#FIMDOBLOQUEIO
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
11 de fev. de 2016
EUA e CUBA TERÃO NOVO DIÁLOGO ECONÔMICO NA PRÓXIMA SEMANA EM WASHINGTON
Washington, 10 fev (EFE).- Estados Unidos e Cuba realizarão nos dias 17
e 18 deste mês uma nova rodada do chamado Diálogo Regulador, com
participação da secretária de Comércio americana, Penny Pritzker, e o
ministro cubano Rodrigo Malmierca, informou nesta quarta-feira a Casa
Branca, em comunicado.
No encontro, também estarão funcionários do Tesouro e do Departamento de Estado dos EUA. Nele, serão analisadas as "mudanças regulatórias" aplicadas em 27 de janeiro, que afetam a exportação e o financiamento de certos bens e serviços autorizados por Cuba, além dos desafios identificados pelas empresas americanas.
De acordo com a nota, a delegação cubana abordará "as partes relevantes para o sistema econômico cubano, incluída a importação de bens e serviços e as transações financeiras".
O ministro do Comércio de Cuba, Rodrigo Malmierca, iniciará na próxima terça-feira a visita à Washington, a primeira em décadas. Além da reunião, estará a frente de conferência sobre as relações bilaterais, na Câmara de Comércio dos EUA.
Penny Pritzker, por sua vez, destacou que "esta segunda rodada de conversas "é outra oportunidade para trabalhar diretamente com nossos colegas cubanos, para entender melhor a maneira na qual nossos governos e economias podem trabalhar conjuntamente".
O primeiro encontro aconteceu no ano passado, na primeira visita da secretária de Comércio dos Estados Unidos à Havana, em outubro do ano passado.
O secretário do Tesouro, Jack Lew, também se manifestou hoje e afirmou que "nossas sucessivas ações para emendar as Regulações de Controle de Ativos Cubanos estão dando mais poder aos cubanos".
No fim de janeiro, o governo americano anunciou novas mudanças quanto as restrições que seguem afetando as exportações e as viagens para Cuba, como parte da aproximação bilateral iniciada há pouco mais de um ano, entre os presidentes Barack Obama e Raúl Castro.
Embora o mandatário americano tenha tomado medidas para flexibilizar as viagens e algumas transações comerciais, o levantamento completo do embargo comercial depende do Congresso de EUA, controlado pela oposição republicana, que rejeita as propostas.
Durante seu último discurso sobre o Estado da União, em 12 de janeiro, Obama cobrou que o Congresso reconheça que a "Guerra Fria acabou".
No encontro, também estarão funcionários do Tesouro e do Departamento de Estado dos EUA. Nele, serão analisadas as "mudanças regulatórias" aplicadas em 27 de janeiro, que afetam a exportação e o financiamento de certos bens e serviços autorizados por Cuba, além dos desafios identificados pelas empresas americanas.
De acordo com a nota, a delegação cubana abordará "as partes relevantes para o sistema econômico cubano, incluída a importação de bens e serviços e as transações financeiras".
O ministro do Comércio de Cuba, Rodrigo Malmierca, iniciará na próxima terça-feira a visita à Washington, a primeira em décadas. Além da reunião, estará a frente de conferência sobre as relações bilaterais, na Câmara de Comércio dos EUA.
Penny Pritzker, por sua vez, destacou que "esta segunda rodada de conversas "é outra oportunidade para trabalhar diretamente com nossos colegas cubanos, para entender melhor a maneira na qual nossos governos e economias podem trabalhar conjuntamente".
O primeiro encontro aconteceu no ano passado, na primeira visita da secretária de Comércio dos Estados Unidos à Havana, em outubro do ano passado.
O secretário do Tesouro, Jack Lew, também se manifestou hoje e afirmou que "nossas sucessivas ações para emendar as Regulações de Controle de Ativos Cubanos estão dando mais poder aos cubanos".
No fim de janeiro, o governo americano anunciou novas mudanças quanto as restrições que seguem afetando as exportações e as viagens para Cuba, como parte da aproximação bilateral iniciada há pouco mais de um ano, entre os presidentes Barack Obama e Raúl Castro.
Embora o mandatário americano tenha tomado medidas para flexibilizar as viagens e algumas transações comerciais, o levantamento completo do embargo comercial depende do Congresso de EUA, controlado pela oposição republicana, que rejeita as propostas.
Durante seu último discurso sobre o Estado da União, em 12 de janeiro, Obama cobrou que o Congresso reconheça que a "Guerra Fria acabou".
Publcao do Consulado Geral de Cuba em Sao Paulo
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
ESPECIALISTA ESTADUNIDENSE REJEITA BLOQUEIO CONTRA CUBA
Havana, 6 Fev.- Dr. Stephen Berman, ex-presidente da Academia
Americana de Pediatria (AAP), manifestou nesta capital sua rejeição ao
bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba que impera há mais de meio
século, ao qual classificou como um problema para ambas as nações.
Especialista em Pediatria, Diretor do Centro de Saúde Global da
Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, que participa de um
intercâmbio acadêmico com colegas cubanos, em uma entrevista exclusiva
para a Agência Cubana de Notícias expressou sua esperança de que o Governo e o Congresso de seu país mude essa posição.
Berman explicou que o grupo estadunidense que participou do encontro
são líderes acadêmicos nas escolas de medicina da Universidade de
Colorado, do Hospital Geral de Massachusetts, de San Diego e da
Universidade de Harvard, representantes da Academia Americana de
Pediatria e da Organização Pan-americana de Saúde.
Queremos começar uma troca de ideias e aprender mais sobre o sistema de saúde pública cubano, especialmente na área maternal e infantil, porque pediatras Cuba têm um programa de saúde de população fantástico e é um dos melhores do mundo, afirmou o catedrático estadunidense.
O cuidado das crianças em Cuba e nos Estados Unidos. Compartilhando experiências e criando oportunidades de colaboração, é o tema do encontro, que aconteceu em Havana.
Stephen Berman expressou o interesse no intercâmbio científico entre pediatras de ambos os países e de novas tecnologias para melhorar a saúde infantil.
Ao elogiar as realizações da nação caribenha neste campo, o especialista elogiou os resultados da mortalidade infantil, que no ano passado foi de 4,3 por cada mil nascidos, o menor nas Américas.
Neste sentido, estes resultados contrastam com a realidade de seu país onde há muitas desigualdades -disse ele- principalmente quando há pobreza e a população não tem acesso a serviços de saúde.
Berman, que era presidente da AAP, no período 2000-2014, deu uma palestra sobre o trabalho dos pais para promover o desenvolvimento do cérebro das crianças.
Eu acho que uma das coisas mais importantes sobre Cuba são os seus recursos humanos, possui um sistema de ensino muito fino e seu povo é muito inteligentes, disse ele.
Ele considerou adequado que a maior das Antilhas desenvolva novas tecnologias para incorporar-se ao intercâmbio de conhecimento universal.
Entre os temas do evento incluem assistência neonatal na região e em Cuba, infecções e condições crônicas de saúde de lactentes.
O país caribenho também mostra experiência na eliminação da transmissão do HIV da mãe para o filho, primeiro país que alcançou esse êxito, em 30 de junho de 2015.
Os especialistas também participaram do Curso Nacional "Puesta al Día en la Atención del Recién Nacido Prematuro” Curso do Ministério da Saúde Pública, um evento que contou com a presença de 120 profissionais envolvidos no atendimento neonatal em representação de todas as províncias. (ACN) (Foto: Arquivo)
Fonte: Radio Cadena Agramonte
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
Queremos começar uma troca de ideias e aprender mais sobre o sistema de saúde pública cubano, especialmente na área maternal e infantil, porque pediatras Cuba têm um programa de saúde de população fantástico e é um dos melhores do mundo, afirmou o catedrático estadunidense.
O cuidado das crianças em Cuba e nos Estados Unidos. Compartilhando experiências e criando oportunidades de colaboração, é o tema do encontro, que aconteceu em Havana.
Stephen Berman expressou o interesse no intercâmbio científico entre pediatras de ambos os países e de novas tecnologias para melhorar a saúde infantil.
Ao elogiar as realizações da nação caribenha neste campo, o especialista elogiou os resultados da mortalidade infantil, que no ano passado foi de 4,3 por cada mil nascidos, o menor nas Américas.
Neste sentido, estes resultados contrastam com a realidade de seu país onde há muitas desigualdades -disse ele- principalmente quando há pobreza e a população não tem acesso a serviços de saúde.
Berman, que era presidente da AAP, no período 2000-2014, deu uma palestra sobre o trabalho dos pais para promover o desenvolvimento do cérebro das crianças.
Eu acho que uma das coisas mais importantes sobre Cuba são os seus recursos humanos, possui um sistema de ensino muito fino e seu povo é muito inteligentes, disse ele.
Ele considerou adequado que a maior das Antilhas desenvolva novas tecnologias para incorporar-se ao intercâmbio de conhecimento universal.
Entre os temas do evento incluem assistência neonatal na região e em Cuba, infecções e condições crônicas de saúde de lactentes.
O país caribenho também mostra experiência na eliminação da transmissão do HIV da mãe para o filho, primeiro país que alcançou esse êxito, em 30 de junho de 2015.
Os especialistas também participaram do Curso Nacional "Puesta al Día en la Atención del Recién Nacido Prematuro” Curso do Ministério da Saúde Pública, um evento que contou com a presença de 120 profissionais envolvidos no atendimento neonatal em representação de todas as províncias. (ACN) (Foto: Arquivo)
Fonte: Radio Cadena Agramonte
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
10 de fev. de 2016
VEJA COMO O POVO CUBANO É AFETADO PELO BLOQUEIO DOS EUA
#FIMDOBLOQUEIO
Bloqueio a Cuba: só no setor de saúde prezuízo chega a 104 bilhões de dólares.
.![]() |
| Foto: Clínica Central Cira García, pioneira do turismo de saúde em Cuba |
Apesar da aproximação entre os EUA e Cuba, o bloqueio continua.
Neste 7 de fevereiro completaram-se 54 anos do mais longo bloqueio
financeiro, econômico e comercial na história da humanidade: o bloqueio
dos Estados Unidos contra Cuba. Todos os setores da nação cubana têm
sido afetados não só em questões econômicas, mas também em outros
serviços básicos, como saúde, educação, tecnologia e turismo.
Em 7 de fevereiro de 1962, após o presidente dos Estados Unidos
J.F.Kennedy suspender totalmente a quota de açúcar oriundos de Cuba, o
governo dos EUA decretou, por ordem executiva presidencial, o embargo
total sobre o comércio entre os EUA e Cuba.
Os danos humanos causados pelo bloqueio são inúmeros e a sua duração no tempo tem consistido em fato duríssimo e insustentável.
Quanto Cuba tem perdido economicamente?
O governo cubano informou que as multas aplicadas pelos EUA e sua atual
gestão governamental alcançam cifras superiores a 11,5 bilhões de
dólares. Por outro lado, as perdas monetáriasacionais, ter acesso ao crédito de
bancos nos EUA, de suas subsidiárias em outros países e d totais devidas ao bloqueio
atingem mais de 116 bilhões de dólares. Ademais, Cuba não pode exportar
e importar livremente produtos e serviços com os EUA, utilizar o dólar
nas transaçõesfinanceiras internas instituições
financeiras internacionais.
Assista:
Documentário - Bloqueio: a guerra contra Cuba
Curta: Bloqueio: a guerra contra Cuba
O status de país em desenvolvimento de Cuba faz sua economia depender
quase inteiramente do comércio exterior: do capital e da tecnologia
estrangeira, de crédito, investimentos e cooperação internacional para o
seu progresso. Por isso, entre 1996 e 1998, o governo de Cuba tentou,
aida que sem sucesso, estabelecer contratos com empresas europeias para a
criação de uma parceria econômica na indústria do petróleo, mas não
pôde ser realizada pelas novas condições resultantes da promulgação da
Lei Helms Burton dos EUA e das pressões para que se retirassem da ilha,
de acordo com o website cubana Ecured.
Como o bloqueio tem afetado as áreas de saúde, alimentação e comunicações?
De acordo com o último relatório do governo cubano, estima-se que, desde
o bloqueio, o setor da saúde perdeu cerca de 104 bilhões de dólares.
Apenas entre maio de 2009 e abril de 2010 perdas de 15 milhões de
dólares foram registrados na área da saúde pública. Somado a uma
escassez de medicamentos destinados para tratamentos como câncer ou
outros problemas, de curto e longo prazo, que prejudicam diretamente a
população.
Leia também:
ONU - 2015: 191 países votam contra o bloqueio dos EUA contra Cuba
Bloqueio estadunidense contra Cuba continua inalterado, afirma Granma
Bloqueio completa 54 anos e terá vida ativa em 2016
O governo cubano gasta um bilhão de dólares por ano para subsidiar
arroz, café, carnes, grãos, massas, ovos, açúcar, sal, pão e outros
alimentos em pequenas quantidades, que cada cubano recebe por mês, por
um preço inferior a três dólares. Enquanto qua as crianças ainda recebem
leite em pó e iogurte de soja, e dietas médicas destinadas aos doentes.
Ainda assim, isso é insuficiente para satisfazer as necessidades do
mês, de modo que os cubanos devem comprar alimentos não-subsidiados,
representando um custo pesado para o seu salário mensal.
No tocante à educação, o impedimento governo cubano ao mercado dos EUA
afeta a compra de material escolar e a manutenção da rede escolar, por
isso se vê obrigado a comprá-lo em países distantes da ilha, o que gera
custos elevados. Problema que afeta gravemente ao intecâmbio científico,
cultural e desportivo.
Por outro lado, a comunicação dos cubanos com os familiares fora da ilha
é cara, porque o país não tem acesso à rede global de comunicações.
O setor dos transportes aéreo e terrestre também foi afetado. A aviação
civil cubana perdeu, em média, nos últimos 4 anos cerca de US$ 300.000.
Enquanto o transporte terrestre encontra-se totalmente ultrapassado,
devido ao bloqueio.
Mais de 70 por cento da população cubana nasceu sob o embargo. O atraso
gerado pelo bloqueio em todas as áreas da vida dos cubanos é apenas o
resultado de um bloqueio arbitrário, que viola completamente os direitos
humanos e, também, o direito à auto-determinação política e econômica
do povo cubano.
Tradução: Roberto Bitencourt da Silva/Diário Liberdade.
Marcadores:
Bloqueio estadunidense contra Cuba,
Saúde Cubana
Via Solidàrios http://convencao2009.blogspot.com.br/2016/02/bloqueio-cuba-so-no-setor-de-saude.html
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
FAMÍLIAS GUARANI-KAIOWÁ PEDEM SOCORRO
As habitações das famílias Guarani Kaiowá queimadas, os cachorrinhos
mortos pelos fazendeiros, e os tratores destruíram a lavoura de mandioca
dos indígenas no tekoha Kurusu Amba.
É O CRIME DE GENOCÍDIO PROMOVIDO PELO FAZENDEIROS. DESDE
2007 A 2016 JÁ SÃO QUINTOS ATAQUE TERRORISTA REALIZADOS PELOS MESMOS
FAZENDEIROS, MAS NÃO FORAM PUNIDOS PELA JUSTIÇA DO BRASIL, POR ISSO HA O
CRIME DE GENOCÍDIO EM CURSO NO MATO GROSSO DO SUL/BRASIL. MAIS UMA VEZ
PEDIMOS JUSTIÇA E PUNIÇÕES AOS FAZENDEIROS ASSASSINOS, FINANCIADORES DE
GENOCÍDIO E AÇÕES TERRORISTAS CONTRA AS VIDAS INDÍGENAS GUARA NI E
KAIOWÁ.
Veja as fotos.
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
A LUTA DOS GUARANI-KAIOWÁ (VÍDEO)
#FIMDOBLOQUEIO
Vídeo que foi projetado na II Conferência Internacional Con todos y para el bien de todos, Havana, Cuba de 25 a 28 de janeiro de 2016.
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
Vídeo que foi projetado na II Conferência Internacional Con todos y para el bien de todos, Havana, Cuba de 25 a 28 de janeiro de 2016.
VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!
Assinar:
Postagens (Atom)










