16 de jan de 2019

TEMA : ARMAS






Aproveitando a temática: ARMAS, quero compartilhar com vocês uma experiência que eu passei em Havana (2015), quando participei de um Congresso de Antropologia.


 Trata-se de uma praça em Havana Velha chamada PLAZA DE ARMAS. Eu fui até lá para tirar umas fotos e ver que tipos de armas estariam expostas nessa praça. Amigos, eram armas poderosas: uma Biblioteca muito bem equipada, vendedores de livros novos e usados ao redor da praça, Crianças tendo aulas em ambiente aberto com seus Professores e, ocasionalmente, a exibição de uma orquestra local. Fiquei emocionado com as armas que eu vi nessa praça. Que poder têm essas armas!












do facebook de : Adilson Dias Salles  

CAMPANHA PELA LIBERTAÇÃO DE JULIAN ASSANGE


Libertem Julian Assange de seu cárcere mediático
O jornalista Julian Assange está enclausurado há 8 anos na embaixada do Equador em Londres, sem que nenhuma denúncia  justifique os motivos desta detenção.
Apesar de não ter violado nenhuma lei, de nenhuma jurisdição das quais tem sido submetido, enfrenta uma extradição para os Estados Unidos, onde estaria irreversivelmente condenado.
Ao desinformar sobre os fatos que conduziram à sua reclusão ou silenciar o caso, os grandes grupos mediáticos se tornaram cúmplices da situação atual do cofundador de Wikileaks .
Estranha que Julian Assange não se tenha beneficiado do apoio em massa das instâncias corporativistas que costumam denunciar os encarceramentos de jornalistas ou defendem aos trabalhadores da informação.
Nosso direito a uma informação plural e verdadeira está massacrado cada vez que se nega a plena liberdade para Julian Assange. Os meios de comunicação têm o dever de proteger este direito e, portanto de oferecer uma informação isenta sobre sua situação.
Exigimos dos grandes grupos mediáticos que ponham fim ao deliberado silêncio sobre o caso Assange e que  informem objetivamente sobre os fatos que levaram o jornalista australiano às condições desumanas nas quais se encontra.

https://es.mediumweb.info/assangeesp








UE adverte EUA que vai por fim ao bloqueio "obsoleto e ilegal" contra Cuba




Frente a quem levanta muros, Bruxelas tende a pontes mediante a cooperação e o diálogo, declarou Federica Mogherini.
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 bloqueio econômico e comercial de Estados Unidos contra Cuba é "obsoleto e ilegal", pelo que a União Européia trabalhará para "lhe pôr fim", advertiu a alta representante para a Política Exterior e de Segurança da União Europeia, Federica Mogherini, que se encontra de visita oficial no país latino-americano.
"O bloqueio não é a solução. Temos dito isso muitas vezes a nossos amigos estadunidenses e o afirmamos repetidamente nas Nações Unidas. O único efeito do bloqueio é piorar a qualidade de vida das mulheres, dos homens e das crianças cubanas", declarou Mogherini, citada pelo portal Cubadebate, durante uma conferência realizada nesta quarta-feira em Havana.

Ademais, a diplomata criticou as medidas adotadas pela Administração de Donald Trump contra a ilha e o retrocesso nas relações entre Washington e Havana. "Sei muito bem que nestes momentos há quem tente isolar Cuba, nós os europeus sabemos que estamos mais perto que nunca de vocês, que Cuba e os cubanos não estão sozinhos", assinalou.



"Evitar novos conflitos"

A chefa da diplomacia europeia instou a EE.UU. renunciar às "demonstrações de força", já que estas não conduzem a nenhuma parte e são "em realidade uma prova de debilidade".
"Vivemos em um mundo difícil e devemos evitar que novos conflitos se somem aos muitos que já temos. Construir muros é inútil, somente podem piorar a situação. A verdadeira força está no diálogo e na cooperação", defendeu.
Por último, Mogherini destacou que a "única" alternativa à atual "desordem internacional" é uma ordem mundial "mais cooperativa, mais justa e mais solidária baseada no multilateralismo”.







Original: https://actualidad.rt.com/actualidad/259096-mogherini-europa-fin-bloqueo-obsoleto-ilegal-eeuu-cuba?fbclid=IwAR2Ua7FRr29nXcsszoIS27peuMxvKOybanJbBc3RHLS6AnPx65I3Rwe-feM

13 de jan de 2019

NOVA EXIBIÇÃO DO FILME "CUBANAS" EMOCIONA O PÚBLICO.


        Na última sexta - feira (11) fomos a São Pedro da Serra (RJ) a convite do Cineclube Lumière de Lumiar para uma sessão do filme de Maria Torrelas Cubanas Mulheres em Revolução.




Em um lindo espaço aberto da denominada ECOARTE  que funciona como livraria, loja de artesanato e ponto de encontro das pessoas da região, a administradora do local Zelma (foto) apresentou a programação.



É um lugar muito agradável e acolhedor onde todos e todas se conhecem e se encontram.






Com muitas cadeiras extras, o filme, precedido do curta cubano Por primeira vez (lindo!) foi apresentado pelo Professor e cineclubista Joaquim Ferreira. Após, o Comitê apresentou o também curta-metragem sobre o bloqueio : 

https://www.youtube.com/watch?v=K7DJeKW7Kww&t=20s



Em seguida, o filme principal seguido de debate. O público, composto por Professores, Coletivo Ana Montenegro, Fundação Dinarco Reis, estudantes, moradores, foi muito aplaudido no final. 
Algumas pessoas muito emocionadas se interessaram a respeito do momento atual em Cuba (e, lógico, no Brasil, isso sempre acontece nas sessões...) sendo o debate que se seguiu muito animado e participativo.



O fato de contarmos com professores na plateia sempre nos anima, sabendo que são formadores de formadores .

Parabéns à cidade por contar com esse Ponto de Cultura.

    O interesse das pessoas pelo filme chegou ao ponto de algumas pessoas assistirem de pé durante toda a exibição.

Agradecemos o convite do cineclube Lumière e especialmente ao Professor e cineclubista Joaquim Ferreira.







10 de jan de 2019

Consulado da Venezuela no Rio de Janeiro e cariocas comemoram a posse de Maduro


         Hoje dia 10 de Janeiro realizamos um ato em defesa da posse legítima do Presidente Nicolás Maduro no Consulado da República Bolivariana da Venezuela no Rio de Janeiro. Salão Libertadores  lotado . Transmissão televisiva ao vivo de Caracas. Seguimos !!



         
              Vários Movimentos Populares,sindicalistas, militantes compareceram ao Consulado para assistir a posse do Presidente Nicolás Maduro Moros .




                    CHÁVEZ VIVE !!  MADURO SIGUE !!!






FESTA CARIOCA PELOS 60 ANOS DO TRIUNFO DA REVOLUÇÃO CUBANA !

Foi com muita alegria que realizamos a homenagem aos 60 anos do triunfo da Revolução Cubana. 



A data escolhida foi proposital: o dia em que Fidel e companheiros entraram na cidade de Havana para libertar Cuba de uma ditadura sanguinária. 


A festa, realizada no Raízes do Brasil -  casa do MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores) junto com o Comitê Carioca de Solidariedade a Cuba contou com música cubana, petiscos, mojitos (feitos com o inconfundível Havana Club), comida típica cubana e sorteios de muitos brindes.



O bolo foi uma surpresa à parte: com o desenho feito pelo jovem artista cubano  Samuel Marrero Dubrocq ! Gracias, Samuel !

Todos e todas da equipe do Comitê e do MPA vestiam a camisa com o desenho dos revolucionários entrando em Havana.


Relembrando o dia histórico, foram lidos textos cubanos e uma mensagem do Consulado Geral de Cuba em São Paulo enviado especialmente para o evento. (texto abaixo) 



Na ocasião foram convocados os presentes a comparecer nesta quinta-feira (10) ao Consulado da República Bolivariana da Venezuela em apoio à posse do Presidente Maduro. O Cônsul Edgar Marin também ali nos atualizou sobre a importância do apoio à Venezuela nesta data.





Todos saíram do local animados após muitos gritos de LULA LIVRE !  






Assim seguimos cada vez mais em unidade !





           Viva Cuba ! Viva a Revolução Cubana !  Adelante !!



O documento divulgado(extraído de cubadebate):




Caravana de luz, de futuro


Fidel e os combatentes da Serra Mestre chegaram a Havana em 8 de janeiro de 1959, com a convicção de que dali em diante tudo seria mais difícil
Foram pouco mais de mil quilômetros que percorreram  os combatentes da Serra Maestra  de um extremo ao outro do país em janeiro de 1959. E foram bem mais de mil, sim, os abraços, as lágrimas de emoção e as mostras de júbilo e de agradecimento que receberam durante a travessia, porque o povo cubano sabia que a partir desse momento, a história de Cuba seria outra.
Os barbudos da Serra, como lhes diziam, deixaram atrás as vicissitudes próprias de uma luta que, contra a brutal repressão batistiana, defendia o direito de todos a desfrutar da liberdade plena em sua terra e de ser donos de seu futuro. Levavam em seus olhos o convencimento pleno de que o proposto por Fidel em A história me absolverá  aconteceria maior porque esta Revolução era e é pelos humildes e para os humildes.
“Não  imaginemos que agora tudo será mais fácil, talvez desde agora todo seja mais difícil”, expressou Fidel quando a caravana entrou em Havana em um dia como hoje, há seis décadas. Tinha razão, pois a alegria do triunfo não podia disfarçar os grandes desafios que se enfrentariam.
A Fidel e a seus colegas de causa preocupava-lhes quantos desses homens e mulheres que lhes demonstravam sua alegria teriam trabalho, quantos meninos podiam assistir a classes, quantos precisavam ir ao médico e não podiam… A responsabilidade para com o povo crescia, mas ali estava esse mesmo povo, em cada trecho por onde passou  a caravana, como hoje, com a intenção de assegurar sua respaldo à construção de uma sociedade justa.
Isso também se sentiu nesta segunda-feira, quando centenas de matanceros rememoraram  em horas da manhã a entrada triunfal da caravana pelo território de San Pedro de Mayabón . Em cada povoado da Estrada Central o povo se aglomerou para receber os novos “ barbudos” :  60 jovens destacados das organizações estudantis, das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, bem como  trabalhadores por conta própria.
Desde aquela madrugada de 2 de janeiro de 1959, quando empreenderam viagem desde Santiago de Cuba, Fidel e os combatentes sabiam que “a liberdade não é tudo. A liberdade é a primeira parte, é a liberdade para começar a ter o direito a lutar”. Por isso a cada ano se rememora a marcha desta caravana que  trouxe a luz do futuro a um país que se sabe dono desse direito para lutar.


 8 de janeiro de 2019


8 de jan de 2019

60 ANOS Y ADELANTE !!


Caravana de luz, de futuro






Fidel e os combatentes da Serra Mestre chegaram a Havana em 8 de janeiro de 1959, com a convicção de que dali em diante tudo seria mais difícil
Foram pouco mais de mil quilômetros que percorreram  os combatentes da Serra Maestra  de um extremo ao outro do país em janeiro de 1959. E foram bem mais de mil, sim, os abraços, as lágrimas de emoção e as mostras de júbilo e de agradecimento que receberam durante a travessia, porque o povo cubano sabia que a partir desse momento, a história de Cuba seria outra.
Os barbudos da Serra, como lhes diziam, deixaram atrás as vicissitudes próprias de uma luta que, contra a brutal repressão batistiana, defendia o direito de todos a desfrutar da liberdade plena em sua terra e de ser donos de seu futuro. Levavam em seus olhos o convencimento pleno de que o proposto por Fidel em A história me absolverá  aconteceria maior porque esta Revolução era e é pelos humildes e para os humildes.
“Não  imaginemos que agora tudo será mais fácil, talvez desde agora todo seja mais difícil”, expressou Fidel quando a caravana entrou em Havana em um dia como hoje, há seis décadas. Tinha razão, pois a alegria do triunfo não podia disfarçar os grandes desafios que se enfrentariam.
A Fidel e a seus colegas de causa preocupava-lhes quantos desses homens e mulheres que lhes demonstravam sua alegria teriam trabalho, quantos meninos podiam assistir a classes, quantos precisavam ir ao médico e não podiam… A responsabilidade para com o povo crescia, mas ali estava esse mesmo povo, em cada trecho por onde passou  a caravana, como hoje, com a intenção de assegurar sua respaldo à construção de uma sociedade justa.
Isso também se sentiu nesta segunda-feira, quando centenas de matanceros rememoraram  em horas da manhã a entrada triunfal da caravana pelo território de San Pedro de Mayabón . Em cada povoado da Estrada Central o povo se aglomerou para receber os novos “ barbudos” :  60 jovens destacados das organizações estudantis, das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, bem como  trabalhadores por conta própria.
Desde aquela madrugada de 2 de janeiro de 1959, quando empreenderam viagem desde Santiago de Cuba, Fidel e os combatentes sabiam que “a liberdade não é tudo. A liberdade é a primeira parte, é a liberdade para começar a ter o direito a lutar”. Por isso a cada ano se rememora a marcha desta caravana que  trouxe a luz do futuro a um país que se sabe dono desse direito para lutar.

 8 de janeiro de 2019








Matéria Original do Consulado de Cuba em São Paulo:

https://www.facebook.com/pg/ConsuladoGeralSP/posts/?ref=page_internal