29 de dez. de 2016

DOCUMENTOS SECRETOS DOS EUA REVELAM PLANOS PARA BOMBARDEAR CUBA

#YOSOYFIDEL

Histórias não contadas sobre as pretensões imperiais dos Estados Unidos contra Cuba saem pouco a pouco de seus arquivos secretos e dão a razão para os líderes cubanos que sempre denunciaram o interesse do Norte em apoderar-se da ilha a qualquer preço. 


Documentos desclassificados permitem comprovar como Henry Kissinger, secretário de Estado, ordenou em 1976 a preparação de planos para executar bombardeios aéreos contra Cuba, por não aceitar que ela ajudasse a República de Angola a repelir a invasão da República da África do Sul com o apoio da Estados Unidos.

Estes documentos mostram o caráter imperial de Washington ao considerar-se com o direito de invadir e declarar guerra contra países que não têm governos aceitáveis ​​por eles, destaque nas últimas décadas no Iraque, Afeganistão, Líbia, Iêmen e Síria. No século XX eles fizeram isso contra o Irã, República Dominicana, Guatemala, Panamá e Granada.

Para a Casa Branca era inaceitável essa solidariedade cubana que ameaçava seus planos para manter o Apartheid.

A arrogância dos Estados Unidos é tal que Kissinger ordenou preparar o plano de agressão contra portos e instalações militares cubanas e enviar batalhões de marines para a sua base naval em Guantánamo, para "esmagar os cubanos e não dar a impressão de que Washington parecesse fraca, se não enfrentasse o regime comunista."

Os documentos permitem conhecer como Kissinger expulsou o presidente Gerard Ford: "mais cedo ou mais tarde vamos ter que golpear os cubanos", como se as vidas das pessoas fossem simples cartas de baralho.

Embora Kissinger tenha tentado entre 1973 e 1977 levar a cabo uma mudança da fracassada política ianque em relação a Cuba, a solidariedade cubana com Angola foi vista como insulto e, portanto, recomendou o ataque à ilha, algo que não ocorreu após a vitória do Partido Democrata com o candidato James Carter.
Não podemos esquecer que, em 1976, Orlando Bosch e Luis Posada Carriles, ambos cubanos e antigos laços da CIA, organizam a explosão de um avião civil cubano, e anos mais tarde eles foram recebidos como heróis em Miami, refletindo a falta de princípios estadunidense.

O próprio Departamento de Justiça e o Boro Federal de Investigação, em Miami, expressaram em um memorando que:

"Em Junho de 1974 Orlando Bosch admitiu ter enviado pacotes de bombas às embaixadas de Cuba, em Lima, Peru; Madrid Espanha; Ottawa, Canadá e Buenos Aires, Argentina."

Em 1976 executaram atos terroristas contra embaixadas de Cuba na Espanha, Nova Iorque, Argentina, Portugal, e assassinaram vários diplomatas cubanos.

Esses atos não foram punidos pelos Estados Unidos, nem o então Secretário de Estado propôs a prisão dos terroristas, que desde 1975 também explodiram bombas em restaurantes, escritórios comerciais, no aeroporto Miami, no Departamento de Correio de Riverdale e Tamiami, em Miami, nos escritórios do Seguro Social, em ponte Flagre, e em Barnet Bank, no Departamento de Justiça e no próprio Quartel-general da Polícia de Miami.

A lista de atos de terrorismo cometidos por organizações contra a Revolução, entre 1975 e 1983 é bastante longa, devido a fato deles se oporem a qualquer mudança de política da Revolução Cubana.

Posição semelhante adotam hoje os congressistas Ileana Ros-Lehtinen e Mario Díaz-Balart, que apoiaram Bosch e Posada, e seguem desenhando atos de provocação, como fizeram com os aviões de Irmãos ao Resgate, para impedir que o presidente W. Clinton, levantasse o bloqueio econômico, comercial e financeiro contra Cuba e diante do temor que outro presidente o faça, aprovaram a Lei Helms-Burton que o codificou.

Relacionado com a política dos Estados Unidos contra Cuba somam milhares de memorandos, e em alguns dados conhecidos recentemente, se pode ler a tentativa oficial para descongelar as relações diplomáticas realizadas por Carter em 1978.

Este texto permite saber a versão oficial do que aconteceu quando Carter aprovou a visita a Havana, de um grupo de empresários estadunidenses de origem cubana, para abrir um diálogo com Fidel Castro, mas sempre com a segunda intenção de fazer Cuba abandonar o sistema socialista.

Nesta realidade, o atual prefeito de Miami, Tomás Regalado, que então era jornalista de rádio, declarou:

"Se bem com a gestão de Carter foram abertas as viagens de turismo comunitário (pela primeira vez em 20 anos as famílias de ambos os lados se encontraram novamente) e, além disso, uma grande anistia para presos políticos foi alcançada, a aproximação não obteve os resultados desejados ".

O erro sustentado pelos Estados Unidos é a sua obstinação para ver Cuba submetida aos seus desígnios, sem respeitar sua soberania e independência, algo que não poderão saborear, porque os cubanos têm muita dignidade e aprenderam a lutar pelos seus direitos.

Ao comprovar que suas medidas de mudança de políticas não deram os resultados desejados, Carter reforçou as medidas de perseguição, como o estimulo das imigrações ilegais.

A prova mais evidência foi o estímulo às entradas pela força nas sedes diplomáticas em Havana, cujo ápice foram os eventos da embaixada do Peru, ao prestar os peruanos a esse jogo sujo que terminou com a abertura do porto cubano de Mariel, túmulo do presidente Carter para sua reeleição.

Sem rodeios, Tomas Regalado apenas afirmou:

"É o mesmo que está acontecendo agora, com a diferença de que naquele momento conseguiram libertar presos políticos. A história se repete. O regime de Havana voltará a sabotar uma reaproximação. "

Sabotar a reaproximação? Parece que o prefeito de Miami acredita que as pessoas não sabem analisar os fatos.

Os que sabotam a aproximação são seus conterrâneos que não aceitam as relações entre os dois países sem que Cuba abandone o seu sistema, e os cubanos radicados na Flórida, que expressam o desejo de eliminar a política anti-cubana, a máfia que executa atos terroristas, como o sofrido pelo fabricante de charutos José Orlando Padrón, que viajou a Cuba em 1978, para conversações com Fidel Castro.

Ao voltar para Miami, ele e sua empresa sobreviveram a cinco bombas e tem documentado que o responsável por esses atos, que quase lhe custaram a vida, foi o grupo terrorista anti-Castro Omega 7, liderado por Orlando Bosch.

Isso é parte da história que está se tornando conhecida, como disse José Martí: "Os fatos reais são os fatos".

Por Arthur González: Cubano e especialista em relações Cuba-EUA, editor do Blog El Heraldo Cubano.
Fonte original deste artigo é Global Research
Copyright © Arthur Gonzalez, Global Research, 2016

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MIGUEL BARNET: FIDEL MOSTROU QUE FOI, É E SERÁ SEMPRE UM HOMEM GENEROSO, UM LUTADOR INVENCÍVEL, UM ILUMINADO


Fidel recebe Miguel Barnet em sua casa.
Intervenção de Miguel Barnet, presidente da UNEAC, após discurso pronunciado por Raúl Castro no encerramento da Oitava Sessão Ordinária da Assembleia Nacional do Poder Popular

Querido companheiro General de Exército Raúl Castro; Querido companheiro Esteban Lazo, presidente da Assembléia:

Esta não é uma lei que apoiamos formalmente. Eu sinto que este é um abraço que estamos dando a Fidel sentindo palpitar seu coração e o nosso e respeitando a sua generosa vontade.

Com toda convicção ratifico as brilhantes e emotivas palavras de Eusebio, e tenho certeza de que é o sentimento também dos escritores e artistas cubanos.

Na verdade, o nosso Comandante em Chefe não poderia agir de forma mais coerente com seus princípios martianos do que com esta sua última vontade. Não é apenas um ato de extrema e profunda modéstia, mas de uma lucidez extraordinária. Tudo o que fez foi entregar-se ao seu povo com o humanismo que tem caracterizado esta revolução e ele que foi o seu maior exemplo. Não esperávamos outra conduta que essa, que não é nada mais do que uma demonstração que desmente aqueles que algumas vezes atribuíram ao nosso líder e a Revolução Cubana um culto à personalidade.

Mais uma vez, e em seus últimos momentos, Fidel mostrou que foi, é e será sempre um homem generoso, um lutador invencível, um iluminado.

Portanto, não vamos transformá-lo em pedra ou bronze. Não vamos esquecê-lo nunca. Não esqueceremos aquele que no momento mais difícil, no mais terrível momento do nosso período especial disse em um congresso da União de Escritores e Artistas de Cuba: "A cultura é a primeira que há que ser salva." Salvemo-lo para sempre, para o futuro.

Obrigado (Aplausos). (Granma)

Fonte:  Siempre con Cuba

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28 de dez. de 2016

TODA A GLÓRIA DO MUNDO CABE EM UM GRÃO DE MILHO



Na fundamentação do projeto de lei para o uso do nome e a figura do Comandante em Chefe Fidel Castro Ruz se fez alusão a fato de que nós cubanos temos chamado muitas das nossas praças, ruas e locais, em honra dos grandes homens da pátria, como justo reconhecimento às suas vidas, pelo que, em cada um de nós pudesse estar latente o sentimento e a convicção de que Fidel mereceria, sem dúvida, essas formas tradicionais de homenagem, ou até mesmo superiores, para perpetuar a sua memória. Contudo, argumentou o secretário do Conselho de Estado, apenas o respeito sagrado à sua vontade, expressão da humildade e modéstia que lhe caracterizaram, e o ter feito sempre honra à pregação martiana de que toda a glória do mundo cabe em um grão de milho, leva-nos a assumir um texto legal de tal natureza. #Cuba #Fidel

Fonte: G Granma

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O MONUMENTO A FIDEL #YOSOYFIDEL

 

 Desde a lamentável noite de 25 de Novembro, quando de repente a notícia da partida física do líder da Revolução Cubana paralisou toda a nação, Cuba inteira começou a levantar em sua mente, em seu coração e sua alma, o seu próprio monumento Fidel.

Dias depois, diante da multidão reunida na Praça Antonio Maceo, em Santiago de Cuba, o presidente Raúl Castro explicou que Fidel insistiu que, uma vez falecido, não lhe ergam monumentos, bustos ou estátuas; nem deem seu nome à praças, ruas, instituições ou edifícios públicos em sua memória.

Como você é grande Fidel! Você pensou em tudo e em todos; e encontraste o momento oportuno para alertar a teu povo com esta nova lição de simplicidade e modéstia.

Sabes bem que não precisas de bustos ou estátuas para recolher a colheita que semeaste em terra fértil. Você é a nossa música, nossa escola, nossa rua e nossa praça. Não precisarás de monumentos públicos em Cuba porque a tua obra é imperecível para teu país e para o mundo, nós mesmos somos teu povo em Revolução.

Nenhuma escola levará teu nome, mas as crianças e os jovens continuaram estudando graças ao projeto educacional que forjaste; tampouco nomearemos parques ou praças, mas ali as pessoas continuaram a desfrutar da liberdade que conquistaste.

Não haverá rua com o teu nome dele, mas que os cubanos as transitem com a convicção de que cada uma delas é a mais segura e mais tranquila do mundo.

Não haverá monumento erguido em sua memória, porque Fidel não necessita, já o tem. Fidel estará presente em cada centro escolar, cultural, de saúde, esportes ou ciência que edificam a Revolução para todos os cubanos.

Mantê-lo vivo e eterno em seu pensamento será o maior monumento que podemos construir. E seu humilde pedido ao povo que lhe ama, simboliza a grandeza do homem único e irrepetível que é.

Não haveria monumento possível que possa representar seu significado histórico, exceto construir com nossos próprios esforços a Pátria Socialista próspera e sustentável.

Como explicou Raúl, corresponde ao Parlamento analisar as propostas legislativas necessárias para cumprir a última vontade de Fidel. Ele morreu como viveu, com dignidade e decoro, com absoluta coerência em suas ideias e ações.

Agora suas cinzas descansam no coração de uma rocha, onde apenas se leem as cinco letras do seu nome, sem data de nascimento, tampouco de falecimento. A pedra em Santa Ifigênia irradia austeridade.

Preservando e multiplicando seu legado construiremos o Monumento com o qual seguirá sentindo orgulho de seu povo, porque ele foi incansável em afirmar que "toda a glória do mundo cabe em um grão de milho."

Com sua última vontade Fidel nos convoca ao essencial, para continuar a germinar a semente depositada por ele nas novas gerações e nos cubanos que estão por nascer.

Fidel jamais será mármore, ou nome de entidade. Fidel é um homem que se fez povo, se converteu em milhões e como inigualável piloto seguirá andando em frente a esta firme e sólida caravana que é Cuba.

Publicado em 26 de dezembro de 2016 por: web@radiorebelde.icrt.cu / Angelica López Paredes

  
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APROVADO PELO PARLAMENTO CUBANO PROJETO DE LEI SOBRE O USO DO NOME E DA FIGURA DO COMANDANTE EM CHEFE FIDEL CASTRO RUZ

 

Nesta terça-feira 27 de dezembro de 2016 foi aberta a última sessão anual da Assembleia Nacional do Poder Popular de Cuba, pela primeira vez em 40 anos sem a presença de Fidel Castro, mas mantendo sua cadeira vazia ao lado da de Raul Castro (foto)

O Presidente do Parlamento, Esteban Lazo abriu mão do clássico minuto de silêncio em homenagem a Fidel e propôs que em seu lugar cada um dos presentes meditasse e fizesse como seu o conceito de Revolução, testamento político do Comandante e a melhor maneira de não deixá-lo morrer.

Homero Acosta, secretário do Conselho de Estado, apresentou às deputadas e deputados o projeto de lei sobre o uso do nome e da figura do Comandante em Chefe Fidel Castro Ruz, atendendo à vontade do líder histórico da Revolução cubana conforme informou o General de Exército Raúl Castro Ruz no ato político em sua homenagem realizado na Plaza Mayor Antonio Maceo Grajales de Santiago de Cuba. Naquele 3 de dezembro, Raul declarou que era seu desejo " que uma vez falecido, seu nome e sua figura nunca fossem utilizados para nomear instituições, praças, parques, avenidas, ruas e outros lugares públicos nem erigidos em sua memória monumentos, bustos, estátuas e outras formas similares de tributos".
O referido projeto de lei, após ser debatido, foi aprovado por todos os presentes.

A melhor homenagem que se pode fazer a Fidel é seguir defendendo a Revolução.

O debate e a nova lei completos, aqui:

http://www.cubadebate.cu/noticias/2016/12/27/presentan-proyecto-de-ley-sobre-el-uso-del-nombre-y-la-figura-del-companero-fidel-castro-ruz/#.WGOz9VMrLIV

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MADURO PEDE A OBAMA A LIBERDADE DE OSCAR LÓPEZ RIVERA

#YoSoyFidel


Caracas - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu a seu homólogo Barack Obama a liberdade do lutador independendista porto-riquenho Oscar López Rivera, preso nos Estados Unidos há 35 anos.

O Chefe de Estado expôs seu pedido na noite de segunda-feira no programa "La hora de la Salsa", transmitido pela Rádio Miraflores.

"Presidente Barack Obama, por favor, escute o clamor da América Latina, do Caribe, de todo o Porto Rico, das pessoas nobres e honestas. Por favor, antes de ir embora, assine a liberdade de Oscar López Rivera (...) Oscar López Rivera merece a liberdade", declarou.

"Mais cedo ou mais tarde chegará o dia em que te abraçaremos. Livre, em Porto Rico, livre na Venezuela, livre na nossa América. Façamos esforço pela liberdade de Oscar López Rivera" , disse ao se referir ao detido.

Publicado em 27 de dezembro de 2016 por Siempre con Cuba - https://siempreconcuba.wordpress.com

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24 de dez. de 2016

OSCAR LÓPEZ RIVERA REFLETE SOBRE SUA SENTENÇA

Recorda o caso de cinco separatistas croatas que cumpriram menos tempo de prisão que ele.

Quando se debate a desproporção da sentença que está cumprindo, Oscar López Rivera recorda o caso de cinco independentistas croatas que colocaram uma bomba na Estação Grand Central em Nova York, que causou uma morte e um ferido, e sequestraram um avião e com destino a Chicago.

Assista o vídeo em http://www.elnuevodia.com/…/oscarlopezreflexionasobresusen…/

Lopez Rivera, que foi condenado por conspiração sediciosa e não foi acusado de causar dano a ninguém, já cumpriu 35 anos e seis meses nas prisões dos EUA por causa de suas ligações com o grupo clandestino Forças Armadas de Libertação Nacional (FALN).

Neste momento em que o presidente Barack Obama tem apenas 26 dias na Casa Branca, López Rivera ainda espera resposta ao seu pedido de clemência.

Dos cinco independentistas croatas, o tempo mais longo foi cumprido por Zvonko Busic, que esteve 32 anos na prisão. Já em liberdade, Busic cometeu suicídio em 2013.

A esposa de Busic, Julienne, cumpriu13 anos de prisão. Outro dos condenados, Frane Pesut, passou 12 anos na prisão.

Comunista

Em uma recente entrevista com o El Nuevo Dia, López Rivera considerou que nenhum cumpriu mais anos de prisão que ele, porque seus atos foram contra uma "Iugoslávia comunista".

Ele comentou que, inclusive "o juiz que me condenou disse que esperava que eu morresse na prisão."

Anteriormente, esse mesmo juiz condenou a outros militantes da FALN e havia dito que "se pudesse os condenaria à morte", acrescentou López Rivera. Esses comentários, disse López Rivera, "foram o suficiente para forçar a sua inibição".

O grupo de separatistas croatas sequestrou em 1976 o voo 355 da TWA 355 entre o aeroporto LaGuardia, em Nova Iorque e o Aeroporto Internacional O'Hare, em Chicago.

Ao anunciar o sequestro, o grupo anunciou que tinha uma bomba no avião e uma na Estação Grand Central. A suposta bomba que estaria no avião não passou de invenção e ainda alertaram sobre o artefato no famoso terminal de Nova York, um policial foi morto e outro ficou ferido tentando desativá-la.

Nos últimos dias, o ex-presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter, enviou uma carta a Obama para solicitar-lhe oficialmente que liberte López Rivera, que completará 74 anos em 6 de janeiro.
  
Fonte: ELNUEVODIA.COM

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