O Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade aos Povos rejeita e condena a escalada de agressões do governo dos EUA contra Cuba.
Neste dia 20 de maio, 131 anos após a morte em combate de José Martí, a máfia de Miami, liderada por congressistas anticubanos, apresentou uma acusação contra o General do Exército Raúl Castro Ruz por um ato de legítima defesa ocorrido em 24 de fevereiro de 1996.
Naquele dia, três aeronaves da organização terrorista Hermanos al Rescate (HAR), liderada pelo criminoso José Basulto, violaram pela 26ª vez o espaço aéreo cubano.
Durante dois anos, de 1994 a 1996, em pleno período especial, a HAR realizou múltiplas incursões aéreas. Repetidamente, por vinte e cinco vezes, realizaram voos sobre as cidades de Havana e Matanzas. Cada voo era uma provocação e cada provocação colocava em risco a segurança nacional de Cuba, seus habitantes e o corredor aéreo nacional e internacional. Os aviões da HAR lançavam panfletos contrarrevolucionários, folhetos que incitavam à sedição ou pesticidas para destruir as plantações. Voavam a baixa altitude para burlar os radares, mas podiam ser vistos do Malecón.
Cada incursão ilegal foi denunciada pelo governo cubano ao governo dos EUA e aos organismos internacionais de aviação. Fidel deixou claro que não haveria mais tolerância a agressões ao espaço aéreo, marítimo e terrestre de Cuba.
Em 24 de fevereiro de 1996, a Força Aérea cubana advertiu os terroristas da HAR para que recuassem e não invadissem o espaço aéreo cubano.
O chefe Basulto ordenou que os dois aviões continuassem, mas, covardemente, deu meia-volta e voltou para Miami. Os dois aviões foram abatidos, caindo em águas marítimas cubanas.
Os Estados Unidos ocultaram por 30 anos as imagens de satélite que comprovam que os aviões violaram o espaço aéreo e caíram em águas marítimas cubanas.
Um único testemunho, do proprietário de um iate de luxo, intimamente ligado à sinistra Fundação Nacional Cubano-Americana de Miami, afirmou que o abate ocorreu em águas internacionais.
Nós, que participamos da campanha internacional pela liberdade dos Cinco Patriotas Cubanos, tomamos conhecimento detalhado ao analisar a falta de provas da acusação.
O único responsável por aquele lúgubre fato de legítima defesa foi o governo dos Estados Unidos, que permitiu e permite a impunidade de grupos terroristas como o Hermanos al Rescate, que, por trás da fachada de seu nome, se dedicava ao tráfico de drogas, a atentados terroristas, ao contrabando e ao tráfico ilegal de migrantes.
Os Estados Unidos mentem descaradamente e manipulam os fatos, carecem de qualquer base jurídica e realizaram esse espetáculo vergonhoso para continuar aumentando a pressão a limites desumanos que provoquem uma explosão interna ou justifiquem uma agressão militar.
Raúl, o do Moncada, o do Granma, o jovem da Sierra Maestra e da vitória resplandecente de 1º de janeiro, é a força do povo uniformizado e do povo comum. Raúl brilhou como Comandante guerrilheiro à frente da II Frente Oriental. Como estadista, conseguiu os Acordos de Paz na Colômbia e a retomada das relações com os Estados Unidos. Conquistou o respeito de todo o mundo.
Seu humanismo, sua ética, seu exemplo de vida militante, sua fidelidade a Fidel, ao ideário de Martí e ao seu povo fizeram com que ele entrasse, aos 95 anos, na alma da história de Cuba. Quem se atrever a querer sequestrar a história perecerá nela.
Fazemos nossa a Declaração do Governo Revolucionário Cubano, convocamos a solidariedade internacional a se mobilizar em todo o mundo para evitar a guerra e a agressão militar dos Estados Unidos contra Cuba.
Cuba não ameaça, não ofende nem invade ninguém; Cuba quer que a deixem viver em paz, sem bloqueio nem sanções, mas se for atacada, se defenderá. Com ela e ao seu lado, na linha de frente estará a solidariedade internacional.
Diante da agressão imperial no Centenário de Fidel, dizemos mais alto do que nunca:
Não ao imperialismo! Não ao fascismo!
Viva a Revolução!
Viva Fidel e Raúl!
Havana, 20 de maio de 2026


RAUL COMANDANTE CASTRO, SE ESCREVE COM DIGNIDADE,JUSTIÇA, REVOLUÇÃO
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