Registro de Saúde obtido para o Quimi-Vio é para indicação de meninos e meninas em idade pré-escolar.

  Quimi-Vio é uma vacina conjugada, portanto cada um dos polissacarídeos bacterianos é quimicamente conjugado ao toxóide tetânico para despertar uma resposta imunológica eficaz em crianças.

  Sua fórmula conta com uma combinação precisa, em doses baixíssimas – entre 2 e 4 microgramas – dos sete componentes e do adjuvante, oitavo componente da formulação, também utilizado para tornar a vacina mais imunogênica.

  O desenvolvimento clínico envolveu oito ensaios clínicos que atingiram aproximadamente 37 mil crianças e que foram realizados entre 2012 e 2023. Outros estudos epidemiológicos e farmacoeconômicos fizeram parte das evidências necessárias para a obtenção do Registro Sanitário.

  Mais de 15 anos de pesquisas, desenvolvimento tecnológico e avaliações clínicas sustentam esta vacina, a mais complexa desenvolvida no país, que protegerá nossas crianças das doenças causadas pelo pneumococo.

Violeta Fernández 


Quimi-Vio, em seu nome homenageia a querida professora e pesquisadora Dra. Violeta Fernández, líder do projeto da vacina contra pneumococo, até sua morte precoce em 2011. Em cada menino e menina que receber a vacina, se verá o sonho de Violeta realizado .


Saiba mais :  https://www.cubanosfamosos.com/es/biografia/violeta-fernandez-santana        



   Do Finlay Vaccine Institute foi feito um agradecimento especial a todos aqueles que, ao longo destes anos, acompanharam Quimi - Vio de diversas esferas: investigadores, médicos, enfermeiros, engenheiros, autoridades de saúde e aqueles que compõem a imensa equipe de trabalho , focado na obtenção de uma vacina cubana contra o pneumococo.

  E, claro, a Instituição também partilha um agradecimento especial aos pais – das mais de 37 mil crianças que fizeram parte dos ensaios clínicos do Quimi-Vio – pela confiança depositada.


http://www.cubadebate.cu/noticias/2024/07/05/vacuna-antineumococica-cubana-recibe-registro-sanitario/

edição: @comitecarioca21


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LEMBRA DO MENINO ELIÁN GONZÁLEZ ? ELE CRESCEU. E HOJE REPRESENTA SEU POVO.

                                

 Carmen Diniz

  No último dia 29 de junho se completaram 24 anos do retorno do menino Elián González a Cuba.  Elián foi o símbolo do que significa o bloqueio que os EUA impõem a Cuba há mais de 60 anos.

   Em 1999, com apenas 6 anos, foi levado a uma aventura por sua mãe que, já separada do seu pai desde 1997, decidiu se arriscar com outras pessoas, em atravessar as perigosas águas do oceano atlântico rumo ao território estadunidense. A travessia foi frustrada, o barco emborcou e a maioria dos pessoas morreu afogada no trajeto, incluída a mãe do menino.

   A partir de sua chegada em solo estadunidense, parentes do menino residentes em Miami, reclamaram pela sua guarda. O pai de Elián Juan Miguel González, que vivia em Cuba, ao descobrir a situação se dirigiu ao local dos parentes para trazer de volta o filho.  A região onde Elián estava vivendo com alguns familiares , Little Havana  é célebre por ser um reduto de cubanos contrarrevolucionários que sistematicamente fazem atos e manifestações com a finalidade de derrubar o governo  cubano.

    Apesar da justiça estadunidense ter decidido, meses depois, que o menino deveria ser entregue a seu responsável legal (o pai) os familiares se negavam a obedecer à ordem. Só à força isso aconteceu – é a famosa foto do menino, chorando,  tendo à frente um policial armado em tom de ameaça . Em que pese tudo isso, Juan Miguel foi constantemente assediado nos EUA com oferecimentos materiais milionários, garantia de emprego, residência, dinheiro, etc. Tudo para que se demonstrasse a fragilidade de Cuba frente ao império. Nada funcionou.

                          

    Enquanto tudo isso acontecia em Miami, o governo cubano, na  época liderado por  Fidel Castro, encabeçava a campanha para trazer o menino Elián de volta, reunia multidões principalmente  em Havana, reivindicando seu retorno a seu país. Imensas manifestações. E funciona.

   No dia 29 de junho de 2000 enfim, Juan Miguel González chega à ilha com seu filho para alegria de todo um povo.  Mais uma vez a verdade triunfou.

                            

   Elián volta, passa a viver com sua família cubana (pai, madrasta e irmãos) cursa o ensino fundamental, se forma, ingressa na Escola Militar Camilo Cienfuegos, se gradua engenheiro industrial, casa e hoje tem uma filha de 3 anos. Em 2023 é eleito como deputado para a Assembleia Nacional do Poder Popular.         

 Sobre sua mãe: "Acho que ela teria orgulho do meu pai, mais do que de mim; do meu pai, por não ter desistido, por ter sido intransigente e severo em suas exigências, por ter lutado até o fim para que eu estivesse com ele. Acho que ela não estaria muito interessada em saber se eu estava em Cuba ou nos Estados Unidos, acho que o que ela queria era que eu estivesse com meu pai, mas levando isso mais para os dias de hoje, ou seja, se ela estivesse vendo agora como estou, como me desenvolvi, o que sou, como vivi e como me sinto feliz, acho que ela ficaria feliz por minha vida ter sido em Cuba, por eu estar com meu pai em Cuba".

                             

            

    Sua gratidão para com Fidel Castro na ‘batalha’ pelo seu retorno a seu país é uma constante em sua vida e em seus pronunciamentos.

                             

"Fidel começou a ser esse pai como todos os que começam como pais, mas o difícil é um pai se tornar um amigo", disse ele, entrevistado pela TV estatal cubana. "Ele é um pai que, como meu pai, eu queria mostrar a ele tudo o que conquistei. Que ele ficaria orgulhoso de mim — foi assim com Fidel —, se eu aprendesse alguma coisa, eu queria mostrar a ele. E ainda há muitas coisas que eu quero mostrar a ele", acrescentou Elian


             

    "Contarei à minha filha sobre o amigo, irmão e pai que conheci. A pessoa que não parava diante de uma  injustiça até vê-la resolvida. Sem esquecer o apoio que ele deu ao meu pai e como ele virou uma nação inteira de cabeça para baixo pela ideia de ter um filho na terra natal com sua família. Acompanhado de histórias pessoais que o tornam mais humano e maior, e assim também será para minha filha".  Elián Gonzalez #Cuba

                                



“Sei que a formação que tenho, o apoio e a admiração que desfruto do povo de Cuba, inclusive esta responsabilidade, devo a Fidel. Ele me deu uma responsabilidade depois de ter mobilizado o povo para meu retorno à pátria e à minha família: não decepcionar os cubanos. Então devo isso em parte a ele”.


Edição : @comitecarioca21


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4 de jul. de 2024

ATO NO RIO DE JANEIRO PELO ROMPIMENTO DE CONTRATOS COM GENOCIDAS (fotos +vídeos) ao final da matéria, modelo de panfleto para uso liberado : "Você sabe quanto significa 1 bilhão de reais para o país?"

                         

    Nesta quarta-feira (3) movimentos sociais protestaram na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro, em frente a Câmara dos Vereadores, exigindo o fim dos acordos militares com Israel.

   A mobilização foi convocada pela Cúpula dos Povos em resposta ao G20 no Brasil e se soma ao Movimento BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções) pelo fim dos acordos militares do Brasil com Israel. O ato acontece em diversas regiões do país.

  Mais de 150 organizações compõem a campanha pelo fim dos acordos militares com Israel. Apesar do Brasil ter reconhecido como genocídio o que acontece em Gaza, o governo de @lulaoficial ainda mantém acordos militares com Israel, contraditoriamente, alimentando o exército que promove o genocídio. O Brasil precisa ir além das palavras de solidariedade. É preciso o rompimento imediato com Israel.

  São mais de 40 mil pessoas assassinadas em Gaza. Mais de 100 mil feridos. Milhares de desaparecidos. Mais de 15 mil crianças mortas. Milhões passam fome. É um genocídio e isso precisa acabar.         


SAIBA MAIS :

https://sindipetro.org.br/sindipetro-rj-participa-do-dia-nacional-de-mobilizacao-pelo-embargo-militar-a-israel/





https://www.instagram.com/reel /C8-RZobNVsG/ : Entrevista com @leandrolanfredi, do @mrt.nacional e diretor do @sindipetrorj.

https://www.instagram.com/reel/C8-YKLNMGSm/ :  Entrevista com Maristela, integrante do Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino RJ / @comitepalestinarj.

 https://www.instagram.com/reel/C8-N2KKpsuU/ : Entrevista com a jornalista e ativista Gizele Martins.


VOCÊ SABE QUANTO SIGNIFICA 1 BILHÃO DE REAIS PARA O PAÍS ?


                             


Por: Rafael Daguerre, mandato Lucia Boiteux

                      

2 de jul. de 2024

VENEZUELA: EXTREMA DIREITA PREPARA GUERRA ELÉTRICA NO PAÍS.

                             

   O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou as novas tentativas da extrema direita no país que não mede esforços ou perversidades para  manchar o processo eleitoral  e a permanência segura da Revolução Bolivariana.

   Durante a 51ª edição do seu programa Con Maduro +, o presidente revelou relatórios de inteligência onde representantes da extrema direita planejam  atacar a paz da Venezuela  nas vésperas das eleições presidenciais de 28 de julho.

   Segundo o chefe de Estado, o governo tem informações em primeira mão com áudio e vídeo sobre as conversas entre grupos de direita que  preparavam uma ofensiva contra o Sistema Elétrico Nacional e para tirar o país do clima de paz, tranquilidade e felicidade  que caracteriza o processo eleitoral atual.

   Para provar isso, Maduro apresentou imagens de vídeo que mostram a sabotagem realizada em Margarita, no estado de Nueva Esparta, dias antes de sua visita àquela cidade.

   Segundo o governante, esta direita derrotada depende de gangues criminosas para prejudicar as comunidades, especialmente aquelas onde  as forças chavistas acumulam entre 80 e 90 por cento dos votos.

   Neste sentido, lembrou que o sistema elétrico venezuelano recuperou-se apesar dos incessantes ataques contra a economia e a segurança nacional.

  “Eles não conhecem a força de resistência e de consciência que o nosso povo tem. É por isso que sou obrigado a denunciar”, disse ele.

  Os envolvidos foram  detidos, confessaram e estão agora presos e à disposição do Ministério Público,  garantiu.

    Diante de outros possíveis ataques, alertou as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas e ordenou um plano especial de patrulha e vigilância 24 horas por dia para todas as instalações vitais e populares do serviço elétrico do país.

   Nesse sentido, decretou: “Patrulha, vigilância, proteção, junto ao povo ” .

      “Ninguém vai roubar o nosso direito à paz,  garanto-vos. Haverá paz na Venezuela antes, durante e depois do 28 de julho”, afirmou.

O petróleo é venezuelano

   Posteriormente, o presidente lembrou que esta extrema direita que pretende atacar a Venezuela também solicitou a imposição de medidas coercitivas contra o país para afetar diretamente o povo.

   “Eles nos tiraram 99 por cento das nossas receitas petrolíferas. Mas já estamos recuperando e atingimos um milhão de barris diários de produção com esforço, trabalho e tecnologia própria, sem depender de ninguém”, destacou.

  Neste momento, deu as boas-vindas a todos os investidores estadunidenses interessados ​​no petróleo venezuelano que o comprem ao preço de mercado e tenham garantia de  segurança, logística e rapidez em território nacional.

  A nação bolivariana, reiterou, não será sua colônia nem seus escravos. “ O petróleo é venezuelano ”, afirmou.

    Trabalhadores da estatal petrolífera Petróleos de Venezuela marcham
 em apoio ao presidente Nicolás Maduro em Caracas - Reuters

                                     

Apoio financeiro para empreendedores

Do estado de Carabobo, o presidente venezuelano anunciou um novo programa de apoio financeiro ao empreendedorismo local.

Em detalhes, o governo nacional aprovou recursos para  4.535 comerciantes  por meio dos programas CrediJoven, Credimujer e Emprende Banco de Venezuela.

O financiamento foi distribuído entre  1.835 jovens, 2.300 mulheres e 400 para o Emprende Banco de Venezuela, indicou.

Aliás, explicou que graças a estes planos de apoio a novos negócios, cerca de  62.607 novas marcas de todos os tipos de produtos  encheram o mercado venezuelano entre 2018 e 2024.

Novo plano para três milhões de casas

Num outro segmento do espaço, o chefe de Estado bolivariano encarregou o ministro do Poder Popular para Comunas e Movimentos Sociais, Ángel Prado, de assumir o novo plano de construção  de três milhões de moradias.

Maduro disse ao proprietário que procurasse terrenos para executar o plano nos  4.500  circuitos comunitários do país e desenvolvesse um cronograma de construção e entrega que beneficiará três milhões de famílias carentes.


https://www.resumenlatinoamericano.org/2024/07/01/venezuela-extrema-derecha-prepara-una-guerra-electrica-en-el-pais/

@comitecarioca21