8 de mar. de 2016

EDUCAÇÃO EM CUBA (VÍDEO)

#‎FIMDOBLOQUEIO‬


Como são as creches em Cuba ? 

                                                     
Fonte: Vitórias da Revolução Cubana

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SANGUE LATINO, POR FERNANDO MORAIS

#FIMDOBLOQUEIO



                                                                       VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!

7 de mar. de 2016

CONTINUA E NÃO SE ALTEROU.......AINDA !



O bloqueio se mantém em vigor e continua sendo o principal obstáculo ao desenvolvimento de Cuba

O Departamento de Tesouro dos EUA impôs nova multa - a segunda que aplica este ano - por violações das regras do bloqueio a Cuba.

Desta vez, a companhia francesa CGG Services S.A. foi a nova vítima da perseguição econômica, comercial e financeira contra as transações cubanas.

Segundo informações do Escritório para o Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC - Oficina para el Control de Activos Extranjeros) do Departamento o Tesouro, a penalidade, que chega a 614 mil 250 dólares se refere a que, entre 2010 e 2011, CGG Services S.A. e várias de suas subsidiárias forneceram serviços, peças de reposição e equipamento de origem estadunidense para exploração de gás e petróleo a embarcações que operavam em águas territoriais cubanas. Além disso, assinalou que a subsidiária venezuelana da sucursal da CGG nos Estados Unidos realizou cinco transações relacionadas com o processamento de informação para investigações sísmicas dirigidas por entidade cubana na Zona Econômica Exclusiva de Cuba.

Esta sanção confirma o alcance extraterritorial do bloqueio e seu efeito imposto a entidades estrangeiras e também estadunidenses que ainda no limite das regras vigentes possam se interessar em realizar negócios com Cuba.

Segundo o texto emitido pela OFAC, ao aplicar a multa, as transações realizadas pela companhia francesa "ocasionaram um prejuízo significativo aos objetivos do programa de sanções ao impedir um benefício econômico substancial a Cuba", o que ratifica que o bloqueio é o principal obstáculo para o desenvolvimento da economia cubana.

Esta medida, adotada a poucos dias da visita a Washington do Ministro de Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, Rodrigo Malmierca, que entre outras atividades inaugurou a segunda reunião entre funcionários de Cuba e Estados Unidos sobre o alcance das regras vigentes do bloqueio e as recentes mudanças realizadas para modificar alguns aspectos de sua implementação, é contraditório com o contexto atual das relações entre os dois países e confirma que para poder avançar na normalização dos vínculos bilaterais é essencial o levantamento do bloqueio.
 
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ÍNDIOS CAMPESINOS SÃO AS PRINCIPAIS VÍTIMAS DE VIOLAÇÕES DE DIREITOS NO BRASIL

 
Flávia Villela - Repórter da Agência Brasil
 
Indígenas e defensores de direitos humanos nas regiões rurais foram os grupos que mais sofreram violações de direitos humanos no Brasil em 2015, segundo o diretor executivo da Anistia Internacional, Atila Roque. A entidade divulgou hoje (23) seu relatório O Estado dos Direitos Humanos no Mundo – 2015.

“Eles são extremamente invisibilizados neste país. Vivemos uma situação de enorme conflito no campo brasileiro, de grande patamar de violência, inclusive letal, contra defensores de direitos humanos, lideranças indígenas, camponeses, quilombolas, que confrontam interesses de toda ordem, desde grandes proprietários a grandes empresas mineradoras ou do agronegócio, que acabam fazendo uso da violência para impor seus interesses e isso passa praticamente desapercebido pela sociedade”.

Indíos protestam no Congresso Nacional, contra a PEC 215, que altera a demarcação de terras indígenas Marcelo Camargo/Agência Brasil
A violência no campo foi um dos pontos negativos registrados no Brasil pelo relatório anual da organização.

De acordo com a Anistia Internacional, as populações indígenas continuaram na longa espera por demarcação de suas terras indígenas no ano passado, “apesar de o governo federal contar com a autoridade legal e os meios financeiros para pôr em prática o processo”, aponta o documento.

Os ataques contra indígenas também persistiram impunemente em 2015, segundo o relatório. Um dos casos relatados no documento foi o ataque à comunidade Ñanderú Marangatú, no município de Antonio João, no Mato Grosso do Sul, no dia 29 de agosto do ano passado. Fazendeiros atacaram a comunidade, mataram um homem e deixaram mulheres e crianças feridas. Nenhuma investigação foi aberta sobre o ataque nem foram tomadas quaisquer medidas para proteger a comunidade contra novos atos de violência, de acordo com o relatório. 

PEC 215

Segundo o diretor executivo da Anistia, a piora da situação dos direitos humanos no campo está associada a retrocessos na esfera legislativa. “Como vemos, por exemplo, a PEC 215 [proposta de emenda à Constituição], que altera completamente a demarcação de terras, com grande perda para as populações indígenas e quilombolas e tradicionais”.

A PEC transfere do Executivo para o Congresso Nacional a palavra final sobre a demarcação de terras indígenas. Além disso, a proposta proíbe a ampliação de áreas já demarcadas, entre outros.

Edição: Luana Lourenço 
 
Fonte: EBC Agência Brasil
 
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OBAMA APRESENTA PLANO PARA FECHAR GUANTÁNAMO

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, submeteu ao Congresso do país um projeto para encerrar a prisão militar de Guantánamo. O plano é apresentado sete anos depois de Obama ter feito a promessa de encerrar a prisão, num discurso feito então, já na Casa Branca. Algo que diz ser uma necessidade:
"Tem ficado bastante claro que o centro de detenção da baía de Guantánamo não traz avanços à nossa segurança nacional. [Pelo contrário] enfraquece a nossa posição no mundo."
A demora foi justificada por Barack Obama, no discurso que acompanhou a apresentação do projeto, devido às reticências dos republicanos, que levou Obama a, segundo disse, “querer estar seguro de que o plano era bom”:
"Eu indiquei [desde logo] que precisaríamos de tempo para o fazer (…). E infelizmente, durante esse período onde estávamos a trabalhar para poder fechar [a prisão], o que tinha anteriormente o apoio dos dois partidos [democrata e republicano] tornou-se de repente um assunto partidário. De repente, muitos recuaram por estarem preocupados com questões políticas."
O plano prevê que os reclusos sejam transferidos da prisão, situada em Cuba, para outro local: entre 30 a 60 para território norte-americano e cerca de 90 para outros países, segundo noticia o The New York Times. O projeto inclui ainda a identificação de 13 possíveis localizações para receber os detidos, em solo norte-americano.

Contudo, relata a CNN, o encerramento da prisão é pouco provável, já que a aprovação do plano depende do voto dos republicanos, que detêm a maioria no Congresso e se opõem firmemente à ideia.

Segundo o The New York Times, o encerramento da prisão militar em Cuba permitiria aos contribuintes norte-americanos pouparem entre aproximadamente 59 a 77 milhões de euros, de forma direta. Mas a poupança já tem destino, segundo o mesmo jornal: destinar-se-ia às obras de melhoramento de uma das prisões militares do país, para que pudesse receber e manter em segurança os detidos transferidos de Cuba.

Fonte: OBSERVADOR

                                                                   VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!    

CONSULESA DE CUBA IVETTE MARTINEZ: "REAPROXIMAÇÃO DOS EUA SIGNIFICA RECONHECIMENTO DA RESISTÊNCIA DO POVO CUBANO DIANTE DE SUA REVOLUÇÃO!" (VÍDEO)

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"Cuba pode não ser o melhor do mundo, mas é um mundo melhor", defende diplomata cubana

Foto: Jussara Silva

 Do Coletivo Maruim

Como reflexo do processo de reaproximação diplomática entre Cuba e Estados Unidos, iniciado no fim de 2014, o presidente estadunidense Barack Obama anunciou na última quinta-feira (18) que vai visitar ilha caribenha em março. Será a primeira viagem oficial de um presidente dos EUA a Cuba em 88 anos.

Também na semana passada, terça-feira (16) foi anunciado um novo acordo que reestabelecerá rotas regulares de voos comerciais entre os dois países. As empresas aéreas que vencerem a licitação poderão operar um total de 110 voos diários de ida e volta, já a partir do último trimestre deste ano. Atualmente, todos os aviões que fazem diariamente a rota são fretados.

A estatal Cubana de Aviação, no entanto, não poderá operar os novos voos por conta de litígios judiciais contra a empresa nos EUA que poderiam fazer com que seus bens fossem confiscados caso entrassem em território estadunidense.

O economista cubando Guillermo Andrés Alpizar considera preocupante que o bloqueio tenha se mantido para a empresa estatal cubana. “O ‘bolo’ das receitas com o transporte aéreo, que pode ser muito importante, não vai estar bem repartido”, alertou o professor de Economia Internacional na Universidade de Havana.

A relação entre Cuba e EUA foi reatada em 17 de dezembro de 2014. Durante o discurso em que anunciou a novidade, o presidente dos EUA Barack Obama taxou de “antiquada” a política externa do seu país, que há mais de 50 anos optou por isolar política e economicamente o vizinho socialista.

No mesmo dia, o fato também foi celebrado em rede nacional pelo presidente cubano Raúl Castro que, no entanto, lamentou a manutenção do embargo econômico que está em vigor desde 1961 e atualmente é regulamentado em lei nos EUA. 

“Entendemos que a primeira causa para o processo de reaproximação é o reconhecimento da resistência do povo cubano, de que o projeto cubano tem credibilidade no país e de que o povo está comprometido em defende-lo”, explica a Cônsul de Imprensa do Consulado de Cuba em São Paulo, Ivette Martinez Leyva.

Neste último ano, as embaixadas de ambos países foram reabertas, prisioneiros políticos foram libertados e Cuba foi retirada da lista de países considerados terroristas pelos EUA. Apesar de reconhecer vantagens econômicas com geração de novas receitas no turismo, por exemplo, Alpizar avalia que, no momento, a reaproximação entre os dois países não é equitativa. “Cuba continua bloqueada pelos EUA, aí não há reciprocidade”, adverte.

Assista o vídeo da entrevista com a Cônsul cubana Ivette Martinez:

                                                                                                             
Fonte: Solidários

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O SIONISMO NÃO PODE COM O NOSSO AMOR PELA PALESTINA

Arquivado o caso aberto pelo DAIA contra os jornalistas Carlos Aznárez e Ruben Saboulard

Publicado por ROMPIENDO MUROS em 22 de de 2016


por Carlos Aznárez
Diretor de Resumen Latinoamericano


Em meio aos contínuos atentados e assassinatos contra o povo palestino, e quando o nosso colega, o jornalista Muhammad Al-Qiq ainda lutando contra a morte nos 89 dias de sua greve de fome, na Argentina, podemos transmitir uma boa notícia ligada à luta em defesa da autodeterminação da Palestina ocupada. Um ano e dois meses depois que a Delegação de Associações Israelitas Argentinas (DAIA), expressão local do sionismo com a Embaixada de Israel, abriu um processo criminal contra os jornalistas Carlos Aznárez (Diretor de Assunto Latino-americano) e Ruben Saboulard (diretor da revista La Maza), o promotor responsável pelo caso decidiu arquivar o problema por não encontrar provas suficientes para iniciar o julgamento e muito menos para enviar para a prisão os dois jornalistas, como queriam os representantes sionistas. 

Como argumentamos em todas as oportunidades o que estava em discussão era a defesa da liberdade de expressão e de opinião e não um ataque a crenças religiosas ou raciais da comunidade judaica, como alegado pelo DAIA.

No meio de toda essa insólita agressão por parte do sionismo, tentaram neutralizar meu trabalho jornalístico, através da apreensão de todos os meus e-mails de trabalho e pessoais, infrutiferamente exigindo ao Google internacional que facilitasse, vasculharam nosso site em busca de sinais delinquenciais onde só encontraram informações objetivas do que realmente está acontecendo na Palestina ocupada e em outras partes do mundo, e não o que o DAIA gostaria de ser encontrado.

Nós dissemos na época, quando comunicamos esta manobra repressiva e pedíamos apoio para a batalha: por trás de todas essas jogadas (comuns no sionismo) existe a ideia de disciplinar aqueles que trabalham no jornalismo ao lado dos povos e, neste caso, da muitas vezes ultrajada nação palestina. Quiseram nos condenar pelo uso da liberdade de expressão e opinião, por falar em um evento condenando o massacre produzido por soldados israelenses em Gaza, por relatar a partir de nossa própria sensibilidade sobre o uso de bombas de fósforo contra a população civil ou execuções sumárias diárias que estão ocorrendo na Cisjordânia. Tentaram nos silenciar por protestar através de palavras e atos, pela subjugação através de décadas de direitos humanos das mulheres, homens, crianças da Palestina, por nos recusarmos a aceitar como natural que nas prisões-túmulo de Israel estejam confinados mais de 4.500 palestinos e palestinas, muitos deles crianças de pouca idade, que sofrem todos os tipos de tortura. Que mostremos em nossos meios de comunicação tudo isso e muito mais, é o que desagrada aqueles que fazem uso de ataques e penas criminais contra as opiniões daqueles que discordam de suas práticas.

Por isso consideramos, a partir de resenhas Latino-americano, que este arquivo é uma grande vitória contra os poderes repressivos. E como sempre ocorre, há protagonistas que vencendo o medo muitas vezes infundem a arrogância sionista e não hesitaram um só instante para nos defender e repudiar o ataque que sofremos. Todos eles, têm sido importantes: começando com os nossos queridos companheiros da União dos Advogados e a Liga Argentina para os Direitos do Homem, que através dos doutores Eduardo Soares, Roberto Perdía e Ernesto Trastenberg, que tomaram para si a tarefa de combater judicialmente o abuso. Por que não dizer do colaboradores e correspondentes do Resumo da América Latina aqui em Cuba, Brasil, na Venezuela, nos Estados Unidos e na Europa, ou colegas jornalistas, de organizações de direitos humanos e movimentos populares, sindicatos, estudantes e os políticos, que desde o primeiro dia se aproximaram com suas mensagens de apoio, assinando notas e manifestos ou difundiram midiaticamente o que acontecia com o nosso caso.

Menção especial também para o acompanhamento de numerosas entidades e personalidades judaicas não-sionistas que sabendo de primeira mão, muitas delas por terem sofrido o que é o sionismo, não hesitaram um momento para aderir à campanha.

No entanto, há algo que nos tocou especialmente: que é a rede internacional de solidariedade. Milhares de assinaturas chegadas de todos os continentes defendendo nosso direito de falar e expressar-nos. Vozes totalmente distintas e muitas vezes diferentes politicamente unidas na defesa da Palestina.

Agora que este processo judicial foi indeferido desejamos não baixar a guarda e seguir ecoando pelo amor a Resistência Palestina, de tudo o que acontece no território ocupado, ajudando desta maneira a romper o cerco informativo imposto pelo sionismo e pelo imperialismo estadunidense. E a nível local, comprometer-nos a apoiar ao nosso colega Saboulard, que enfrenta um caso semelhante aberto há tempos pela DAIA.

                                               VENCEMOS !!! VENCEREMOS !!!