26 de mar. de 2019

CUBA CONDENA O RECONHECIMENTO DOS EUA DO GOLAN SÍRIO OCUPADO COMO TERRITÓRIO DE ISRAEL.




Declaração do Ministério de Relações Exteriores.

O Ministério de Relações Exteriores da República de Cuba expressa sua mais enérgica condenação à intenção declarada pelo governo de Estados Unidos de reconhecer o Golan sírio ocupado como território de Israel, o que constitui uma grave e flagrante violação da Carta das Nações Unidas, do Direito Internacional e das resoluções do Conselho de Segurança, em particular a resolução 497 de 1981.
Esta nova manobra de Washington que vulnera os interesses legítimos do povo sírio e das nações árabes e islâmicas, terá graves consequências para a estabilidade e a segurança no  Oriente Médio e incrementará ainda mais as tensões nesta instável  região.
Cuba insta o Conselho de Segurança a cumprir a responsabilidade que lhe concede a Carta da ONU na manutenção da paz e  segurança internacionais, e a adotar as medidas  necessárias para frear esta ação unilateral estadunidense ao apoiar  Israel em suas intenções de  anexar o território sírio ocupado das  Colinas de Golan.


O Ministério de Relações Exteriores da República de Cuba continuará respaldando a exigência do Governo de Síria de recuperar as Colinas de Golan, tomados por Israel em 1967 e reclama uma vez mais a retirada total e incondicional de Israel do Golan sírio e de todos os territórios árabes ocupados.

Havana,  23 de março de 2019.




25 de mar. de 2019

Cuba enviará um hospital de campanha e mais pessoal médico para Moçambique



  Um hospital de campanha com todo seu pessoal e equipes imprescindíveis viaja amanhã para Moçambique para contribuir e combater  o impacto do devastador ciclone Idai, anunciou nesta segunda-feira a vice-ministra de Cuba, Anayansi Rodríguez Camejo.

A nova brigada médica se somará aos 372 colaboradores da ilha que prestam serviço no país africano, dos quais 36 cooperam desde o primeiro momento em que o fenômeno meteorológico tocou a terra em 14 de março passado, comentou a vice- ministra do Ministério de Relações Exteriores (MINREX).



Acrescentou que sua presença responde aos históricos vínculos solidários cubano-africanos e em particular aos catastróficos danos provocados pelo furacão, com cerca de 500 mortos, segundo estatísticas do Instituto Nacional de Gerenciamento de Emergências, do governo dessa República.
Diversas regiões de Moçambique foram açoitadas pelo ciclone Idai, que com ventos de 170 quilômetros por hora deixou ainda  110 mil pessoas sem casa  e muitos  danos materiais.

Anayansi Rodríguez Camejo, vice-ministra cubana de Relações Exteriores. Foto: Ismael Francisco/ Cubadebate.

A vice-titular do MINREX acompanhou Gladys Bejerano Portela, vice-presidenta do Conselho de Estado e Controladora Geral da República, à assinatura do livro de condolências aberto  na embaixada de Moçambique em Havana.
Em nome do Estado, do Governo e do povo cubanos, expressamos nossas mais sentidas condolências, pesar e solidariedade com o governo e o povo da irmã República de Moçambique ante as lamentáveis perdas humanas e econômicas causados por Idai , escreveu Bejerano Portela.
Com a lembrança de nossos líderes e a história que nos une, assegurou, Cuba estará sempre ao lado de Moçambique.
Maputo é a capital dessa nação africana, com quase 25 milhões de habitantes e um território de 799 mil 380 quilômetros quadrados, que foi o mais danificado por Idai , que atingiu a categoria quatro, de um máximo de cinco da escala Saffir-Simpson.
(Com informação de ACN/ Imprensa Latina)







http://www.cubadebate.cu/noticias/2019/03/25/cuba-enviara-un-hospital-de-campana-y-mas-personal-medico-hacia-mozambique/#.XJl5lyJKjIW


24 de mar. de 2019

TIREM AS MÃOS DA VENEZUELA !!



Neste sábado (23) às 18:00 o  Comitê Internacional participou de atividade pela Venezuela na sede do Partido da Causa Operária (PCO)  no Rio de Janeiro. O evento intitulado Seis anos sem Hugo Chávez contou com a participação do representante do PCO Vitor Lara, com o representante do MST Joaquin Piñero e com o Cônsul Edgar González.


O Cônsul Edgar fez uma análise da situação atual da Venezuela, a questão do imperialismo, a ganância no petróleo venezuelano, as sanções e bloqueios impostos pelos EUA e as perspectivas prováveis.
O representante do PCO reafirmou a disposição do partido em apoiar a Venezuela contra o imperialismo e em não existirem dúvidas no partido sobre a legitimidade do presidente Maduro.
Joaquin Piñero ressaltou a importância de se defender a Venezuela frente às agressões dos EUA e do compromisso do MST com a defesa do governo Maduro, além de elencar as diversas brigadas que o MST mantém na Venezuela e em outros países amigos.



Diversas entidades ali presentes, todos muito atentos, na abertura para as intervenções, muitas perguntas surgiram - prontamente respondidas pela mesa sobre a conjuntura do país assim como de toda a região de América Latina e Caribe.

 Companheiro do PCO em sua intervenção fez questão de afirmar o apoio incondicional do partido à disposição da Venezuela.

O debate se estendeu até cerca de 22h com muita participação de todos.








20 de mar. de 2019

A MULHER NA LUTA PELO SOCIALISMO



Nesta quarta-feira foi realizada na Associação Cultural José Marti - RJ atividade sobre a mulher na luta pelo Socialismo.

Presentes o Comitê Carioca de Solidariedade a Cuba, o Movimento de Mulheres Olga Benário e demais entidades locais.
O debate contou com muitas intervenções a respeito da questão da mulher no Brasil e no mundo, da importante contribuição da mulher no triunfo da Revolução Cubana, da revolução em andamento, do machismo ainda resistente no país.

Questões como a luta das mulheres no Brasil e os vários movimentos feministas existentes foram trazidos pela representante do Movimento Olga Benário, Dani Ramos, que explicou detalhadamente as diversas correntes deixando claro a questão do corte de classe.


O Comitê Carioca se pronunciou sobre a questão das mulheres em Cuba, avanços e desafios atuais, a questão da nova constituição cubana e a superação dos problemas ainda persistentes.



Muitas perguntas e respostas e um compromisso de no mês de abril uma nova rodada de conversas com a exibição do filme Cubanas - Mulheres em Revolução na sede da ACJM/RJ.




                                                         SEGUIMOS !!

DE CUBA CONVOCATÓRIA AO MUNDO PELA LIBERDADE DE LULA. CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE “LULA LIVRE, JÁ”


Atividade hoje no ICAP pela Campanha :



O Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP)convida a participar na Conversa Informativa sobre a Campanha Lula Livre Já.
Contaremos com a presença do jurista, advogado e político Eduardo Rodrigues Greenhalgh.

Data: Quarta-feira 20 de março de 2019
Hora: 15h (17h Brasil)
Lugar:  Sede do ICAP

#LulaLivreJa
#LulaPremioNobelDaPaz 



Lula livre, Já!

Esse será nosso objetivo a partir de hoje, junto a milhões de mulheres e homens dignos do planeta, expressou nesta sexta-feira Fernando González Llort, presidente do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP) ao convocar à campanha de solidariedade com o ex-presidente brasileiro injustamente encarcerado. A convocação foi feita na XIII Oficina Internacional sobre Paradigmas Emancipatórios.


Fidel Castro Ruz, líder histórico e voz presente da Revolução Cubana, mais de uma vez afirmou e recordou-nos que o internacionalismo constitui a melhor essência do Socialismo.
Hoje materializamos uma nova ação internacionalista. Desta vez chamamos a somar-nos, todos os revolucionários cubanos, de forma bem mais marcada e intensa, ao movimento internacional de solidariedade com o ex-presidente Lula.
Muitas de nossas organizações sociais, desde que Lula foi injustamente encarcerado, de forma espontânea, começaram a desenvolver ações a favor de sua libertação.
A partir de hoje somaremos todas as forças e multiplicaremos nossos esforços em reclamo da liberdade imediata para o ex-presidente de origem operária e que tanto fez pelos mais pobres de seu país. Para que as vozes demandando sua liberdade sejam escutadas em todo o planeta.
Os estudantes, os jovens em geral, as mulheres, os sindicalistas, os camponeses, os cientistas e intelectuais e toda nossa sociedade organizada, demonstrarão, com fatos, algo do que nos orgulhamos: Cuba jamais abandona seus verdadeiros amigos, menos ainda os que são vítimas de injustiças continuadas.
A direita está orquestrando em toda América Latina e Caribe uma batalha em grande escala, mediante a manipulação do poder judiciário, para criminalizar de forma seletiva os líderes de esquerda em todos os níveis.
Essa direita, por natureza corrupta e corruptora, agora não poupa escrúpulos para mentir e com isso destruir a imagem pública de figuras como Lula, Dilma Rousseff e Cristina Fernández de Kirchner. Conspira, sem limite algum, para tergiversar os melhores legados destes, nada mais e nada menos que manipulando a bandeira legítima da luta contra a corrupção.
Destas três figuras, Lula cumpre sentença de 12 anos e 1 mês por um delito que não cometeu. Basta esta expressão do promotor que propôs sua sanção original “não tenho provas, mas tenho a convicção”. Ou seja, sem prova alguma expressa sua convicção de que Lula é culpado.


Nós confiamos na inocência de Lula. Não só porque até hoje nenhum juiz, nem nenhum promotor lhe provaram delito algum, senão porque homens públicos como ele, homens com sentido de suas responsabilidades históricas como ele, jamais se atreveriam a comprometer sua imagem  frente a seus povos.
Um culpado não pede que seus delitos sejam provados. Um culpado não colabora com os órgãos do poder judiciário como Lula o fez. Um culpado não faz declarações como as seguintes pouco dantes de se apresentar ante seus carcereiros:
§ “Saibam – disse à multidão de povo que o aclamava – que este pescoço aqui não se baixa, porque vou sair com a cabeça erguida e com o peito em alto, porque vou provar minha inocência”.
§ “Vou enfrentá-los olho a olho, e vou fazer-lhes frente aceitando o cumprimento da ordem” (referia-se à ordem de detenção).
§ “Vou até lá (para o cárcere em Curitiba) para que saibam que não tenho medo, que não vou fugir, para que saibam que provarei minha inocência”.
Assim falou Lula a seus seguidores. Assim falou ao mundo. Assim falou a seus filhos e netos. Assim mostrou sua segurança em sua inocência. Assim, e por essa firmeza e essa convicção, nós lhe apoiaremos com decisão, até que esteja livre.
Façamos realidade o chamado solidário feito pelo General de Exército, Raúl Castro Ruz, em primeiro de janeiro passado: transformemos a solidariedade com Lula em causa comum das cubanas e cubanos. Ajudemos a que todas as pessoas honestas do planeta contribuam para sua liberdade e a que cessem os ataques e a perseguição judicial contra as ex-presidentas Dilma Rousseff e Cristina Fernández de Kirchner.
A ocasião é propícia. A XIII Oficina Internacional sobre Paradigmas Emancipatórios tem demandado, com justa razão e sentido de urgência, que a solidariedade entre os povos seja transformada em fatos tangíveis, em obra coletiva que some à necessária unidade entre eles.
Unamos-nos também na condenação e na rejeição enérgicas à tentativa de impor à Venezuela, através de um golpe de estado, um governo fantoche a serviço dos Estados Unidos.
É parte, como a perseguição a Dilma e Cristina e o encarceramento de Lula, de uma estratégia do imperialismo.
Lula livre, Já. Esse será nosso objetivo a partir de hoje, junto a milhões de mulheres e homens dignos do planeta.



17 de mar. de 2019

É HOJE ! É AGORA ! TUITAÇO DO DIA 17 ! ELES NÃO DESISTEM ? NÓS TAMBÉM NÃO ! #NoMasBloqueo


Partiu "tuitaço" !



Hoje é dia 17 e todo dia 17 de cada mês a solidariedade com Cuba realiza 
um "tuitaço" pelo fim do bloqueio. 

 Por que dia 17 ? Bem, quando os 5 cubanos estavam presos injustamente em cárceres estadunidenses, as centenas de Comitês espalhados pelo mundo realizavam - todo dia 5 - o 5 x 5, ou seja, um tuitaço mundial pela libertação dos 5 heróis.

  Em 17 de dezembro de 2014 os Cinco foram libertados em uma negociação entre Raul Castro e Obama. 
     A partir desta data, as entidades de solidariedade passaram a continuar a luta - agora pelo fim do bloqueio genocida que prejudica enormemente a vida do povo cubano.




 Daí que usamos a partir daquela data a palavra-chave : #NoMasBloqueo todo dia 17 e para que o ocupante eventual da Casa Branca também tenha ciência, agregamos o tuiter: @realDonaldTrump com a mesma hashtag. 



Por isso convocamos todos a se unirem a essa campanha solidária para que o império saiba que o mundo não mais aceita essa medida que, segundo um dos presidentes estadunidenses, é inócua e ultrapassada.

Seguimos ! 

#NoMasBloqueo ! @realDonaldTrump


16 de mar. de 2019

Rejeição firme de Cuba à nova escalada agressiva dos Estados Unidos


O Ministério das Relações Exteriores rejeita nos termos mais fortes a nova escalada na conduta agressiva dos Estados Unidos contra Cuba.



O Departamento de Estado anunciou, em 4 de março, a decisão de permitir, a partir de 19 de março e sob o Título III da Lei Helms-Burton, que sejam impetrados processos legais em tribunais dos Estados Unidos somente contra empresas cubanas incluídas na Lista das Entidades Cubanas Restritas, elaborada por esse governo em novembro de 2017 e atualizada um ano depois. Essa lista arbitrária e ilegítima, destinada a intensificar o bloqueio e estender seus efeitos extraterritoriais, proíbe cidadãos norte-americanos de realizar transações financeiras diretas com as entidades acima mencionadas.
O anúncio do Departamento de Estado também indicava que suspenderia por apenas 30 dias a possibilidade de instaurar processos judiciais pelo mesmo conceito contra outras entidades cubanas ou estrangeiras com vínculos comerciais ou econômicos em Cuba.
Desde a sua entrada em vigor, em 1996, a Lei Helms-Burton procurou universalizar o bloqueio econômico, através da pressão brutal e ilegal dos EUA sobre países terceiros, seus governos e suas empresas. A dita lei procura sufocar a economia cubana e promover ou aumentar as deficiências da população com o objetivo de impor um governo em Cuba que responda aos interesses dos Estados Unidos.
Por causa de suas reivindicações ilegítimas e contrárias ao direito internacional, a lei Helms-Burton e o bloqueio atraem a rejeição universal, reiterada por quase três décadas, nas mais importantes organizações regionais e internacionais. O exemplo mais recente foi a Assembleia Geral das Nações Unidas quando, em 1º de novembro, recebeu dez votos consecutivos de rejeição, nos quais o governo dos Estados Unidos esteve em absoluto isolamento.
O Título II da Lei Helms-Burton prevê que a derrubada do governo revolucionário, a subsequente tutela do país por um controlador dos EUA e o subsequente estabelecimento de um governo contrarrevolucionário subordinado a Washington teriam como tarefa inequívoca a devolução ou pagamento aos antigos proprietários de todas as propriedades que sejam reivindicadas por antigos donos ou seus descendentes, tenham sido ou não cidadãos norte-americanos no momento da nacionalização ou que abandonaram as propriedades. Ao longo desse período, o bloqueio econômico permaneceria em pleno vigor.
Portanto, os cubanos seriam obrigados a devolver, restituir ou pagar aos requerentes dos Estados Unidos a casa em que vivem, a terra onde suas comunidades são construídas, a terra agrícola onde crescem e produzem, a escola onde seus filhos são educados, a hospital ou policlínica onde recebem serviços médicos, onde está seu local de trabalho, onde têm uma empresa privada, além dos serviços de eletricidade, água e comunicações subsidiadas de que a população desfruta.
É uma pretensão apenas concebível nas mentes daqueles que identificam Cuba como uma possessão colonial. De acordo com a Lei Helms-Burton, o bloqueio econômico só poderia ser suspenso quando a ambição fosse alcançada.
Esta lei repousa sobre duas mentiras fundamentais: a noção de que as nacionalizações realizadas logo após o triunfo revolucionário foram ilegítimas ou impróprias e que Cuba constitui uma ameaça para a segurança nacional dos Estados Unidos.
As nacionalizações cubanas foram realizadas sob a proteção de leis, com adesão estrita à Constituição e de acordo com o Direito Internacional. Todas as nacionalizações contemplavam processos de compensação justa e adequada que o governo dos Estados Unidos se recusou a considerar. Cuba alcançou e honrou acordos de compensação global com outras nações que hoje investem em Cuba, como Espanha, Suíça, Canadá, Reino Unido, Alemanha e França.
A verdadeira ameaça à paz e à segurança da região são as declarações e ações irresponsáveis ​​do governo dos Estados Unidos e os planos desestabilizadores contra a América Latina e o Caribe no desejo declarado de impor a Doutrina Monroe.
A Lei de Reafirmação da Dignidade e Soberania Cubana, de 24 de dezembro de 1996, estabelece que a Lei Helms-Burton é ilegal, inaplicável e sem qualquer valor ou efeito legal. Considera nula qualquer reclamação protegida pela referida lei, por qualquer pessoa física ou jurídica.
Conforme estipulado naquela lei, os pedidos de indenização por propriedades nacionalizadas podem ser parte de um processo de negociação baseado na igualdade e no respeito mútuo entre os governos de Cuba e dos Estados Unidos, «examinado em conjunto com as compensações às que o Estado cubano e o povo têm o direito, por causa dos danos causados ​​pelo bloqueio e pelas agressões de todos os tipos, cuja responsabilidade corresponde ao governo dos Estados Unidos». Esclarece, ao mesmo tempo, que qualquer pessoa que utilize os procedimentos e mecanismos da Lei Helms-Burton em detrimento de outros será excluída de possíveis negociações futuras.
O governo cubano reitera aos parceiros econômicos e às empresas estrangeiras que operam em Cuba todas as garantias de investimento estrangeiro e projetos conjuntos. A Constituição cubana, ratificada por ampla maioria no referendo de 24 de fevereiro de 2019, no artigo 28º, também reconhece essas garantias, incorporadas na Lei de Investimentos Estrangeiros nº 118, de 29 de março de 2014.
A decisão de 4 de março impõe obstáculos adicionais aos nossos objetivos de desenvolvimento econômico e progresso, mas os Estados Unidos continuarão fracassando em seu objetivo central de subjugar à força a vontade soberana dos cubanos e nossa determinação de construir o socialismo. O sentimento majoritário dos povos de Cuba e dos Estados Unidos, que favorecem a melhoria das relações e o desenvolvimento de uma convivência civilizada e respeitosa, prevalecerá.